sexta-feira, 25 de setembro de 2009
RB aposta R$ 50 milhões em novo segmento de Inseticidas
Detentora também das marcas Mortein e Detefon, a RB possui atualmente 41% de participação de mercado em valor (Nielsen – Jul/09).
Anualmente, a categoria movimenta R$ 594 milhões e o índice de penetração é de 43,1%. “Estamos trazendo uma grande inovação para um segmento altamente comoditizado. Com SBP Multi Automático, vamos agregar valor à categoria de inseticidas e gerar um interesse muito maior do varejo em investir nesse setor”, prevê Patrícia Macedo, gerente de marketing da categoria de inseticidas.
Niely alcança liderança em coloração
O foco na classe C e os investimentos em tecnologia e marketing da empresa carioca, de Nova Iguaçu resultaram num crescimento de 70% em dois anos, com um faturamento de R$ 400 milhões. A previsão de crescimento para este ano é de 20%.
A empresa também está investindo R$ 50 milhões na construção de um novo parque industrial. "Passamos para a primeira divisão do setor de cosméticos", avaliou Daniel de Jesus, fundador e presidente da Niely.
Fonte: 23/09 - CosméticosBR
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Hypermarcas quer comprar linha infantil da Hydrogen
O valor que será pago pelos ativos é estimado em R$ 25 milhões. A aquisição fortalece a participação da Hypermarcas no mercado de higiene pessoal, estrategicamente em um dos segmentos de maior potencial de crescimento.
Em 2008, as vendas de produtos infantis cresceram 32,9%, totalizando US$ 740 milhões.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Mercado infantil de H&B crescerá 24% nos próximos quatro anos

O mercado de higiene e beleza infantil deverá crescer 24% até 2013, atingindo um faturamento de R$ 1,6 bilhão no Brasil. Em volume, o aumento será de 23% no período. A projeção é do instituto internacional de pesquisa Euromonitor, que indica: a taxa será puxada por produtos como condicionador e protetor solar, cujo consumo per capita no país ainda é baixo, o que eleva o seu potencial.
Crescentes investimentos de gigantes como a Johnson & Johnson e a Kimberly-Clark deverão contribuir ainda mais para a expansão do mercado. Apesar de alto, o percentual de crescimento da categoria, o Euromonitor aponta, é inferior ao registrado no período entre 2003 e 2008. Isso se deve ao fato de que a natalidade deverá cair de 19% para 17% no Brasil nos próximos quatro anos.
Entretanto, o varejista não precisa esperar 2013 para ganhar mais com os produtos de higiene e beleza infantil. No ano passado, o mercado registrou crescimento foi de 15% em valor e de 12% em volume nas vendas, principalmente por causa da evolução das marcas intermediárias de acordo com o Euromonitor.
Dados da Abihpec, associação que reúne fabricantes de higiene e beleza, confirmam o resultado positivo de 2008. Para este ano, a perspectiva é ainda melhor. “Até o final de 2009, o Brasil deverá ter alcançado o posto de maior mercado mundial de produtos infantis, colocando os Estados Unidos em segundo lugar”, afirma João Carlos Basílio da Silva, presidente da entidade. “O consumo de artigos infantis tem um forte apelo emocional, porque há todo um ritual de cuidado com a criança que começa já no primeiro banho do bebê”, comenta.
Entre os produtos que mais se destacaram em vendas no ano passado, afirma a Abihpec, estão os xampus, com alta de 53% em volume, os condicionadores (28%), os protetores solares (33%) e as colônias, cujo aumento foi de 6%.
Fonte: Supermercado Moderno, 06 de agosto
Maquiagem Primavera/Verão do Boticário inclui os benefícios dos minerais

Pesquisa revela comportamento do consumidor na hora da compra
12/08/2009
O Latin Panel divulgou pesquisa encomendada pela ABRE - Associação Brasileira de Embalagem - “Por onde anda o consumidor?”. O resultado revelou que a maioria dos consumidores brasileiros decide a compra pelo quesito preço, o que ajudou o crescimento das vendas de produtos de marca própria, normalmente mais baratos do que os convencionais, uma opção que teve a escolha de 17% dos consumidores brasileiros.
A pesquisa revelou, entretanto, que o preço não é o fator o único fator das escolhas: segundo o estudo, 93% dos consumidores valorizam as empresas que praticam programas de responsabilidade social e 22% afirmaram que optam por produtos que consideram a saúde da família e preservam o meio ambiente.
A pesquisa ainda destaca que 72% dos entrevistados se preocupa com a validade dos produtos e 82% dos entrevistados têm interesse pelas informações contidas nos rótulos.
Fonte: Cosméticos Br
terça-feira, 7 de julho de 2009

Palavras do dono da WAL MART a maior rede de varejo do mundo,
com vendas anuais de 350 Bilhoes de dolares.
Ele sabe o que diz:
Na abertura de um programa de treinamento para seus funcionários esse foi o discurso de Sam Walton, fundador do WAL MART.
"Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama, e aguarda pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.
Enganam-se.
Sabe quem eu sou???
EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!!!
E divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo àquela empresa.
Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me tratar com um pouco de CORTESIA".
"CLIENTES, TEM O PODER DE DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR."