segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Conheça a carreira de perfumista no Brasil


Você pode não notar, mas vivemos cercados de cheiros. Mesmo sem querer, o olfato é invadido dia e noite por cheiros que marcam momentos da vida e criam memórias carregadas de emoção, como o cheiro da chuva, o aroma de um bolo saindo do forno, o perfume da mãe na infância ou o do primeiro namorado.

Alguns desses cheiros ocorrem na natureza, outros são "organizados" ou criados por especialistas, conhecidos como perfumistas. São pessoas e empresas que se dedicam a elaborar cheiros não apenas de perfumes e colônias, mas também para alimentos e bebidas industrializados, produtos de higiene pessoal, como pasta de dente, xampus, sabonetes; produtos de limpeza, aromatizadores de ambiente e outros.

Segundo o perfumista Thierry Bessard, da casa de fragrâncias francesa Givaudan, um profissional da área precisa saber identificar, em média, 1500 cheiros diferentes, cerca de três vezes mais do que uma pessoa sem treino. Essa capacidade é desenvolvida com prática diária.



"Além de saber reconhecer notas e aromas, um perfumista precisa ter em seu repertório os cheiros de cerca de 400 fragrâncias conhecidas, como o Chanel nº 5 e o Miss Dior"

Thierry Bessard, perfumista da Givaudan

O caminho para se tornar um "nariz" (nome como são conhecidos os perfumistas dentro de seu próprio meio) começa pelo aprendizado da identificação das grandes famílias olfativas, floral, frutal, amadeirado etc. Depois, o aspirante à profissão apura sua percepção para identificar, por exemplo, o aroma de diferentes tipos de flores: rosa, gerânio ou peônia. Por fim, a região de onde vem aquela flor e que lhe dá uma característica olfativa específica, como rosas da França que são diferentes de rosas produzidas na Turquia.



No Brasil, não existem cursos de formação de perfumistas, e quem deseja seguir na profissão pode entrar no mercado por meio das casas de fragrâncias multinacionais que se estabeleceram no país ao longo dos anos, como a americana IFF, a francesa Givaudan e suíça Firmenich ou na Natura, única empresa brasileira que tem um departamento próprio dedicado a criar os aromas da marca. Nessas empresas, o aprendiz da profissão começa como assistente de um perfumista e participa de treinamentos internos. Posteriormente, podem ser mandados para fazer um curso de aprofundamento no exterior. Fora do país, o mais conhecido é o da escola francesa Isipca, em Versailles, que tem duração de dois anos e exige formação universitária em Química.



O perfumista Fabio Navarro, responsável pelas fragrâncias da marca Paralèlle, conta que começou a trabalhar na área por acaso, quando, depois de um estágio na área de marketing da IFF, passou para o departamento de avaliação da empresa e conheceu as técnicas do processo de criação de fragrâncias. Para ele, a formação em química é importante, mas não fundamental. "Perfumaria é uma dose de informação técnica e uma dose muito grande de intuição, de saber o que combinar com o que. Isso se aprende na prática", diz.



"É uma profissão muito singular e solitária. Os aspirantes precisam ter paciência para passar por todos os passos do processo de desenvolvimento que, muitas vezes, exige períodos apenas de observação."

Fábio Navarro, perfumista da Paralèlle

O acaso também foi determinante na carreira da perfumista luso-francesa Carmita Magalhães, que trabalha na filial brasileira da Firmenich. Ela trabalhava como babá dos filhos de uma perfumista quando, em uma tarde, memorizou por brincadeira um kit de perfumaria (utilizado para treinamento técnico). O feito chamou a atenção da patroa. Depois disso, ela cursou Química, fez um ano do curso na Isipca e estudou por quatro anos em cursos internos em sua empresa. Carmita acredita que ter curiosidade, determinação e uma boa memória olfativa são fundamentais para o sucesso nessa carreira.



A cadeia de produção de um aroma começa, geralmente, com a encomenda de um cliente, que pode ser tanto uma indústria de guloseimas interessada em lançar um novo sabor de chiclete, como uma marca de moda que quer lançar uma nova fragrância no mercado. "O pesquisador da marca deve elaborar um briefing para entregar ao perfumista contratado, com base em uma história que a marca deseja contar e já selecionando as principais notas que devem compor o perfume", conta Carlos Veiga, do departamento de desenvolvimento de perfumaria do O Boticário, que recentemente encomendou à casa de fragrância IFF, um perfume baseado em café. Verônica Casanova, responsável pela criação do perfume, explica: "Temos que nos inspirar neste conceito pré-definido e então elaborar a melhor fragrância, pensando nos custos, no público alvo e a dosagem da fragrância desejada pelo cliente".



Em empresas que têm seu próprio departamento de criação, como é o caso da Natura, o processo de desenvolvimento de uma fragrância funciona de maneira diferente. "Após receber um briefing, crio um cheiro e submeto às avaliadoras olfativas que trabalham comigo", explica a perfumista Verônica Kato. "Elas vão deixar o cheiro mais próximo possível do conceito original, deixando-o mais doce, mais leve ou mais encorpado. Em seguida, faço os últimos ajustes até chegar na aprovação final. O processo pode levar meses ou até anos, o tempo médio de um projeto são dois anos".

Fonte: http://estilo.uol.com.br/ultnot/2009/12/22/conheca-a-carreira-de-perfumista-no-brasil-teste-ajuda-a-escolher-o-perfume-certo-para-voce.jhtm

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

RB aposta R$ 50 milhões em novo segmento de Inseticidas

Sucesso de vendas na Austrália e Nova Zelândia, o novo SBP Multi Automático, sistema que libera automaticamente o inseticida a cada 15 minutos, é a aposta da Reckitt Benckiser para este verão, alta temporada para o mercado de inseticidas, quando as vendas aumentam cerca de 20%. Estão sendo investidos R$ 50 milhões no lançamento.

Detentora também das marcas Mortein e Detefon, a RB possui atualmente 41% de participação de mercado em valor (Nielsen – Jul/09).

Anualmente, a categoria movimenta R$ 594 milhões e o índice de penetração é de 43,1%. “Estamos trazendo uma grande inovação para um segmento altamente comoditizado. Com SBP Multi Automático, vamos agregar valor à categoria de inseticidas e gerar um interesse muito maior do varejo em investir nesse setor”, prevê Patrícia Macedo, gerente de marketing da categoria de inseticidas.

Niely alcança liderança em coloração

A marca Cor & Ton, da Niely, de acordo com a empresa de pesquisas de mercado Nielsen, detém 12,4% do mercado de colorações, avaliado em US$ 1,6 bilhão, atingindo a liderança do mercado brasileiro.

O foco na classe C e os investimentos em tecnologia e marketing da empresa carioca, de Nova Iguaçu resultaram num crescimento de 70% em dois anos, com um faturamento de R$ 400 milhões. A previsão de crescimento para este ano é de 20%.

A empresa também está investindo R$ 50 milhões na construção de um novo parque industrial. "Passamos para a primeira divisão do setor de cosméticos", avaliou Daniel de Jesus, fundador e presidente da Niely.


Fonte: 23/09 - CosméticosBR

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Hypermarcas quer comprar linha infantil da Hydrogen

A Hypermarcas divulgou fato relevante informando que foi celebrado um memorando de entendimento com a SS Cosméticos, empresa do Grupo Silvio Santos, para aquisição dos ativos do segmento infantil da Hydrogen, incluindo os produtos licenciados Disney. O documento informa que a aquisição deverá ser efetivada até 31 de outubro, prazo que poderá ser prorrogado por mais 30 dias.

O valor que será pago pelos ativos é estimado em R$ 25 milhões. A aquisição fortalece a participação da Hypermarcas no mercado de higiene pessoal, estrategicamente em um dos segmentos de maior potencial de crescimento.

Em 2008, as vendas de produtos infantis cresceram 32,9%, totalizando US$ 740 milhões.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Mercado infantil de H&B crescerá 24% nos próximos quatro anos


17/08/2009
O mercado de higiene e beleza infantil deverá crescer 24% até 2013, atingindo um faturamento de R$ 1,6 bilhão no Brasil. Em volume, o aumento será de 23% no período. A projeção é do instituto internacional de pesquisa Euromonitor, que indica: a taxa será puxada por produtos como condicionador e protetor solar, cujo consumo per capita no país ainda é baixo, o que eleva o seu potencial.
Crescentes investimentos de gigantes como a Johnson & Johnson e a Kimberly-Clark deverão contribuir ainda mais para a expansão do mercado. Apesar de alto, o percentual de crescimento da categoria, o Euromonitor aponta, é inferior ao registrado no período entre 2003 e 2008. Isso se deve ao fato de que a natalidade deverá cair de 19% para 17% no Brasil nos próximos quatro anos.


Entretanto, o varejista não precisa esperar 2013 para ganhar mais com os produtos de higiene e beleza infantil. No ano passado, o mercado registrou crescimento foi de 15% em valor e de 12% em volume nas vendas, principalmente por causa da evolução das marcas intermediárias de acordo com o Euromonitor.


Dados da Abihpec, associação que reúne fabricantes de higiene e beleza, confirmam o resultado positivo de 2008. Para este ano, a perspectiva é ainda melhor. “Até o final de 2009, o Brasil deverá ter alcançado o posto de maior mercado mundial de produtos infantis, colocando os Estados Unidos em segundo lugar”, afirma João Carlos Basílio da Silva, presidente da entidade. “O consumo de artigos infantis tem um forte apelo emocional, porque há todo um ritual de cuidado com a criança que começa já no primeiro banho do bebê”, comenta.


Entre os produtos que mais se destacaram em vendas no ano passado, afirma a Abihpec, estão os xampus, com alta de 53% em volume, os condicionadores (28%), os protetores solares (33%) e as colônias, cujo aumento foi de 6%.


Fonte: Supermercado Moderno, 06 de agosto

Maquiagem Primavera/Verão do Boticário inclui os benefícios dos minerais


Depois do sucesso da coleção glamourosa de maquiagem com pó de diamante (Celebrare Collection), O Boticário propõe para o outono/inverno, a continuidade da tendência ao trazer pedras preciosas à maquiagem, com o lançamento da linha Mineral Beauty, para primavera e verão 2009.


Focada em minerais puros como argila, dióxido de titânio (branco), óxido de zinco (branco) e óxido de ferro (amarelo, vermelho, preto e marrom), todos moídos e transformados em pó, a marca também traz, com exclusividade, as pedras brasileiras Turmalina, Safira e Ametista.


Livre de conservantes e fragrâncias, Mineral Beauty é indicada para todos os tipos de pele, inclusive as mais sensíveis, já que a linha foi submetida a testes dermatológicos e oftalmológicos.


Foram desenvolvidos 19 produtos para olhos, boca e rosto em parceria com o make up artist, Fernando Torquato, há três anos consultor estratégico da marca. “O lançamento traz opções minerais coloridas, para combinar com as tendências da alta moda internacional”,diz.


“Conseguimos formular produtos que espalham muito bem os pigmentos sobre a pele, dando maior cobertura e menor absorção de óleo e umidade”, explica Marselha Tinelli, Gerente de Categoria de Maquiagem.


Destaque para o trio de sombras Safira Púrpura, por sua textura leve e fórmula composta por argila mineral, safira e partículas ultrafinas que aderem à pele. A base possui minerais puros como argila e ametista. Tem aparência de pó facial e quando aplicada proporciona uma luminosidade natural. A coleção conta com três novas tonalidades de blushes para as estações mais quentes. Tanto base quanto blush têm embalagens em formato especial e o ritual de aplicação conta com um pincel kabuki, convencionalmente usado para aplicação de maquiagem mineral. Os lábios ganham sensualidade com o Lip Gloss Brilho Labial Turmalina Orange e com o Batom Turmalina Melancia.


Os produtos têm edição limitada e podem ser encontrados nas mais de 2700 lojas O Boticário em todo país pelos preços sugeridos de: Mineral Beauty Lip Gloss Brilho Labial R$ 27,90 - Batom Mineral Beauty R$ 27,90 - Trio de Sombras Mineral Beauty R$ 54,90 - Base Mineral Beauty R$ 66,90 - Corretivo Bicolor Mineral Beauty R$ 34,90 - Blush Mineral Beauty R$ 66,90 - Kit de Maquiagem Mineral Beauty: R$ 85,00.


O kit conta com três produtos para uma maquiagem básica realçando olhos e lábios. A nécessaire contém: 1 unidade de Sombra em pó Mineral Beauty de textura fina e aplicação suave, 1 unidade de Lápis para Esfumar Olhos Mineral Beauty, que contém minerais, ceras e óleos naturais. De um lado, o lápis de textura cremosa e macia que realça e valoriza os olhos; do outro, uma esponja que permite acabamento e 1 unidade de Lip Gloss Mineral Beauty Pink, cuja fórmula é rica em manteigas e óleos naturais que deixam os lábios brilhantes naturamente sensuais e hidratados.


SAC: 0800-413011


Fonte:Cosméticos Br

Pesquisa revela comportamento do consumidor na hora da compra

12/08/2009
O Latin Panel divulgou pesquisa encomendada pela ABRE - Associação Brasileira de Embalagem - “Por onde anda o consumidor?”. O resultado revelou que a maioria dos consumidores brasileiros decide a compra pelo quesito preço, o que ajudou o crescimento das vendas de produtos de marca própria, normalmente mais baratos do que os convencionais, uma opção que teve a escolha de 17% dos consumidores brasileiros.


A pesquisa revelou, entretanto, que o preço não é o fator o único fator das escolhas: segundo o estudo, 93% dos consumidores valorizam as empresas que praticam programas de responsabilidade social e 22% afirmaram que optam por produtos que consideram a saúde da família e preservam o meio ambiente.

A pesquisa ainda destaca que 72% dos entrevistados se preocupa com a validade dos produtos e 82% dos entrevistados têm interesse pelas informações contidas nos rótulos.

Fonte: Cosméticos Br

terça-feira, 7 de julho de 2009


Palavras do dono da WAL MART a maior rede de varejo do mundo,
com vendas anuais de 350 Bilhoes de dolares.

Ele sabe o que diz:


Na abertura de um programa de treinamento para seus funcionários esse foi o discurso de Sam Walton, fundador do WAL MART.

"Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.

Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.

Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.

Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.

Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos.

Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama, e aguarda pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.
Enganam-se.

Sabe quem eu sou???

EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!!!

E divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo àquela empresa.

Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me tratar com um pouco de CORTESIA".

"CLIENTES, TEM O PODER DE DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR."

Vendas de orgânicos cresce 28% na Beraca


Uma das maiores fornecedoras de ingredientes naturais e orgânicos para as indústrias farmacêuticas, cosméticas e de fragrâncias nacionais e internacionais, a Beraca registrou crescimento de 28% nos negócios de sua divisão Health & Personal Care – HPC, o que representa uma importante participação no faturamento anual de R$ 84 milhões.

A empresa é a única companhia brasileira a contar com uma fábrica na Amazônia. Inaugurada em 2008, a unidade recebeu US$ 11 milhões em investimentos. “A divisão HPC tem foco em inovação, por isso busca alternativas vegetais naturais, que substituam ingredientes sintéticos presentes na maioria dos produtos de beleza e higiene oferecidos aos consumidores”, destaca Cassiano Braccialli, responsável pelo marketing da companhia. Uma projeção da Organic Monitor aponta que o consumo mundial de produtos orgânicos, que hoje é de 4%, poderá chegar a 10% em 2012.

Fonte: Cosméticos Br

A psicologia do cabelo perfeito. Estudos revelam: para as mulheres os cabelos são fator crucial para a autoconfiança


De que maneira as mulheres se vêem? Sexies, atraentes, inteligentes, bem sucedidas? Sim, entretanto, em primeiro lugar as mulheres querem parecer autoconfiantes. O resultado de um estudo representativo do conhecido Instituto ODC de pesquisa de mercado online, conduzido a partir do interesse da marca ghd de produtos styling para os cabelos revelou: 74% dos entrevistados mulheres declararam que querem parecer ser autoconfiantes. Uma segunda descoberta do estudo revela que para que as mulheres tenham uma imagem de autoconfiança o elemento chave é os cabelos.


O estilo dos cabelos é mais importante que as roupas ou a maquiagem


Para a maioria das entrevistadas o estilo diário de seus cabelos está em primeiro lugar. Para 88% o estilo do cabelo é quase tão importante quanto a roupa perfeita (92%). Entretanto, em caso de dúvida o estilo dos cabelos é ainda mais importante que a moda: uma mulher com pressa, que deve decidir entre o estilo dos cabelos, roupa ou maquiagem, em primeiro lugar a maquiagem será a vítima da falta de tempo. Quando pressionada pelo tempo, cerca de 72% de todas as entrevistadas mulheres simplesmente escolheriam uma "aparência natural " sem maquiagem. Em segundo, o cuidado em escolher roupas é deixado de lado. Quanto mais "descordenada" é a escolha mais a aceitação para pelo menos 19% delas. Entretanto, no que diz respeito aos cabelos as mulheres não estão dispostas a improvisar: apenas 9% sairiam de casa sem um cabelo adequado. A grande maioria - sob nenhuma circunstância – sairia de casa sem arrumar os cabelos.


"A consciência dos cabelos" afeta a condição total


Porque os cabelos são tão importantes para as mulheres? A percepção do próprio cabelo pode ter um efeito na autopercepção. As mulheres realmente pensam que seus cabelos são atraentes e isto afeta seu bem estar total, já que 71% de todas as entrevistadas se sentem atraentes da ponta da cabeça aos pés nos "dias de cabelo bom"; o que significa dias nos quais seus cabelos estão em perfeito estado. Por outro lado mais de 40% declaram que se sentem horríveis nos "dias em que seus cabelos estão péssimos".


O conhecimento sobre o cabelo atraente leva ao sucesso?


Para a autopercepção, o cabelo é crucial e é capaz de melhorar a autoconfiança. Mas, os cabelos bonitos levam ao sucesso também? Sim – disseram 52% de todas as mulheres entrevistadas. A todo momento as mulheres dizem que no passado sua aparência e os seus cabelos contribuíram para realizações pessoais ou sem dúvida abriram algumas portas. Na verdade a situação mais citada na qual o cabelo perfeito desempenha um papel importante é numa entrevista de trabalho. Com 64% e, portanto muito a frente de todas as citações a entrevista de trabalho fica em primeiro e reflete de maneira impressiva o efeito prometido que os próprios cabelos têm para as mulheres. Finalmente quando a mulher consegue o emprego a aparência do cabelo se torna menos importante. Em negócios apenas 36% declararam que um estilo perfeito de cabelo é um must.




Fonte: Cosmeticos Br

terça-feira, 16 de junho de 2009

Que preço aplicar?


Frederico Zornig, criador da Quantiz Pricing Solutions e presidente do capítulo latino-americano da Professional Pricing Society: “..o principal é estipular qual o valor percebido que os seus clientes possuem dos seus serviços ou produtos”.
31/03/2009



1 - Preço baixo aumenta as vendas em tempos de crise?

Não necessariamente. Isto vai depender muito do tipo de produto ou serviço que sua empresa está inserida. Existe um risco associado em abaixar preços. Talvez você consiga um aumento nas vendas no curto prazo, mas pode prejudicar em muito seus preços no longo prazo. A quetão é muito mais de estratégia de sua empresa, avaliando seu posicionamento no longo prazo. Lembre-se que preço baixo raramente fideliza clientes e pode prejudicar toda uma imagem de marca. Mas concordo que, em geral, preço baixo eleva as vendas, mas as questões acima devem ser consideradas antes de qualquer decisão.


2 – A concorrência é um fator determinante na formação de preços?

A concorrência é um dos fatores que deverão ser levados em conta para definir preços. Mas eu não diria que seja o fator determinante. Em minha opinião o principal é estipular qual o valor percebido que os seus clientes possuem dos seus serviços ou produtos. E isso tem que estar muito alinhado com a estratégia de sua empresa, quer dizer, não adianta nada ter uma estratégia de preço justo, com toda uma proposta de valor para atender seu mercado e de uma hora para outra começar a seguir os movimentos de preços de um concorrente que oferece preços mais baixos. Essa é uma estratégia que provavelmente não vai dar certo, pois sua empresa pode não ser a mais preparada para competir em preços baixos. Não acho que tenhamos que ser reféns de um concorrente. Temos que analisar a concorrência, mas seguir a nossa estratégia de preços, alinhada com a proposta de valor oferecida.


3 – Um fornecedor para a indústria tem melhor chance de negociar um bom preço se oferecer mais serviços. No caso de um produto final a empresa fabricante pode oferecer a boa imagem do produto ao seu cliente, o consumidor, na relação custo benefício?

Para mim um serviço adicional tem que ser um diferencial em relação à concorrência. Agora, se o seu serviço é reconhecido como algo diferente e com valor, você tem a obrigação de cobrar mais porque você está entregando mais para seu cliente. Se não cobrar mais por um diferencial, só restará ao seu competidor abaixar os preços para continuar vendendo a mesma quantidade.


4 - Nesse caso os investimentos em marketing e mídia agregam valor à imagem e consequentemente ajudam na formação de preços?

Sem dúvida investimentos em marketing, quando bem executados e atingindo o seu público alvo, vai auxiliar a empresa a ter um preço melhor. Imagem de marca é um diferencial. Vejam os exemplos das marcas de alto-luxo. Esta marcas oferecem valores tangíveis e intangívies para o seu público alvo, que compreende isso e paga um preço premium para ter os seus produtos. Uma estratégia de marketing bem executada com o suporte de políticas de preços inteligentes são uma combinação poderosa para resultados


5 – O que deve visar a política de preços de uma empresa?

Como estratégia, primeiro buscar a transparência para o mercado. Além disso, por ser transparente, tem que ser justa. Na parte técnica, temos que levar em conta questões como segmentação, a estratégia da sua empresa, incentivos corretos para auxiliá-la a vender o que é mais rentável, etc. Por exemplo, trabalhamos com uma cervejaria que tem como estratégia ser uma empresa de bebidas. Criamos uma política comercial que incentivava a venda do mix de produto ao invés de volumes grandes de um item apenas.


6 – Que critérios uma nova empresa deve estabelecer para os preços ao lançar suas linhas de produto no mercado?

Primeiro a viabilidade econômica desse novo produto, avaliando se existe espaço para esse novo produto no mercado. Existindo, temos que determinar qual o preço que esse produto deve ter. A nossa recomendação é que preço deve ser definido desde a concepção do produto. E a partir desse instante começa o processo de desenvolvimento. Mapas de valor, possíveis movimentos da concorrência, rentabilidade esperada, todos são critérios importantes.


7 – E quando um produto é complementar a uma linha?

Nesse caso alguns dos pontos que disse anteriormente se aplicam. Também existe na literatura técnicas especificas para precificar linhas de produto. Por exemplo, a equação de linha de produtos que explora a questão de que valor é percebido de forma exponencial. Ou seja, se você tem uma linha de produtos com 5 itens os de menor valor tem preços mais próximos entre eles do que os de maior valor. Outro fator a ser considerado é a faixa de indiferença de preço que cada segmento de cliente possui e posicionar a linha de produtos adequadamente dentro da faixa de preços aceitável para cada segmento.

No caso de produtos para os cabelos, por exemplo, se eu tenho três marcas semelhantes, elas têm que seguir a mesma curva para cada uma das marcas, mas em relação aos produtos em si ela deve seguir um posicionamento que considere a estratégia de marketing, a política comercial, a concorrência, o quanto o cliente valoriza um xampu, um condicionador ...O valor tem que ser pelo produto.


8 – O que é pricing estratégico e quais são seus pontos principais?

O ponto principal é sua empresa entender de forma superior qual o valor que seus clientes têm do seu produto ou serviço. Este entendimento pode ser adquirido com informação, isto é, pesquisas, análise de vendas, entrevistas com clientes, etc. Definir preço estrategicamente é alinhar a estratégia da empresa com política de preços e ter uma gestão ativa desta política comercial. Também precisamos gerenciar a formação e execução de preços como um processo, eliminando falhas na sua execução. Buscar pequenos incrementos de preços de forma estruturada e precisa, pode significar enormes ganhos na lucratividade da sua empresa.


Fonte: Cosméticos Br

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Bayer começa a produção em larga escala de Baycusan


03/06/2009
A fornecedora de polímeros e plásticos de alto desempenho Bayer MaterialScience LLC abriu uma linha de produção de €2.3m para sua linha Baycusan de dispersões de poliuretano de água (PUD). A nova fábrica, parte da fábrica de PUD em Dormagen Chempark na Alemanha, produzirá as dispersões de poliuretano do Bayer’s Baycusan C, que dizem ser livre de co-solventes e preservativos, tornando-os únicos para o mercado de acordo com a empresa. O processo de produção dispensa co-solventes tais como N-methylpyrrodlidone (NMP) e etanol graças a um processo especial criado pela Bayer.“Este projeto, que completamos em menos de dois anos, é um exemplo formidável de nossa estratégia de inovação,” comentou Dr Joachim Wolff, chefe de revestimentos, adesivos & especialidades (CAS) na Bayer MaterialScience. “Para nos possibilitar entregar mais histórias de sucesso, investiremos em torno de 30% mais em projetos de pesquisa e desenvolvimentos relacionados com clientes este ano do que o fizemos em 2007.”

Produtos desenvolvidos no Brasil impulsionam vendas da L´Oreal

03/06/2009
Se o primeiro trimestre foi difícil para muitos segmentos econômicos no Brasil e, principalmente, no mundo, a L´Oréal não tem do que reclamar. O crescimento do faturamento neste início de ano, diz o presidente da companhia no Brasil, François-Xavier Fenart, foi robusto e os dados de maio indicam uma consolidação desse ritmo.
"Tivemos um crescimento forte no primeiro trimestre, na casa dos dois dígitos, e os números de maio devem confirmar essa expansão", diz o líder da empresa de cosméticos, que em 2009 completa 100 anos de existência e 50 anos de Brasil. Segundo ele, entre as razões para os bons resultados estão os produtos que foram desenvolvidos pela divisão de pesquisas local, criada em meados de 2007 e focada nas necessidades da consumidora brasileira.
Entre os sucessos, está o xampu Elseve reparador total 5, que se propõe a reparar cinco sinais de fragilidade capilar e teve ampla campanha de marketing estrelada pela atriz Grazi Massafera. De acordo com o executivo, nesse segmento há ainda a linha capilar feita à base de geleia real, que está começando a chegar no mercado, e os desodorantes Bi-O. "Esse foi um mercado no qual resolvemos entrar com mais força e estamos tendo um resultado muito positivo", diz Fenart.
O Brasil, como maior mercado da América Latina para a companhia, tem dado alegrias à L´Oréal. No primeiro trimestre, o faturamento latino-americano teve uma expansão de 9,7% enquanto a média global registrou uma retração de 4,3%, comportamento que tem sido verificado também em outros grupos empresariais, por conta do maior impacto da crise nas economias mais desenvolvidas.
Para o presidente da operação brasileira, apesar das turbulências, 2009 tem muito potencial para se tornar um ano bastante positivo para a L´Oréal no Brasil. No ano passado, diz Fenart, a empresa ampliou sua participação no mercado e colocou nas prateleiras os primeiros produtos desenvolvidos pela divisão de pesquisa científica local.
Segundo Fenart, a companhia lidera o segmento de dermocosméticos (que têm concentração de princípio ativo maior que a dos cosméticos comuns) com as linhas La Roche Posay e Vichy, e tem posição destacada também nos segmentos de produtos de uso profissional e de luxo, em que estão os importados, como as marcas Lâncome e Biotherm.
Na divisão chamada de grande público, em que estão os produtos de varejo, ele diz que a empresa é a segunda do mercado, mas com "grandes ambições" de ter crescimento forte, acima da média do mercado. É justamente nesse segmento que estão os produtos feitos a partir da pesquisa local. Segundo ele, nas quatro marcas do segmento - L´Oréal, Garnier, Maybelline e Colorama - há expectativas positivas.
Fenart diz que como a grade de produtos da empresa é muito diversificada, a cada momento do mercado pode-se focar mais num determinado nicho. Em momentos de crise econômica, por exemplo, há os produtos de menor custo, como os xampus que custam em torno de R$ 4,70.
Para Fenart, além dos itens mais voltados para o varejo, outra linha que deve continuar se destacando é a de dermocosméticos. "Essa é uma linha que começou no Brasil há seis ou sete anos e se consolidou muito rapidamente", disse o executivo. Nos produtos da marca La Roche Posay, por exemplo, o Brasil já é o segundo país do mundo em vendas e perde só para a França. "Outra marca recente que fez um enorme sucesso nesse segmento é o Inneov", diz Fenart.
Segundo ele, já há planos de trazer outros produtos da marca além das pílulas com o chamado 'concentrado da beleza'.



Fonte: Valor Econômico - Empresas & Tecnologia - 02.06.09

Dow Corning anuncia a criação do maior portal online do setor de silicones


A Dow Corning anuncia a criação do maior portal online do mundo para a compra de produtos à base de silicone. A marca Xiameter, um modelo de negócios da Dow Corning para a venda online de produtos de silicone standard a preços de mercado, foi expandida significativamente: agora todos os produtos de silicone standard fabricados pela empresa estão disponíveis com a marca Xiameter. “Agora, mais do que nunca, nossos clientes afirmam querer fornecedores que possam ajudá-los a melhorar a eficiência. Nós levantamos as necessidades dos clientes e estamos usando nossa bem-sucedida marca e modelo de negócios na internet, para facilitar o acesso a nossos materiais e lhes oferecer mais eficiência e conveniência”, afirma o presidente e CEO da Dow Corning, Stephanie A. Burns. A Dow Corning também informa que, pela primeira vez, os clientes poderão comprar produtos da marca Xiameter por meio de seus distribuidores, que oferecerão mais opções de pedido e a conveniência do atendimento local. “Esta é uma transformação profunda nos negócios da Dow Corning; estamos nos concentrando ainda mais em inovação para criar uma vantagem competitiva para nossos clientes, além de benefício econômico, ambiental e social”, acrescenta Burns. Lançado em 2002, o modelo de negócios Xiameter oferece aos clientes desde compostos e bases de borracha, a fluidos e emulsões de dimetil, selantes e silanos. Com a mudança, o Xiameter passa a oferecer aproximadamente 2.100 produtos. Para saber mais acesse: www.xiameter.com

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dia quente na FCE 2009

O stand da Dinaco/Lubrizol superou todas as expectativas e teve um movimento intenso durante todo o segundo dia de FCE 2009. Recebemos visitas de inúmeros clientes que vieram conferir as novidades e vários clientes em potencial de várias partes do país. Com um stand moderno e focando em produtos orgânicos e verdes temos mostrado alternativas ao mercado de produtos com preços competitivos e totalmente em linha com as preocupações com meio ambiente e sustentabilidade.

Tendências do mercado de cosméticos

A Dinaco na FCE 2009 vem apresentar 10 tendências do mercado de cosmético e formulações exclusivas usando produtos que a Dinaco representa que exemplificam essa tendência. Tem sido um sucesso muito grande entre os visitantes do nosso stand e o pessoal do Centro de Inovação tem incansavelmente explicado e demonstrado cada uma das novidades.








Stand da Dinaco na FCE 2009

No primeiro dia da FCE 2009, o stand da Dinaco ficou bastante movimentado e bem acima da média dos anos anteriores. Desdea a abertura da feira até o final inúmeros clientes, parceiros, fornecedores e amigos vieram conhecer as novidades.


A FCE deste ano vem reforçar a parceria de mais de 60 anos com a Lubrizol Noveon e celebrar recentes representações da Dinaco, como a Schuelke, Setalg e Cabot.

terça-feira, 26 de maio de 2009

FCE 2009

Começa hoje em São Paulo. a FCE, a maior feira de cosméticos da América Latina. Mais uma vez a Dinaco está presente na feira com um stand em parceria com a Lubrizol. Será um quarteirão inteiro de Dinaco/Lubrizol. Nosso tema principal será a Linha Verde. Divulgaremos os produtos vendidos pela Dinaco que são naturais e/ou possuem o selo atestando que são orgânicos. O objetivo é mostrar a preocupação da empresa com o meio ambiente e com a sociedade. O Centro de Inovação (departamento chave desse evento) está preparando tendências diversificadas para apresentar ao público. Muitas surpresas e diversos produtos estão sendo preparados.
Vale à pena conferir: Stand 340

Aproveitando a feira a Dinaco lança também seu novo site http://www.dinaco-sa.com.br redesenhado para dar maior usabilidade e comodidade aos nossos clientes.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Brasileiro é o que mais gasta com cosmético

Os brasileiros são os que mais gastam com cosméticos, se comparados com consumidores de outros países da América do Sul. Enquanto no Brasil a despesa média anual com tais produtos é de US$ 116,20 por pessoa, no Chile o consumo per capita fica em US$ 96,50 e, na Argentina, US$ 74,90.

É o que diz o estudo da empresa de consultoria Euromonitor e do jornal chileno Estrategia. O Brasil é também o país que mais gasta com remédios sem receita: US$ 27,20 por pessoa a cada ano.

-Fonte: Jornal Destak

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Novelprint introduz rótulo para decorar bisnagas plásticas

A Novelprint está introduzindo no mercado rótulos autoadesivos para a decoração de bisnagas plásticas de vários setores em que atua, em especial a indústria cosmética.

As vantagens, de acordo com a empresa, são: flexibilidade maior na produção dos produtos, já que um único modelo de bisnaga pode ser decorado com diferentes versões de rótulos. “Consequentemente há uma economia na produção, menos itens de estoque e produção de bisnagas rotuladas just-in-time, permitindo prazos menores e assim, maior flexibilidade para o atendimento ao mercado.

“Os fabricantes estão mais acostumados com as embalagens impressas em rotogravura, silk screen ou off-set. A migração para o rótulo é uma questão de tempo”, acredita Osvaldo Belintani, superintendente técnico da Novelprint.

As características técnicas e de acabamento gráfico também são vantajosas: “O material se adapta com facilidade, é resistente ao manuseio e permite o uso de recursos de impressão mais elaborados, como o hot stamping, cromias e degradés”, aponta Belintani.

Fornecidos em bobinas, os rótulos da Novelprint podem ser impressos em até dez cores, com diversas tecnologias de impressão e acabamentos. Além dos autoadesivos, a empresa oferece uma solução completa para rotulagem de bisnagas, como o sistema de aplicação automático e a assistência técnica permanente.

Avon entra no segmento de coloração permanente a partir do Brasil

Em tempos de crise financeira mundial a gigante americana Avon tem na sua subsidiária brasileira um braço forte e estratégico para lançar sua primeira marca de coloração – Advance Techniques Coloração Creme Permanente.

Atenta as oportunidades de um mercado que movimentou 1,2 bilhão de reais em 2008, segundo dados da Abihpec – Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos –, a Avon desenvolveu um Centro de Excelência em coloração no país para servir de base para o lançamento dos produtos da nova marca em outros países da América Latina, também grandes consumidores de coloração e de modo geral também pouco afetados pela crise.

O lançamento marca a entrada da Avon no segmento de coloração permanente e reforça a continuidade da estratégia da marca. “Nosso objetivo é atrair novas consumidoras e também aumentar as oportunidades de lucro para as mais de um milhão de Revendedoras autônomas da nossa marca, em todo o Brasil”, destaca Luis Felipe Miranda, presidente da Avon no País.

De acordo com ele a nova marca de coloração, primeira em venda direta, deverá ser lançada ao longo de 2009/2010 na América Latina, mas ainda não tem data prevista para o lançamento em outras regiões do mundo. “Estes mercados serão mercados teste decisivos para a marca”, disse Luis Felipe Miranda ao cosméticos br.

Pesquisas apontaram que as mulheres brasileiras além de colorir os cabelos, tendem a realizar os procedimentos de coloração em casa. Por isso a nova marca de coloração - a primeira em venda direta - é destinada principalmente a este público. “O mercado de coloração tem alta penetração no Brasil – de acordo com as pesquisas, a cada 10 mulheres, 8 colorem os cabelos e, dessas, mais da metade, 52%, fazem isso em casa”, conta Elisabete Rodrigues, gerente da categoria de Cuidados dos Cabelos e Pessoais, da Avon no Brasil. Os dados são de pesquisa quantitativa do Instituto Ipsos, com 999 mulheres de 15 a 64 anos, nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Ribeirão Preto. “Esse dado só destaca o potencial do mercado. A Avon entra no segmento de coloração permanente (86% do mercado de coloração) oferecendo às mulheres um produto com alta tecnologia, para que elas tenham em casa, a mesma qualidade oferecida em um salão de beleza”, destaca Elisabete.

Advance Techniques conta com o sistema de tratamento Salon Dual Care, antes, durante e depois da coloração dos cabelos. O tratamento protetor pré-coloração foi desenvolvido para impermeabilizar o fio, evitar o ressecamento e garantir a distribuição uniforme da cor. Foram utilizados micropigmentos cristalizados especiais na coloração para permitir que a cor penetre mais profundamente nos fios, proporcione cor intensa, duradoura e com cobertura de fios brancos. Para manter os cabelos brilhantes, macios e com a cor viva por mais tempo, a fórmula do tratamento pós-coloração inclui o complexo Hidra-Karité, formado por polímeros condicionadores e manteiga de karité. O produto possui ainda Filtro UV. A fórmula é cremosa, não escorre e a remoção do produto é fácil.

Cientistas da Avon América Latina conduziram testes em 720 consumidoras de vários países da América Latina, após análises toxicológicas, microbiológicas e testes clínicos. Foram empreendidas também avaliações por profissionais especializados, em salões de beleza da Argentina, Brasil, México, Venezuela e Colômbia e o teste de auto-aplicação foi feito pelas consumidoras voluntárias. Em todos eles a coloração recebeu aprovação em quesitos como padrão, fidelidade das cores e a efetividade do pré, durante e pós-tratamentos após 15, 30 e 45 dias.

São 28 tonalidades, que variam entre os loiros, castanhos, vermelhos e escuros. A atriz Ana Paula Arósio e o cabeleireiro Marco Antonio de Biaggi vão estrelar a campanha de lançamento da nova marca que contará com anúncios em todas as revistas femininas, merchandising e filme em TV, produzido para toda América Latina. O filme mostra um verdadeiro salão de beleza, com tudo que as mulheres mais gostam, dentro da residência da personagem, o que reforça a proposta do lançamento da Avon: proporcionar as consumidoras os benefícios e resultados dos salões de beleza, em casa.

A atriz também vai figurar, a partir de Junho, nos folhetos da Avon promovendo a nova marca de coloração, que terá preço intermediário de R$ 15,99, e, durante o lançamento o preço promocional de R$12,99. Além disso, um hotsite - www.coloracaoavon.com.br - foi especialmente desenvolvido para esclarecer detalhes sobre o produto e simular a troca de cor dos cabelos dos consumidores.

-Fonte: CosmeticosBR

IPI menor garante vendas da Rhodia

São Paulo, 5 de Maio de 2009 - Com 13% de seu faturamento no Brasil proveniente do segmento de plásticos de engenharia, no qual o grande foco é a indústria automobilística, a Rhodia afirma que desde novembro vem sofrendo com a desaceleração do setor. O presidente da companhia, Marcos Demarchi, porém, afirma que o movimento do primeiro trimestre empatou com o resultado dos últimos três meses de 2008. "Mas enquanto no ano passado tivemos uma queda, neste ano estamos em recuperação, o que no final dá um empate", afirma.

A Rhodia tem uma capacidade de produção de 50 mil toneladas de produtos nesta área por ano, e 11% disso para exportação. O restante fica no mercado brasileiro. Ao todo, a capacidade de produção de poliamidas da companhia chega a 90 mil toneladas/ano. "Projeções agora só de quinze em quinze dias, porque é difícil fazer qualquer estimativa de longo prazo", afirma o diretor da Rhodia Plásticos de Engenharia e Polímeros América Latina, Francisco Weffort.Segundo os executivos, a redução de IPI deu um suporte para manter as vendas no primeiro trimestre e deve permanecer no segundo. O efeito ainda não é sentido nos pedidos do segmento de linha branca.

"No ano passado, chegamos a 105% de nossa capacidade e a partir da crise ficamos em 80%, e devemos continuar nesse patamar nos próximos dois meses", diz Demarchi. Enquanto isso, em regiões como América do Norte e Europa a capacidade não sai de 60%."Brasil e Ásia, certamente, estão saindo da crise um pouco antes de Europa e Estados Unidos. Se isso será sustentável ainda não sabemos".Algumas áreas da Rhodia não foram tão afetadas como têxtil, acetato para filtros de cigarros e produtos químicos voltados para cuidados pessoais.

Do total do faturamento de ? 4,8 bilhões da Rhodia em todo o mundo, o Brasil responde hoje por US$ 1,2 bilhão (precisa converter tudo para a mesma moeda viu). Hoje deste total, a subsidiária local exporta cerca de 30%.O foco do trabalho de plásticos de engenharia, que estão sendo mostrados durante a 12ª Brasilplast, feira do setor de plásticos, em São Paulo, são os produtos que podem tornar os carros cada vez mais leves. "Nosso objetivo é substituir o metal, reduzindo assim o peso e, consequentemente, o consumo de combustível e a emissão de poluentes", afirma Weffort.

Um dos exemplos disso é o novo bico de injeção eletrônica de combustível, o Technyl A 118 V33 LP. Substituindo o aço no revestimento exterior, o produto reduziu em 30% o peso dessa peça, permitindo ganhos ambientais, reduzindo em 18% a emissão de hidrocarbonetos. A Brasilplast, quinta maior feira do setor no mundo, é considerada a grande vitrine da indústria brasileira do plástico, uma vez que 20% do movimento da indústria no ano está relacionado ao evento. Cerca de 75% dela apresenta novidades do setor de máquinas, um dos mais afetados pela falta de crédito. Mas, segundo Wilson Carnevalli, da Abimaq, a queda "não foi tão grande quanto se esperava".

(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 5)(Anna Lucia França)

Pacote habitacional dá fôlego a construtoras

SÃO PAULO, 13 de maio de 2009 – A construtora Tenda, que atua no segmento popular, encerrou o primeiro trimestre deste ano com uma queda de 37,1% em seu lucro líquido, que chegou a R$ 11,04 milhões. Controlada pela Gafisa desde setembro do ano passado, a empresa está tentando se livrar de despesas administrativas muito pesadas, afirma o diretor de relações com investidores Paulo Mazzali. Com foco no segmento popular, a Tenda criou novo ânimo desde o lançamento, no mês passado, do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.

“Crescemos muito ao longo de 2008 e agora temos dois caminhos a serem seguidos: aumentar a linha de receita e elevar a eficiência na estrutura de vendas”, diz.

As despesas comerciais subiram 25,1%, de R$ 18,8 milhões no primeiro trimestre de 2008 para R$ 23,5 milhões no mesmo período deste ano. As despesas comerciais representaram 9,3% do volume de vendas contratadas do período contra 7,7% de janeiro a março de 2008. “Deixamos a casa relativamente arrumada no começo do ano, mas vamos buscar mais eficiência”, diz Mazzali.
A Tenda, contando com a continuidade na instabilidade econômica no primeiro trimestre, decidiu priorizar a venda de unidades em estoque. Começou o ano com um estoque de R$ 1,1 bilhão e de janeiro a março comercializou R$ 252 milhões. “Lançamento não é o foco agora; deve voltar a ser feito no segundo semestre.”

Para a Tenda, o pacote do governo – que prevê investimentos de mais de R$ 30 bilhões na construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda entre um e 10 salários mínimos – fez ressurgir a demanda. Hoje com produtos para famílias com renda entre três e 10 salários, a empresa quer entrar no segmento de um a três.

Eztec
A Eztec, focada nas classes média, média alta e setor corporativo, começa a sentir benefícios do programa do governo. “Independentemente de lançamentos, com o programa 74% a mais do nosso estoque passou a se encaixar nos novos limites do SFH e do FGTS”, diz o diretor financeiro e de relações com investidores, Emílio Fugazza.

A companhia, que reduziu o ritmo de lançamentos já em março de ano passado, encerrou o primeiro trimestre deste ano com um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de R$ 36,3 milhões, alta de 148,8%. A margem Ebitda subiu 11,1 pontos percentuais para 34,8%. “Passamos a lançar somente o que tinha uma demanda formada (pelo menos 50%)”, afirma Fugazza.

No primeiro trimestre a empresa reduziu em 50,5% os lançamentos, que chegaram a R$ 54,4 milhões. No período lançou um empreendimento comercial que com valor potencial de vendas próprio de R$ 54,4 milhões teve 80% das unidades vendidas na semana de lançamento. Hoje, a Eztec tem 19 empreendimentos em construção e um lançamento programado para sexta-feira. Com valor potencial de R$ 235,4 milhões, será o maior projeto já lançado pela Eztec. No período, a receita líquida da Eztec cresceu 69,4 % para R$ 104,5 milhões e o lucro líquido 71,5% para R$ 39,4 milhões.

(Valéria Serpa Leite – Gazeta Mercantil)

Quadrimestre sinaliza ano de vendas estáveis no setor automobilístico

São Paulo, 5 de Maio de 2009 - Com o emplacamento de 902.688 veículos (incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) a indústria automobilística garantiu no quadrimestre o segundo melhor resul-tado de vendas de todos os tempos.

A diferença para 2008 (909.195 unidades) - o melhor ano do setor automotivo - é de 6.507 unidades, o que representa uma redução de apenas 0,72%. Anualizadas, as vendas de maio de 2008 a abril de 2009 somam 2,813 milhões de veículosEm abril, com apenas 19 dias úteis, as vendas superaram as estimativas, ao fechar com 234.426 veículos. O total de veículos vendidos no dia 29 (15.391 unidades) e no dia 30 (17.317 unidades) foram muito acima da média diária, que registra 11 mil unidades.Outro fator positivo é a quantidade de veículos que ficaram estocados nas fábricas e nas concessionárias - 160 mil unidade.

Março fechou com 165 mil veículos no estoque. "Com a explosão nas vendas em março, por causa da expectativa de manter o corte no IPI, não se espera que as vendas superassem 200 mil unidades em abril", comentou analista do mercado.

"Se não fossem os feriados, o resultado seria igual a março, que vendeu 271 mil unidades"."Com a ajuda do IPI, que garantiu redução nos preços, promoções das montadoras e a redução nas taxas de juros, a indústria automobilística está conseguindo enfrentar a turbulência da crise mundial, com vendas estáveis no mercado nacional", afirmou Wilson Rocha, diretor de vendas e engenharia da TRW Automotive.Mercado de caminhõesNo mercado de caminhões, as vendas totalizaram 8.224 unidades em abril, volume 3% menor em relação a março (8.480), segundo dados preliminares do mercado.Mesmo com um volume menor em relação a março o emplacamento de abril foi o segundo melhor da história para o setor de caminhões .

Em relação a 2008 o volume ficou 23% abaixo, porém apresentou ganho de 11% sobre 2007.A Mercedes-Benz emplacou 2.300 caminhões e ficou com 28% de participação. A Volkswagen vendeu 2.298 caminhões e sua fatia foi de 27,9%. A Ford licenciou 1.581 unidades e ficou com 19,2%. A Iveco vendeu 471 unidades e 5,7% do mercado. A Scania 728 unidades e 8,8%.InadimplênciaSegundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), de janeiro a março 53% das vendas de caminhões ocorreram por meio de Finame, 21% por leasing, 12% por CDC, e 3% por meio de consórcio.

Já as vendas de automóveis nos três primeiros meses do ano 59% foram a prazo. A inadimplência geral acima de 90 dias em março permaneceu em alta, chegando a 5,1% Em fevereiro, estava em 4,8%.

(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 8)(Sonia Moraes)

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Surya Brasil lança Gel Antisséptico para as mãos

O único no Brasil com certificação orgânica Ecocert, produto que permite higienizar mãos em qualquer lugar, de maneira rápida e prática , com formulação rica em ingredientes naturais, contém Aloe Vera, Açaí, Juá e álcool orgânico de cereais, e possui Gel com certificação Ecocert, não contém ingredientes agressivos e não foi testado em animais (cruelty free).

Com rotinas atribuladas e dia-a-dia cada vez mais corrido, precisamos de praticidade para a limpeza das mãos, seja quando estamos fora de casa, no transporte, num restaurante, cuidando das crianças ou realizando outras atividades.

Atenta a essa necessidade de higiene e sintonizada com o crescimento do consumo de produtos orgânicos, a Surya Brasil lança o Gel Antisséptico para as Mãos, com formulação natural e certificação orgânica, que elimina 99,99% dos germes de forma rápida e prática.

Além do benefício de acabar com os germes a qualquer hora e lugar, sem a necessidade de água, o Gel Antisséptico para as Mãos deixa as mãos macias, tem fragrância suave e refrescante de menta e lavanda e não deixa sensação de oleosidade.

Sua formulação, à base de álcool orgânico de cereais, contém Aloe Vera, com alto poder de nutrição, hidratação e emoliência; Açaí, conhecido por suas propriedades hidratantes e antioxidantes; e Juá, que proporciona agradável sensação de limpeza e refrescância. O Gel Antisséptico é dermatologicamente testado, sem química agressiva e não é testado em animais (cruelty free).

Gel Antisséptico para as Mãos possui certificação da Ecocert, uma das mais importantes certificadoras de cosméticos ecológicos e orgânicos no mundo, que verifica, através de critérios rigorosos, a fabricação de produtos com respeito pela natureza em todo o processo de produção. O produto não contém parabenos, derivados de petroquímicos, óleo mineral, fragrância sintética ou corantes artificiais.

O novo gel antisséptico da Surya Brasil será vendido em perfumarias, drogarias e farmácias, em duas versões de embalagens: uma prática bisnaga de 60 ml, ideal para levar na bolsa, e embalagem de 200 ml, para deixar em casa ou no trabalho.

Surya Brasil: Criada em 1995, pela sua presidente Clélia Cecília Angelon, a Surya Brasil (www.suryabrasil.com) começou suas atividades na produção de cosméticos naturais e orgânicos, segmento no qual é uma das pioneiras no país. Hoje, a empresa vem ampliando seus segmentos de atuação, com foco maior em bem-estar, e diversificando a linha de produtos, sempre baseando sua filosofia de atuação no trinômio Natureza, Tecnologia e Ayurveda.

Utilizar as riquezas naturais de modo sustentável, selecionar ingredientes não agressivos à saúde e ao meio ambiente, desenvolver ações que beneficiem a sociedade e incentivar o consumo consciente fazem parte da missão da empresa.

Além da sede, em São Paulo, a empresa possui escritórios nos EUA e na Índia e exporta também para Espanha, Portugal, Arábia Saudita, Canadá, Chile, Inglaterra, França, Grécia, Itália, Japão, México, Taiwan, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Suriname, Austrália e Hong Kong, marcando presença num total de 21 países.

A Surya é líder do mercado de henna no Brasil, e no segmento de colorações à base de henna é a primeira opção do consumidor. A empresa fabrica coloração, na versão Pó e Creme, linha de tratamento capilar, como a Fixação da Cor, além das linhas Frutos da Natureza, Surya Orgânica de Frutas, Amazônia Preciosa, Surya Tattoo (tatuagem temporária) e a linha de tratamento de cabelos e coloração para uso profissional.

A empresa mantém o programa Surya Solidária, que desenvolve projetos de sustentabilidade, defesa e proteção dos animais e de seus direitos, preservação do meio ambiente, desenvolvimento da auto-estima da população, capacitação e geração de renda.

Fonte: Portal Fator Brasil

INDÚSTRIA: Queda de 4,4% da produção confirma recessão

A produção industrial nacional caiu 4,4% no primeiro trimestre, na comparação com igual período de 2008, por causa da queda de 26% nas exportações da indústria de transformação. Os setores de veículos, madeira, petróleo e couro e calçados são os mais prejudicados pela retração das vendas externas. Os dados são do estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Radar: Produção, Tecnologia e Comércio Exterior, divulgado ontem.

Os técnicos do Ipea prevêem que a redução do PIB da indústria deve levar a uma retração do PIB do país neste primeiro trimestre. Por isso, o Ipea já confirma uma recessão "técnica" do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, mesmo sem precisar de quanto seria a queda, já que também houve redução do PIB no último trimestre do ano passado. O resultado é reflexo dos efeitos da crise econômica mundial que derrubou a demanda externa e, consequentemente, as exportações brasileiras.

A perda da produção industrial poderá ser menor este ano se for confirmada a previsão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) de redução das vendas externas de 20% para US$ 160 bilhões este ano, ao invés dos 26% previstos pelo instituto, estimou a coordenadora de Política Industrial do instituto, Fernanda De Negri.

O instituto trabalha com perspectiva de crescimento para o PIB em 2009. O diretor de Estudos Setoriais do Ipea, Márcio Wohlers de Almeida, assegura que a economia nacional terá crescimento entre zero e 1%, apesar de o Fundo Monetário Internacional (FMI) prever queda de 1,3% para o PIB do Brasil. As expectativas do instituto, ligado ao Ministério do Planejamento, são menos otimistas do que a do governo que mantém a previsão de aumento de 2%. Na opinião de Almeida, a previsão do FMI é muito pessimista porque as estimativas do organismo "são muito voláteis" e são alteradas a cada semana.

Almeida afirmou que a economia brasileira começa a mostrar sinais de reaquecimento por causa das medidas anticíclicas adotadas pelo governo. Almeida acrescentou que os dados previstos para a economia brasileira "não são tão alarmante" se comparados com as previsões para o Japão e Coréia, que devem reduzir o PIB em 6% e 4%, respectivamente.

A assessora econômica do Mdic, Joana Mostafa, acredita que o mercado interno poderá absorver a oferta de produtos que seria destinada este ano ao mercado externo. E assim, evitar uma queda de 4,5% da produção industrial este ano. Joana disse também que o País está mais "armado" para o enfrentar a crise do que os parceiros da América Latina, graças aos investimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos empréstimos concedidos ao setor produtivo pelo Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES).

Já o economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca, avaliou que a falta de crédito é um dos principais problemas enfrentados pelo setor exportador, principalmente para as médias e pequenas empresas. Ele lembrou que a crise começou a interferir nos resultados das grandes empresas diante da falta de crédito internacional e pela falta de confiança nos mercados. "Depois que a crise começou a prejudicar as empresas de menor porte", disse o economista.

No boletim, os técnicos do Ipea sublinham que a redução das vendas externas tem tido impactos significativos na produção doméstica, que se agrava com a restrição ao crédito ao setor produtivo. "Mesmo com a desvalorização do real, as expectativas para 2009 não são boas", descrevem. Os técnicos do Ipea sugerem ao governo a manutenção da política de incentivos econômicos para aquecer o mercado interno. Pois a redução da taxa Selic provavelmente surtirá efeito nos investimentos apenas em 2010.

Dentre os 22 setores analisados entre janeiro e março, os mais prejudicados são os que possuem forte correlação com o comércio exterior. O primeiro da lista é o de veículos para o qual o estudo do Ipea mostra queda de 51% nas exportações no primeiro trimestre e recuo de 7,7% sobre igual trimestre do ano passado. Logo em seguida vem o de madeira, que apresenta retração de 48% nas exportações entre janeiro e março e recuo de 16,6% na produção industrial do setor, na comparação com o primeiro trimestre de 2008. O segmento de petróleo e combustíveis ocupa o terceiro lugar da lista ao registrar perda de 41% nos embarques externos e de decréscimo de 9,9% na produção. Depois vem couro e calçados com declínio de 40% nas vendas externas e de 14,3% na produção.

Fonte:Gazeta Mercantil

Setor de tintas e vernizes registra consumo recorde

O setor de tintas e vernizes registraram crescimento de 7% no consumo em 2008 na comparação com o ano de 2007. Este incremento corresponde a um consumo total recorde de 376,2 milhões de galões ou mais de 1,35 bilhão de litros, contra 351,5 milhões e quase 1,3 bilhão de litros, respectivamente, consumidos em 2007. O índice de crescimento também é significativo no que se refere ao faturamento do setor, que aumentou 21%, especialmente estimulado pela desvalorização do dólar frente ao real, chegando a US$ 3,34 bilhões. Os dados são do Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp).

Os resultados confirmaram as expectativas e demonstram o potencial de um setor presente em todas as áreas industriais e no cotidiano das pessoas. Não se desprezam os efeitos da crise mundial, porém a manutenção das atividades industriais na maior parte do ano e a menor vulnerabilidade da economia brasileira contribuíram para o desenvolvimento do setor.

O aquecimento dos negócios ocorreu ainda no mercado internacional. As exportações no período atingiram um faturamento de US$ 167,4 milhões, contra US$ 141,8 milhões alcançados em 2007, o que representa uma elevação de 18% no total das transações. Em volume, as vendas externas totalizaram 61.443 toneladas, 6,38% a mais do que no ano anterior.

No que se refere às importações, os números também apresentaram elevação. Foram apurados negócios na ordem de US$ 230,3 milhões ante US$ 165,5 milhões de 2007, um crescimento de 39,1%. No período foram importadas 40.960 toneladas, 21% a mais do que as 33.957 toneladas adquiridas no ano anterior.

As transações realizadas com os países do Mercosul cresceram 21% em comparação a 2007. Foram exportados US$ 73,4 milhões e importados US$ 13,1 milhões.

Segundo a Sitivesp, com a crise mundial que tem afetado segmentos econômicos, as previsões de desenvolvimento nacional tiveram de ser revistas. Ainda assim, a expectativa é de que o desempenho do setor de tintas e vernizes supere o crescimento do país que, neste ano, deve ficar pouco acima de zero. "Nosso segmento acompanha a evolução da economia em geral, crescendo, no mínimo, nos mesmos patamares de desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB)", explica o assessor do Sitivesp, Airton Aparecido Sicolin.

Segundo ele, as novas medidas voltadas ao segmento de habitação - como o programa Minha Casa, Minha Vida - anunciadas pelo Governo Federal, que poderão proporcionar um novo ânimo ao setor da construção, responsável por 65% das vendas de tintas e vernizes. O setor imobiliário deve manter as obras contratadas nos últimos 18 meses em média, que agora entram em fase de acabamento.

Fonte: Monitor Mercantil

Lucro da Natura cresce 76% no 1o Tri

A Natura apurou lucro líquido de R$ 138,8 milhões no primeiro
trimestre deste ano, montante que equivale a uma expansão de 76,6% sobre o total
auferido de janeiro a março de 2008, de R$ 78,6 milhões.

Na mesma comparação, a receita líquida de vendas da empresa de cosméticos
aumentou 26,5%, para R$ 844,7 milhões. O resultado da empresa medido pelo Ebitda
(lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 183,9
milhões no primeiro trimestre, com avanço de 38,0% sobre igual intervalo do ano
passado. A margem Ebitda, que mede a relação entre o Ebitda e a receita líquida,
ficou em 21,8%, ante 20,0% registrado um ano antes.

Os números incluem as operações no Brasil e também no exterior. Considerando
apenas a atuação no Brasil, a receita líquida da Natura aumentou 24,4% no
trimestre, para R$ 783,4 milhões. O lucro líquido das operações domésticas
aumentou 73,5%, para R$ 166,5 milhões.

Em comunicado, a Natura destaca o histórico de resiliência do setor de higiene
pessoal, perfumaria e cosméticos em momentos de crise, além do seu modelo de
negócio baseado em venda direta não dependente de crédito.

Fonte:Valor Online

Kiva Cosméticos leva para fora do país sua linha de clareadores naturais para peles morenas e negras

Os clareadores de pele, nicho pouco atendido pelo mercado brasileiro de cosméticos, mais afeito a atender a demanda por bronzeadores ou protetores solares, já que os brasileiros adoram tomar sol, ganhou uma marca específica: Kiva Cosméticos. Após 2 anos e meio de estudos e investimentos a marca, sediada em Campinas (SP), colocou no varejo, em outubro de 2008, uma linha completa de produtos clareadores para peles morenas e negras que agora chega ao mercado internacional.

A idéia da linha surgiu a partir da sugestão de um grupo de distribuidores europeus em 2005, ao advogado especializado em joint-ventures, fusões e incorporações Paulo Souza Ramos que levou a idéia adiante. Em parceria com o laboratório Casa Siena, desenvolveu uma linha de produtos clareadores à base de biotecnologia, com ativos da Amazônia, condição favorável às exportações.

A escolha do nicho clareadores de pele deveu-se, a princípio, pelo fato de que peles morenas e negras, normalmente mais espessas, resistentes e elásticas do que as peles brancas são mais suscetíveis ao aparecimento de manchas e áreas esbranquiçadas, propensas a formação de quelóides em cicatrizes.

O empresário também se apoiou no fato de que existe uma tendência de crescimento no segmento de produtos étnicos no Brasil e de que o mercado brasileiro direcionado para este setor já provou ter potencial, segundo dados da Associação Brasileira de Indústria, Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos – Abihpec. Além disso, de acordo com levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em 2008, a população negra foi maioria no Brasil, o que atestou a escolha da Kiva.

A escolha da marca por produtos naturais e com ativos da Amazônia, que não incluíssem ácidos ou hydroquinona, partiu da sugestão dos distribuidores e Paulo, que buscava ainda resultados superiores aos produtos convencionais, encontrou, na biotecnologia, juntamente com o laboratório Casa Siena, uma formula que inclui entre outros ativos, Folha de Uva e de Cassis e Flor de Maracujá, que contêm taninos com propriedades adstringentes, para proteger o sistema de elasticidade da pele; Extrato de Licorice, um clareador com ação antioxidante e adstringente; Arbutin, um glicosídeo encontrado na Uva Ursi, que é um potente clareador; Manteiga de Cupuaçu e Óleo de Buriti e de Açaí, além de Aloe Barbadensisum adstringente que regula a função hidro-lipídica da pele.

A Linha Afro é composta por clareadores de pele (rosto e corpo), gel para os seios, loção hidratante facial, creme de massagem corporal e loção hidratante corporal, com fragrância “natureza”. Mas a Kiva Cosméticos cuja proposta é “despertar o belo que existe em você”, também já tem desenvolvida uma linha de clareadores para Todos os Tipos de Pele que será lançada ao longo de 2009. O primeiro deles é um Protetor Solar FPS 33 com hidratante (Veja em Vitrine), para todos os tipos de pele.

Por enquanto a empresa não vai entrar no segmento de perfumaria “preferimos consolidar a marca nos próximos cinco anos, depois desse período vamos buscar outras inovações em outros segmentos de mercado”, declara Paulo Souza Ramos.

A empresa optou pela distribuição em drogarias e lojas de cosméticos. “Esses segmentos permitem uma divulgação qualificada dos produtos e a manutenção do padrão de qualidade que estabelecemos, inclusive de efeito mercadológico”, explica Paulo, que já começou a exportar produtos clareadores para a Europa, França e Portugal. No Continente Africano também já exporta para Benin, Togo, Mali, Congo Brasevile e África Central. Um último contrato de exportação está sendo firmado com a Costa do Marfim, para distribuir os produtos da marca para outros países africanos. “A África é um mercado em franca expansão”, acredita o diretor da Kiva Cosméticos. A empresa também está em negociações com distribuidores da Índia e Dubai.

Numa segunda fase a Ásia, onde a população cultua a pele alva, está nos planos da empresa, mas tudo a seu tempo: “O mercado asiático é imenso na área de cosméticos, principalmente clareadores. Mas nossa maior preocupação é a de não perder a qualidade em momento algum de nossa caminhada e o fator produção é determinante”, pondera.

Fonte: CosmeticosBR

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Risqué lança Spray Secante com Óleo de Orquídea e Omega 6


Risqué (Hypermarcas) acaba de lançar um Spray Secante cuja fórmula combina os benefícios do Óleo de Orquídea, conhecido por suas propriedades reparadoras e com o Ômega 6, que auxilia na hidratação da cutícula e oferece a sensação de maciez da pele.


A formulação garante a secagem instantânea das unhas, além de protegê-las contra poeira, arranhões e borrões. Forma uma fina película protetora para manter a beleza e o brilho do esmalte por mais tempo. A fragrância é suave e agradável.


Assim como todos os itens da Linha de Tratamento Risqué, o spray tem embalagem em lilás, que remete à delicadeza da orquídea cujo óleo de sua flor está presente nos demais itens da linha. O layout moderno e prático permite fácil manuseio e armazenagem. O Spray Secante Risqué pode ser encontrado em frascos de 400 ml e, em média, rende 110 aplicações.


A Linha de Tratamento Risqué com Óleo de Orquídeas é formada por Spray Secante (preço médio sugerido R$ 14,00); Ultrabrilho; Base Fortalecedora, Amolecedor de cutículas, Base 2 em 1; Óleo Secante; Seda Base; Removedor; Esfoliante para os pés; Creme para pernas e pés; Creme para as Mãos e Acetona em solução

Hinode lança ileg, rool-on para pernas cansadas & tensões diárias


A Hinode Cosméticos lança iLEG, um óleo em gel líquido para pernas cansadas e tensões diárias em roll-on iLEG conta com um complexo de ativos de origem vegetal e marinha, destinado a aliviar a sensação de cansaço e o peso das pernas.
De acordo com a empresa, o produto favorece a circulação e descongestiona as pernas, proporcionando sensação de descanso e bem-estar.Seu principal ativo é a Alga Enteromorpha Compressa, rica em Oligossacarídeo Marinho, Sódio, Potássio e Cálcio que, através da auto-regulação reequilibra a pele.A embalagem 2 em 1 de iLEG massageia enquanto é aplicado, através do sistema Roll-on que adere à anatomia do corpo, permitindo que a massagem seja feita em todas as direções e de maneira prática. O Cartucho tem gravação em Braille para pessoas com deficiência visual.
O produto foi usado e aprovado em testes de uso e eficácia durante três meses.Testes dermatológicos, de eficácia e comprovação de atributos mostraram que em 21 dias de uso foram percebidos conforto e melhora após cada aplicação no ombro, pescoço, diminuição de inchaços ou sensibilizações. iLEG é vendido por R$ 45,00.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Dow finaliza a aquisição da Rohm and Haas

Com a aquisição, a Dow cria uma companhia líder global em químicos de especialidades e materiais avançados através da combinação das tecnologias líderes de ambas as empresa, o que gerará um portfólio de negócios de US$ 14 bilhões

A The Dow Chemical Company anunciou no dia 1º de abril a finalização da aquisição da Rohm and Haas. A aquisição faz parte da estratégia da Dow de expandir seu portfólio de produtos de performance e especialidades a fim de alcançar um crescimento mais uniforme nos lucros. A combinação das tecnologias líderes de ambas as empresas, o amplo alcance geográfico e os sólidos canais de mercado gerarão um portfólio diversificado de negócios de US$ 14 bilhões, que será chamado de divisão de Materiais Avançados da Dow. A divisão tem como objetivo alcançar US$ 3 bilhões em oportunidades de crescimento de valor adicional, além de US$ 1, 3 bilhão em sinergias de custo.

“A conclusão dessa transação faz com que a Dow esteja fortemente posicionada para o futuro ao transformar nosso portfólio de negócios”, destacou Andrew N. Liveris, presidente do conselho e CEO da companhia. “Esta é uma data marcante para todos os stakeholders da Dow, no qual assumimos o compromisso de cumprir um plano claro e mensurável voltado a atender às necessidades de nossos investidores, funcionários, clientes e fornecedores, mesmo no ambiente macroeconômico e desafiador que estamos enfrentando atualmente. Nossa primeira tarefa crítica é assegurar uma integração tranquila da Rohm and Haas capaz de maximizar as sinergias e oportunidades oferecidas por essa transação”.

A Rohm and Haas é o elemento-chave na nova divisão de Materiais Avançados da Dow que inclui revestimentos, construção, materiais de especialidades, adesivos e polímeros funcionais e materiais eletrônicos. Para presidente e CEO da divisão, foi nomeado Pierre Brondeau. A partir desta data, as ações ordinárias da Rohm and Haas deixam de ser negociadas em Bolsa.

Aprovações Regulamentares

Em 23 de janeiro de 2009, a Dow chegou a um acordo com a Comissão Federal de Comércio (FTC) norte-americana que permitiu a conclusão da aquisição, desde que certas ações, voltadas à possíveis efeitos anticoncorrenciais, fossem implementadas no prazo de 240 dias a partir da conclusão da negociação, como a venda da fábrica de ácido acrílico e ésteres em Clear Lake, no Texas, e os negócios relacionados de ácido acrílico glacial, acrilato de butila e acrilato de etila nas Américas do Norte, Central e do Sul; dos negócios de látex de especialidades de Sistemas de Emulsão UCAR na América do Norte e dos negócios de pigmentos plásticos promotores de opacidade na América do Norte (também conhecido como negócios de pigmentos plásticos opacificantes) O acordo também inclui uma Ordem para Hold Separate (“Aguardar em Separado”), que exige que a Dow mantenha a competitividade de seus negócios até que eles sejam vendidos e para assegurar que informações confidenciais não sejam passadas entre esses negócios e outros negócios da empresa.

A companhia já deu início aos procedimentos para atender à decisão da FTC e está buscando ativamente compradores para os negócios impactados. O processo de aquisição já havia recebido a liberação regulatória da Comissão Européia em 08 de janeiro de 2009.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Especialistas em fragrâncias estão de olho no mercado orgânico

Dois dos maiores fornecedores de fragrâncias anunciaram independentemente que estão fazendo progressos na criação de aromas orgânicos. A CPL Aromas desenvolveu o que chama uma linha ‘compreensiva’ de 100% fragrâncias orgânicas que tem sido amplamente creditadas pelo corpo de certificação do Reino Unido The Soil Association.O ceo da empresa, Chris Pickthall, creditou a origem das matérias primas como sendo a parte mais desafiante do processo, declarando: “a paleta global atualmente disponível de materiais orgânicos é crescente mas muito mais restrita do que uma paleta de perfumes padrão.”

Enquanto isso, a Symrise foi premiada, pela USDA com a certificação Orgânica do Programa Orgânico Nacional (NOP) em concordância com os padrões do Departamento americano de Agricultura. “A certificação US nos permite fazer mais do que apenas garantir alta qualidade para nossos clientes, ela também nos permite nos responsabilizarmos pelas fontes que estão em nossos produtos,” comentou Achim Daub, presidente global da Symrise Scent & Care.De acordo com a Symrise, a produção das três primeiras fragrâncias orgânicas poderia começar dentro de um mês em suas duas instalações de produção certificada em Nova Jersey.

Fonte:Cosmeticos.br

Aumenta valor do consumo brasileiro em higiene e beleza

O Latin Panel, que acompanha semanalmente os hábitos de compras de 70 categorias de produtos não duráveis em 8,2 mil domicílios brasileiros, divulgou estudo em que revela que na cesta de higiene pessoal e beleza do consumidor brasileiro os gastos com marcas mais caras passaram de 44% em 2007 para 49% em 2008.

A migração pelo consumidor brasileiro de marcas premium por outras de médio e baixo custo se deu na categoria de produtos de limpeza. Em 2007, 29% do valor de compras de produtos de limpeza era de marcas de baixo preço. Em 2008, essas marcas passaram a representar 35%. A mostra representa 91% do potencial de consumo do país.“São as pequenas indulgências, os gastos que o consumidor se permite fazer para recompensa pessoal”, diz Fátima Merlin, diretora de varejo da LatinPanel e coordenadora do estudo, em entrevista ao portal InfoMoney.

Fonte:Cosmeticos.br

quinta-feira, 2 de abril de 2009

País crescerá 2% em 2009, diz Ipea


A economia brasileira crescerá este ano – ainda que pouco – uma vez que o pior da crise financeira global já passou. É o que diz a Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada hoje, em Brasília.

O instituto prevê que a economia crescerá 2% este ano, com intervalo de 0,5 ponto percentual para cima ou para baixo. "Este resultado é reflexo de uma trajetória de recuperação ao longo do ano, em que o PIB cresceria a taxas mais expressivas a partir do segundo semestre", diz um trecho do documento.
As projeções para o crescimento brasileiro estão baseadas em fatores como o aumento dos investimentos referentes às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o lançamento do programa habitacional do governo, o aumento da renda disponível devido à criação de novas alíquotas do Imposto de Renda Pessoa Física e a mais 1,3 milhão de famílias beneficiadas no programa Bolsa Família.

O Ipea ainda prevê que o déficit em transações correntes ficará entre US$ 25 bilhões e US$ 18 bilhões e que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá ficar entre 3,7% e 4,7% – um pouco abaixo da meta de 4,5% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano.

As próximas Cartas de Conjuntura serão divulgadas em junho, setembro e dezembro.

Yakult encerra atividades na área de cosméticos no Brasil



A Yakult decidiu encerrar as atividades relacionadas à produção e comercialização de cosméticos no Brasil. “A decisão foi tomada por questões estratégicas, uma vez que a Yakult do Brasil pretender concentrar todos os esforços comerciais na área de alimentos, principal negócio da companhia em todo o mundo”, afirma o diretor presidente da empresa Masahiko Sadakata, em nota à imprensa.

A Yakult Cosmetics começou as atividades no Brasil há cerca de 10 anos, com uma linha de produtos importada do Japão, no sistema de venda direta. Apesar da nacionalização da produção ocorrida nos últimos anos – com a unidade em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo – a área deixou de ser interessante para a companhia, por causa da crise econômica e da alta nos custos de importação de matéria-prima, informa a empresa. Apesar da decisão, todos os pedidos existentes em carteira “serão rigorosamente entregues”, diz o comunicado.

Líder no segmento de leite fermentado, a Yakult registrou crescimento global de 10% em 2008, com receita líquida de R$ 272.717 milhões, ante R$ 236.033 em 2007. Não há números específicos para a área de cosméticos. A decisão de fechar a fábrica em São Bernardo do Campo foi tomada no fim de 2008. Segundo o diretor presidente, boa parte dos profissionais que atuavam na divisão foram remanejados para a área de alimentos. “Até mesmo as revendedoras autônomas que atuavam com cosméticos da Yakult poderão passar a comercializar os produtos da linha alimentícia, se quiserem”, afirma Sadakata.

Chega ao mercado a Purangy Cosméticos



Com sede implantada no município de Novo Airão AM, onde realiza um trabalho junto às comunidades ribeirinhas, a empresa acaba de inaugurar seu escritório comercial em Atibaia SP.

Nessa fase inicial, a Purangy conta com um portfólio de 20 produtos – entre itens para cabelos, fragrâncias e maquiagem.

Os produtos são comercializados no sistema de venda direta. “Estamos recrutando consultoras, investindo em treinamento e apresentando o conceito da empresa e dos produtos”, diz a diretora comercial, Mari Takebayashi.

Os lançamentos acontecerão em ciclos de dois meses, informa a diretora, para quem “um momento de crise é também um momento especial para grandes oportunidades”.

Em Novo Airão a empresa desenvolve um projeto junto às comunidades ribeirinhas, com a coleta e processamento de sementes encontradas na natureza. “As comunidades são incentivadas a manter a cultura e costumes locais, porém agregamos novos conhecimentos tecnológicos aos processos de extração e beneficiamento das sementes”, informa a Purangy.

A “primeira empresa de biocosméticos da Amazônia”, como ressalta a empresa, ainda utiliza a tecnologia de logística reversa: um processo de recolhimento e reciclagem das embalagens usadas pelos clientes. Todos os produtos têm embalagem PET, 100% recicláveis.

Kappa lança modelo especial de chuteira para mulheres




No mês em que se comemorou o Dia Internacional da Mulher, e para prestigiar a ala feminina do futebol, que ganha cada vez mais espaço, a Kappa apresenta sua linha exclusiva de chuteiras. Adaptadas aos tamanhos femininos, os calçados possuem cores delicadas como rosa e lilás.

Entre os três modelos de chuteiras, destaque para a Fuoco. Confeccionada em couro sintético, ela é leve e possui acabamento em material metalizado, que dá um toque fashion ao calçado. O solado de borracha natural apresenta pontos de giro e canaletas estrategicamente localizadas nos locais de dobramento, proporcionando mais flexibilidade aos pés. As cores disponíveis são: branco/violeta/prata e branco/roxo.

Para se proteger da crise, brasileiro substitui marcas e reduz consumo




Para ajustar o orçamento doméstico, o consumidor brasileiro está adotando novas atitudes no momento das compras, como a substituição de marcas, produtos e redução no consumo de determinados itens, diz pesquisa realizada pelo instituto LatinPanel.

De acordo com o levantamento, uma das principais mudanças é a migração de marcas premium para outras de médio e baixo custo.

Produtos de limpeza, bebidas e alimentos foram os segmentos nos quais essas mudanças aconteceram com mais intensidade. Entre os produtos que os brasileiros mais abriram mão da marca para gastar menos, estão manteiga, detergente em pó, desodorantes e creme de leite.

Ainda segundo a pesquisa, o volume de compras das famílias brasileiras cresceu com menor intensidade no ano passado (2%), em comparação com o ano imediatamente anterior (4%).

No entanto, mesmo com a diminuição dos gastos, os brasileiros ainda buscam conciliar custo e benefício ou até continuar pagando mais caro em algumas categorias de produtos, diz a LatinPanel. É o caso, por exemplo, dos itens de higiene pessoal e beleza, em que os gastos com marcas premium saltaram de 44%, em 2007, para 49%, em 2008. "São as pequenas indulgências, os gastos que o consumidor se permite fazer para recompensa pessoal", afirmou a coordenadora do estudo e diretora de varejo da empresa, Fátima Merlin, em entrevista ao portal InfoMoney.

terça-feira, 17 de março de 2009

União Européia aprova compra da Ciba pela Basf

Bruxelas - A fabricante alemã de produtos químicos Basf obteve aprovação da União Européia (UE) para a compra da Ciba Holding, fabricante suíça de corantes. Para realizar a operação, a Basf deverá vender unidades de papel, materiais corantes, plásticos e tratamento da epiderme. A Comissão Européia anunciou, em Bruxelas, a aprovação em uma nota emitida ontem.


Em 15 de setembro do ano passado, a Basf ofereceu aos acionistas da Ciba 3,45 bilhões de francos suíços (US$ 2,9 bilhões), ou 50 francos suíços por ação, para criar a maior fabricante de aditivos e corantes do mundo, insumo usado na produção de papéis e plásticos.
O presidente da Basf, Juergen Hambrecht, está procurando desviar a empresa para atividades que estão menos ligadas a oscilações econômicas.
(Fonte: Gazeta Mercantil - Indústria - Pág C2 - 13.03.09)

Dow revisa acordo de compra da Rohm & Haas



A Dow Chemical fechou um acordo preliminar para concluir a disputa pela compra da Rohm & Haas por cerca de US$ 15 bilhões.
As duas empresas combinadas vão eliminar mais empregos do que haviam planejado e congelarão os salários neste ano.
Os acionistas da Rohm & Haas ainda vão receber US$ 78 por ação, mas nem tudo será em dinheiro, uma concessão que permite a Dow economizar bilhões de dólares, caso o acordo fosse mantido nos termos originais.
Os dois maiores acionistas da Rohm & Haas, o truste da família Haas e a Paulson & Co, terão US$ 2,5 bilhões em fatia de ações preferenciais da Dow. Além disso, a família Haas poderá fazer um investimento adicional de US$ 500 milhões em opções.
A revisão do acordo de compra elimina a disputa pela qual a Rohm & Haas entrou na Justiça contra a Dow para que o negócio fosse concluído. A fabricante química poderá usar esses fundos para conclusão da operação de compra em vez de sacar dinheiro de um empréstimo-ponte já existente.
A Dow ainda planeja contrair um empréstimo de US$ 10 bilhões para fechar toda a operação. Outros acionistas da Rohm & Haas vão receber US$ 78 por ação - US$ 63 em dinheiro e US$ 15 em ações preferenciais da Dow.
A Dow anunciou o acordo para compra da Rohm & Haas, uma fabricante de especialidades químicas, em meados de 2008, mas desde então a recessão econômica principalmente nos Estados Unidos afetou severamente seus negócios. No fim do ano passado, uma empresa do Kuait cancelou uma joint venture com a Dow na qual a empresa americana esperava obter mais de US$ 7 bilhões em dinheiro. A empresa também cortou seus dividendos pela primeira vez para preservar o caixa.
O principal executivo da Dow, Andrew Liveris, disse que a empresa cortará 3,5 mil novos empregos além dos 6 mil postos já anunciados anteriormente. A Dow disse que se completasse os termos da aquisição nos moldes originais neste cenário econômico seria desastroso.
O novo acordo deve ser finalizado até o dia 1º de abril. "A Dow tomou o tempo e os passos necessários para fechar a transação em termos financeiros substancialmente melhores para a companhia, a despeito da continuação das incertezas econômica e financeiras que o mundo enfrenta", disse Liveris. "Os benefícios estratégicos da aquisição nunca foram questionados; só o caminho para completar o acordo."




Fonte: Gazeta Mercantil


Internacional - 10/03/2009

segunda-feira, 9 de março de 2009

O Mercado dos Cosméticos Orgânicos

Sustentabilidade nunca esteve tanto em foco como agora. Produtos eco-friendly são as novidades do mercado atual e são as novas apostas dos empresários e profissionais de marketing.

Produtos com ingredientes orgânicos, sem ser derivados de petróleo, ingredientes adquiridos de forma sustentável, embalagens recicladas, recicláveis ou biodegradável e que não são testados em animais tendem a ganhar espaço em nossas prateleiras em hidratantes, sabonetes, máscaras para o rosto e cabelo, maquiagens, óleos, gel, tinturas de cabelo, esmaltes, condicionadores e shampoo.

A onda verde está abrangendo a área da beleza e da saúde de forma inovadora, com produtos que mostram os resultados rapidamente como os outros não ecologicamente corretos.

Os produtos orgânicos também dão importância aos ingredientes que vêm de origem animal. A preocupação é que eles não devem ser obtidos a partir da morte ou maus tratos do animal e sim da produção natural do ser. O mel das abelhas, por exemplo, pode ser extraído naturalmente e é responsável por ótimos resultados. As empresas também não usam flores, folhas e frutas em extinção e ainda se preocupam em fazer reposições do que foi usado.

Exemplo de marca de cosmético que aderiu á idéia ecológica foi a empresa brasileira Natura, que criou a linha Ekos, que possui produtos que não utilizam o óleo mineral, derivado do petróleo, e sim, óleos de origem vegetal. A marca também criou a Tabela Ambiental, que contém informações sobre a origem e o descarte da matéria-prima das embalagens e seus produtos, com a intenção de reduzir à zero sua emissão de gás carbono. Confira a tabela em seu site www.natura.net.

Diferente dos antigos produtos ecológicos, os produtos atuais não só tem a embalagem correta, agora os produtos vêm em embalagens bonitas, com um alto valor agregado, assim deixa de existir o mito de que os produtos “naturais” são feios.

A desvantagem é que a maioria dos pesquisadores e representantes das empresas afirmam que é impossível comercializar em grande escala um produto 100% correto. Um dos maiores problemas está na conservação do produto. Produtos totalmente ecológicos teriam pouca validade.

Além dos objetivos principais que os produtos devem atingir, a maior parte dos produtores de cosméticos orgânicos deseja que seus clientes observem as sensações que os produtos naturais transmitem como a energia do bambu, o relaxamento do lótus e muitos outros.

A aromaterapia também é outro trunfo, os cheiros dos produtos naturais podem aliviar o stress e melhorar a capacidade respiratória.

Para a certificação e regulamentação dos produtos orgânicos no Brasil foram criados O IBD (Instituto Biodinâmico) e o Ecocert. Ele dão a garantia se o produto está dentro das normas de qualidade e sustentabilidade com algumas prioridades como pureza, segurança e eficácia. Alguns selos são dados para produtos com mais de 5% de ingredientes orgânicos, já o IBD só aprova os produtos com no mínimo 90% dos ingredientes nessa categoria.

No inicio dos anos 90 é que a preocupação com produtos que agridem o meio ambiente aumentou e, esses anos foram marcados pela proibição da emissão de CFC em produtos como spray de cabelo e reuniões mundiais que abordam esse assunto. A partir dessa década, o assunto só ganhou mais foco. Atualmente, o movimento verde já é considerado um estilo de vida. Para muitos, os produtos eco-friendly são escolhas inquestionáveis.

Outras marcas que acompanham o movimento e que encontram-se no Brasil são: A Lush, a Éh Cosméticos, a Amazon Secrets, a Florestas, a Cassiopéia, Magia dos Aromas, Amazônia Viva, Reserva Folio, Weleda e a Phytophilo Aromatherapy.

Fonte: Portais da Moda (Laís Lana Campos) - 08/01/09