sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Novidades e crescimento no mercado de calçados



Até com chuva e sem luz, venda de calçados cresce
Autora:Lílian Cunha, de São Paulo 15/01/2009
Fonte: Valor Online


A única coisa que não funcionou bem na 36ª Couromoda, feira internacional de calçados, foi o telhado. Ontem, enquanto a chuva caía em goteiras que mais pareciam chuveiros nos corredores do pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo, nos estandes eram fechadas vendas até 63% maiores do que na última edição do evento, em janeiro de 2008.


"Os clientes voltaram a comprar, inclusive os de fora, da Europa", disse Paulo Schefer, presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados de Ivoti (RS) e proprietário da fabricante de calçados masculinos West Coast e da marca de calçados femininos Cravo & Canela. Segundo ele, até ontem, penúltimo dia da feira, as vendas fechadas da West Coast para este primeiro semestre de 2009 já haviam ultrapassado em 28%, em volume, as da Couromoda do ano passado.

"Considerando a Cravo & Canela, vendemos 63% mais até agora", disse o empresário. O segredo, segundo ele, está nos preços. "Nossas linhas estão em média custando 6% menos do que na coleção que apresentamos há um ano."

Márcio Utsch, diretor-presidente da Alpargatas adotou a mesma estratégia. "Na Alpargatas baixamos o preço de várias linhas", disse, sem especificar um percentual médio. "Na Topper, por exemplo, temos tênis a partir de R$ 39. Na Mizzuno, há pares de R$ 180, enquanto a média de mercado é de R$ 250." Com isso, segundo Utsch, a Alpargatas deve terminar a feira com um volume de negócios 20% acima do conquistado em 2008.

Nos estandes das grifes Arezzo e Schutz, as vendas fechadas até agora, com encomendas para o resto do ano, já somavam um faturamento 10% maior do que o de 2008. Na Schutz, havia até uma brincadeira para dar prêmios e brindes para os lojistas que comprassem 5%, 10% e 20% acima do que foi contratado há um ano. "Classificamos esses clientes como ´silver´ (prata), ´golden´ (dourado) e ´diamond´ (diamante), nessa ordem", explicou Alexandre Café Birman, vice-presidente da Arezzo e fundador da Schutz, marcas que se fundiram no início de 2008.
Quando um cliente fecha uma "compra diamante", um grupo de modelos grita a toda voz: "diamond!". Nesse momento, o estande - lotado de lojistas - assumia um clima de festa: todos batiam palmas.

"Metade das vendas que fechamos aqui desde segunda-feira, quando o evento começou, foi do tipo ´diamond´, ou seja, com pedidos 20% maiores", disse Birman. Durante os dez minutos que durou a entrevista ao Valor, dois clientes fecharam "compras diamante" e a gritaria tomou conta do estande.

"O dólar a R$ 2,30 com certeza está aquecendo as vendas", disse o empresário (filho de Anderson Birman, criador da Arezzo), tentando falar mais alto do que as palmas. "Tanto é que só nesse semestre vamos abrir mais quatro lojas na China, onde já temos cinco."

Na Pampili a expectativa também era otimista. "O mercado está desabastecido, por isso os lojistas estão comprando bastante agora", diz Sérgio Andreazzi, gestor de negócios da marca de calçados infantis. "Com a crise que estourou em setembro, os varejistas retraíram suas compras em outubro para o final de ano", explicou Andreazzi.

"Durante as vendas de Natal, os estoques foram baixando e agora o lojista quer repor", disse ele, que preferiu não estimar antes do término da feira o quanto as vendas de sua marca subiram.
João Carlos Wilbert, dono da Crysalis, marca de calçados femininos, tem a mesma opinião. "Durante outubro, novembro e dezembro, o ´slogan´ dos lojistas era ´não compre porque o mundo vai acabar´", brinca o empresário. "Agora, os varejistas viram que mesmo com crise a população vai continuar comendo, bebendo, calçando e vestindo", afirma. Os preços, segundo Wilbert, estão realmente atraindo os compradores.

"Tanto é que nosso produtos sempre foram mais direcionados para a classe C. Agora estamos vendendo também para lojas que atendem o público B". A única coisa que atrapalhou a feira, além da chuva, foi a falta de energia, que deixou muitos estandes às escuras. Mesmo assim, os compradores não deixaram de fechar negócios. Na fabricante de calçados infantis Bical, Silton Freire, gerente de exportações, negociava descontos com seus clientes à luz da tela do celular. "Comparado com a crise lá fora, isso aqui é uma festa."

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Qualidade Dinaco


Um dos objetivos do Núcleo da Qualidade Dinaco é unir e envolver os setores da empresa num trabalho de parceria, já que além de possuirmos nossos clientes, somos também clientes uns dos outros.
Acontecendo um bom intercâmbio entre todas as áreas da empresa com o Núcleo da Qualidade, as melhorias surgirão rapidamente.

É importante lembrar que a qualidade da Dinaco não é o Núcleo da Qualidade, e sim a empresa como um todo.

Cada colaborador faz a qualidade da Dinaco real. Cada departamento deve seguir os procedimentos, registrar suas atividades, sugerir melhorias, para a qualidade ser cada vez mais evidente.

Nosso propósito é ter melhoria continua e assim servir cada vez melhor nossos clientes.
A Dinaco comercializa produtos de altíssima qualidade, utilizados no mundo todo. Nossas atividades internas precisam estar no mesmo nível dessa qualidade.


Equipe de Qualidade Dinaco

Atenção às novas oportunidades: Avon venderá tinturas para cabelos

(Texto indicado por Márcia Rebinski)
A Avon Cosméticos anunciou ontem a entrada no mercado de tintura para cabelos. "A entrada da Avon no segmento de coloração atrairá novas consumidoras e aumentará as oportunidades de lucro para mais de um milhão de revendedoras autônomas Avon em todo o Brasil", afirmou Ricardo Patrocínio, diretor de marketing cosméticos da Avon no Brasil, em comunicado enviado à imprensa.


A empresa não deu detalhes da nova linha de produtos, que são guardados para o lançamento oficial, que deve acontecer ainda no primeiro semestre deste ano. No ano passado, em entrevista à Gazeta Mercantil, o presidente da companhia, Luis Felipe Miranda, afirmou que a empresa estava se dedicando a melhorar sua posição no mercado de cuidados com o cabelo, em que o Brasil ocupa a segunda posição mundial, segundo o Euromonitor.


Para a divulgação dos produtos, que farão parte da linha Advance Techniques, de cuidados com os cabelos, a Avon contratou a atriz Ana Paula Arósio, que deverá fazer a mudança da cor dos cabelos como parte da campanha de marketing do lançamento. Não é a primeira vez que a fabricante norte-americana de cosméticos usa celebridades locais para divulgar produtos no Brasil. A embaixadora mundial da marca é a atriz Reese Witherspoon, garota-propaganda de boa parte das campanhas da Avon, inclusive no Brasil, mas a operação local já contratou os atores Graziela Massafera e Reynaldo Gianecchini para a campanha de uma fragrância lançada localmente, a Life.


O mercado brasileiro é o maior mercado da Avon, depois dos Estados Unidos. A empresa registrou crescimento de 30% no terceiro trimestre. Em 2007, dado mais recente disponível, as fabricantes de colorantes e descolorantes faturaram R$ 1,51 bilhão, o que representa um crescimento de 13,88% em relação ao valor registrado um ano antes, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).


Já o mercado de produtos para cabelos movimentou no mesmo ano US$ 6,05 bilhões, atingindo a segunda colocação no ranking mundial, com um crescimento de 25,8% ante o ano anterior, conforme dados do Euromonitor, que calcula os valores com base nos preços ao consumidor. No total, o mercado brasileiro de cosméticos movimentou US$ 22,23 bilhões, em 2007. A Abihpec estima que as fabricantes do setor registraram alta de 10,4% no ano passado, para R$ 21,5 bilhões. (Fonte: Gazeta Mercantil - Empresas & Negócios - Pág C1 - 29.01.09)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Ano novo, depósito “novo”. (Por Sérgio Luiz)




Informamos a todos sobre a conclusão da obra de reparação de todo o piso do depósito, revestido em tinta epóxi e verniz.
Agradecemos a todos os funcionários do depósito que contribuíram para a conclusão desta obra em benefício de todos e informar a todos os clientes que a Dinaco está pronta para o aumento da demanda para o ano de 2009.
O Sr. Luiz Franklin assumiu o cargo de supervisor (responsável) pelo depósito e a partir de Janeiro de 2009 Sérgio Luiz estará se dedicando exclusivamente às vendas.

Uma boa mensagem de inspiração para esse ano e para a vida (texto sugerido por Alexandre Kaplan)


'Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo... e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida.E é exatamente por isso que sou um sucesso. '
Michael Jordan
Se o maior jogador de basquete da história, responsável pela quebra de praticamente todos os recordes mundiais desse esporte, aceita e supera cada falha, cada fracasso, e ainda diz que foram eles que o tornaram um sucesso mundial, por que tanta preocupação com os erros que você cometeu na semana passada, no mês passado, no ano passado ou no último final de semana?
Se seus erros tiverem sido graves, se você tiver machucado física ou emocionalmente alguém, reflita sobre isso, mude seu comportamento agora, e carregue o aprendizado e a cicatriz em seu coração. Isso tornará você uma pessoa melhor hoje e amanhã, já que o ontem não pode ser mudado.
Mas agora, uma nova semana está começando. Um novo jogo. Um novo time. Um novo prêmio. Assim é a vida. Quando acordou, hoje pela manhã, o Treinador colocou você para mais um campeonato no jogo da vida. Talvez você erre a cesta, como Michael Jordan. Talvez você erre o gol (Pelé errou muitos), mas cada erro, cada falha deve ser usada por você para aprender melhor o caminho, para encontrar em sua mente o Poder Pessoal que vai colocar seus pés no pódio da vida.
Outras pessoas viram seu erro? E daí? Será que havia câmeras transmitindo seus erros para 100 milhões de pessoas ao vivo? Pessoas que contavam com você? Improvável. Mas quando Michael Jordan erra, milhões de pessoas se lembram.
Se Michael Jordan não se deixa desanimar por um erro cometido na frente de 100 milhões de pessoas (e registrado para a história), porque você se deixaria desanimar pelos seus? Use cada erro como uma escada para fazer a coisa certa.
Peça desculpas, descanse, volte ao treinamento e inicie uma nova partida. Sua quadra é em casa, com sua família, no trabalho, na escola, com sua alma gêmea ou em todo lugar em que você esteja nos próximos sete dias. Mesmo quando sua única platéia é seu espelho.
E lembre-se do que Jordan diz: 'Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que eu sou um sucesso'. O que Jordan quer dizer é que não é possível alcançar o sucesso sem passar pelo fracasso. Deixe-me repetir isso: não é possível. Até quando nascemos as lágrimas chegam antes dos sorrisos.Ao terminar essa frase, o jogo vai começar. O Treinador está olhando. Dê o melhor que puder. Respire profundamente, sorria...

Crise não atrapalhou o grande crescimento da indústria cosmética em 2008 e traz novas oportunidades para 2009

Fonte: http://www.cosmeticosbr.com.br/
Nacional - 14/01/2009

Mesmo com a desaceleração da economia no segundo semestre do ano, a Abihpec - Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos - estima que o faturamento do setor em 2008 chegue a R$ 21,2 bilhões e registre um aumento de 8,6% em relação ao ano anterior. No acumulado de janeiro a agosto, a indústria teve alta de 8,3%, atingindo R$ 13 bilhões. A confirmação dessas estimativas deverá ser confirmado em abril, quando a Abihpec terá os resultados completos do ano, do setor.
“Crescemos em menor escala, mas ainda assim, acima da média de outras indústrias”, afirma João Carlos Basilio, presidente da Abihpec. Segundo ele, uma das principais razões para o crescimento menos acentuado que anos anteriores - que, desde 1996, oscilou em cerca de 11% - foi a implantação da substituição tributária, em especial no estado de São Paulo. Essa medida causou também a queda do índice de geração de novos empregos, que sempre esteve acima dos 8%, para cerca de 3%.
Mesmo com os bons resultados, Basilio avalia que as exportações do setor ainda têm muito espaço para expandir. “O Brasil movimenta o equivalente a US$ 25 bilhões em produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos no mercado interno. Pelo tamanho do setor, as exportações ainda podem avançar muito, em especial neste momento de fragilidade nas economias norte-americana e européia”, diz Basilio. Ele acredita que este é o momento ideal para que as empresas brasileiras aumentem sua competitividade no mercado internacional, já que os consumidores do primeiro mundo vão precisar de produtos de alta qualidade a preços acessíveis. Embora afirme que é cedo para avaliar, Basilio não observou consequências negativas da crise global para o setor, uma vez que as empresas não dependem da facilidade de crédito para que o consumidor brasileiro adquira seus produtos. Segundo ele, os consumidores podem compensar a perda momentânea no setor de HPPC. “Crise e oportunidade são dois lados de uma mesma moeda”, afirma.
O Brasil dá mostras positivas em relação à crise global, não apenas neste setor. Segundo balanço apresentado pela Abiquim - Associação Brasileira da Indústria Química -, atualmente, o setor de HPPC é o único do complexo químico (que inclui as indústrias de produtos de limpeza, farmacêuticos, tintas e fertilizantes, entre outros) a apresentar superávit em sua balança comercial. Estima-se que o setor encerre o ano com exportações no valor de US$ 650 milhões versus US$ 450 em importações, resultando em uma balança comercial positiva de US$ 200 milhões.
De acordo com relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE -, o cenário econômico para o Brasil continua mais positivo do que para os países ricos e outras grandes economias emergentes, como China, Índia e Rússia. Na avaliação da OCDE, o Brasil é o único dos 35 países analisados no novo Indicador Composto Avançado que não deverá registrar forte desaceleração econômica nos próximos seis meses. Apesar disso, o Indicador Composto Avançado em relação ao Brasil caiu 1,1 ponto em novembro na comparação com os dados do mês anterior e está 2,9 pontos abaixo do nível registrado há um ano.