terça-feira, 17 de março de 2009

União Européia aprova compra da Ciba pela Basf

Bruxelas - A fabricante alemã de produtos químicos Basf obteve aprovação da União Européia (UE) para a compra da Ciba Holding, fabricante suíça de corantes. Para realizar a operação, a Basf deverá vender unidades de papel, materiais corantes, plásticos e tratamento da epiderme. A Comissão Européia anunciou, em Bruxelas, a aprovação em uma nota emitida ontem.


Em 15 de setembro do ano passado, a Basf ofereceu aos acionistas da Ciba 3,45 bilhões de francos suíços (US$ 2,9 bilhões), ou 50 francos suíços por ação, para criar a maior fabricante de aditivos e corantes do mundo, insumo usado na produção de papéis e plásticos.
O presidente da Basf, Juergen Hambrecht, está procurando desviar a empresa para atividades que estão menos ligadas a oscilações econômicas.
(Fonte: Gazeta Mercantil - Indústria - Pág C2 - 13.03.09)

Dow revisa acordo de compra da Rohm & Haas



A Dow Chemical fechou um acordo preliminar para concluir a disputa pela compra da Rohm & Haas por cerca de US$ 15 bilhões.
As duas empresas combinadas vão eliminar mais empregos do que haviam planejado e congelarão os salários neste ano.
Os acionistas da Rohm & Haas ainda vão receber US$ 78 por ação, mas nem tudo será em dinheiro, uma concessão que permite a Dow economizar bilhões de dólares, caso o acordo fosse mantido nos termos originais.
Os dois maiores acionistas da Rohm & Haas, o truste da família Haas e a Paulson & Co, terão US$ 2,5 bilhões em fatia de ações preferenciais da Dow. Além disso, a família Haas poderá fazer um investimento adicional de US$ 500 milhões em opções.
A revisão do acordo de compra elimina a disputa pela qual a Rohm & Haas entrou na Justiça contra a Dow para que o negócio fosse concluído. A fabricante química poderá usar esses fundos para conclusão da operação de compra em vez de sacar dinheiro de um empréstimo-ponte já existente.
A Dow ainda planeja contrair um empréstimo de US$ 10 bilhões para fechar toda a operação. Outros acionistas da Rohm & Haas vão receber US$ 78 por ação - US$ 63 em dinheiro e US$ 15 em ações preferenciais da Dow.
A Dow anunciou o acordo para compra da Rohm & Haas, uma fabricante de especialidades químicas, em meados de 2008, mas desde então a recessão econômica principalmente nos Estados Unidos afetou severamente seus negócios. No fim do ano passado, uma empresa do Kuait cancelou uma joint venture com a Dow na qual a empresa americana esperava obter mais de US$ 7 bilhões em dinheiro. A empresa também cortou seus dividendos pela primeira vez para preservar o caixa.
O principal executivo da Dow, Andrew Liveris, disse que a empresa cortará 3,5 mil novos empregos além dos 6 mil postos já anunciados anteriormente. A Dow disse que se completasse os termos da aquisição nos moldes originais neste cenário econômico seria desastroso.
O novo acordo deve ser finalizado até o dia 1º de abril. "A Dow tomou o tempo e os passos necessários para fechar a transação em termos financeiros substancialmente melhores para a companhia, a despeito da continuação das incertezas econômica e financeiras que o mundo enfrenta", disse Liveris. "Os benefícios estratégicos da aquisição nunca foram questionados; só o caminho para completar o acordo."




Fonte: Gazeta Mercantil


Internacional - 10/03/2009

segunda-feira, 9 de março de 2009

O Mercado dos Cosméticos Orgânicos

Sustentabilidade nunca esteve tanto em foco como agora. Produtos eco-friendly são as novidades do mercado atual e são as novas apostas dos empresários e profissionais de marketing.

Produtos com ingredientes orgânicos, sem ser derivados de petróleo, ingredientes adquiridos de forma sustentável, embalagens recicladas, recicláveis ou biodegradável e que não são testados em animais tendem a ganhar espaço em nossas prateleiras em hidratantes, sabonetes, máscaras para o rosto e cabelo, maquiagens, óleos, gel, tinturas de cabelo, esmaltes, condicionadores e shampoo.

A onda verde está abrangendo a área da beleza e da saúde de forma inovadora, com produtos que mostram os resultados rapidamente como os outros não ecologicamente corretos.

Os produtos orgânicos também dão importância aos ingredientes que vêm de origem animal. A preocupação é que eles não devem ser obtidos a partir da morte ou maus tratos do animal e sim da produção natural do ser. O mel das abelhas, por exemplo, pode ser extraído naturalmente e é responsável por ótimos resultados. As empresas também não usam flores, folhas e frutas em extinção e ainda se preocupam em fazer reposições do que foi usado.

Exemplo de marca de cosmético que aderiu á idéia ecológica foi a empresa brasileira Natura, que criou a linha Ekos, que possui produtos que não utilizam o óleo mineral, derivado do petróleo, e sim, óleos de origem vegetal. A marca também criou a Tabela Ambiental, que contém informações sobre a origem e o descarte da matéria-prima das embalagens e seus produtos, com a intenção de reduzir à zero sua emissão de gás carbono. Confira a tabela em seu site www.natura.net.

Diferente dos antigos produtos ecológicos, os produtos atuais não só tem a embalagem correta, agora os produtos vêm em embalagens bonitas, com um alto valor agregado, assim deixa de existir o mito de que os produtos “naturais” são feios.

A desvantagem é que a maioria dos pesquisadores e representantes das empresas afirmam que é impossível comercializar em grande escala um produto 100% correto. Um dos maiores problemas está na conservação do produto. Produtos totalmente ecológicos teriam pouca validade.

Além dos objetivos principais que os produtos devem atingir, a maior parte dos produtores de cosméticos orgânicos deseja que seus clientes observem as sensações que os produtos naturais transmitem como a energia do bambu, o relaxamento do lótus e muitos outros.

A aromaterapia também é outro trunfo, os cheiros dos produtos naturais podem aliviar o stress e melhorar a capacidade respiratória.

Para a certificação e regulamentação dos produtos orgânicos no Brasil foram criados O IBD (Instituto Biodinâmico) e o Ecocert. Ele dão a garantia se o produto está dentro das normas de qualidade e sustentabilidade com algumas prioridades como pureza, segurança e eficácia. Alguns selos são dados para produtos com mais de 5% de ingredientes orgânicos, já o IBD só aprova os produtos com no mínimo 90% dos ingredientes nessa categoria.

No inicio dos anos 90 é que a preocupação com produtos que agridem o meio ambiente aumentou e, esses anos foram marcados pela proibição da emissão de CFC em produtos como spray de cabelo e reuniões mundiais que abordam esse assunto. A partir dessa década, o assunto só ganhou mais foco. Atualmente, o movimento verde já é considerado um estilo de vida. Para muitos, os produtos eco-friendly são escolhas inquestionáveis.

Outras marcas que acompanham o movimento e que encontram-se no Brasil são: A Lush, a Éh Cosméticos, a Amazon Secrets, a Florestas, a Cassiopéia, Magia dos Aromas, Amazônia Viva, Reserva Folio, Weleda e a Phytophilo Aromatherapy.

Fonte: Portais da Moda (Laís Lana Campos) - 08/01/09

quinta-feira, 5 de março de 2009

Rhodia reforça linha de cuidados pessoais com aquisição do McIntyre Group

A Rhodia terá a partir de agora um reforço na sua linha de produtos Novecare para cuidados pessoais e tem agora ampliada a oferta de produtos para hair care (xampus e condicionadores).

Depois de ter recebido as autorizações das entidades reguladoras, a Rhodia, uma das principais produtoras de especialidades químicas do mundo, completou a aquisição do McIntyre Group Ltd, fabricante mundial de surfactantes especiais, com sede próxima a Chicago, EUA.

A aquisição reforçará ainda a linha de produtos para os segmentos de limpeza doméstica, industrial e institucional. Permitirá também oferecer novos produtos e aplicações para os mercados de petróleo e agroquímicos, ampliando os negócios em mercados em forte crescimento na Ásia e na América Latina.

O grupo emprega 14.500 pessoas no mundo e obteve faturamento de 4,8 bilhões de euros em 2008. As ações da Rhodia são cotadas na bolsa de valores de Paris (Euronext).

Vendas Diretas crescem 14,1%

O mercado de vendas diretas fechou 2008 com crescimento de 14,1% e um faturamento de R$ 18,5 bilhões, de acordo com o balanço anual da Associação Brasileira de Vendas Diretas (Abevd). Confirmando a pouca repercussão da crise, somente de outubro a dezembro de 2008, o setor cresceu 8,7%, movimentando R$ 5,5 bilhões.

O contingente de revendedores aumentou 7,2%, chegando a 2 milhões. A venda média de cada revendedor também ficou 6,4% maior e o número de itens comercializados superou 1,5 bilhão, 11,3% a mais do que no ano anterior. Segundo Lírio Cipriani, presidente da Abevd, o setor tende a ser poupado pela crise no curto e no médio prazo. "Estamos ansiosos para ver os números do 1º trimestre de 2009, mas as vendas diretas não apresentam sinais de impacto diante da crise financeira mundial, talvez pelo fato de não operarmos com base no crédito", analisa Cipriani.

-Fonte: H&C

Previsão Otimista para Higiene e Beleza

A indústria cosmética poderá passar imune às turbulências econômicas. “A previsão para 2009 é um crescimento real de aproximadamente 5% ou 6%”, afirma João Carlos Basilio da Silva, presidente da Abihpec. Segundo ele, esse cenário futuro depende de alguns condicionantes: inflação num teto de 5%, dólar abaixo de R$ 2,30, superávit comercial em torno de US$ 14 bilhões, investimento estrangeiro de cerca de US$ 25 bilhões, desemprego na casa de um dígito e produção industrial por volta de 1,5%. “Se estes fatores forem confirmados, o segmento deverá crescer mais do que a produção industrial no Brasil. Todos nós sofremos com as conseqüências da crise, mas o nosso setor não depende de crédito e sim de renda, por isso a previsão otimista”.

Basílio destaca que diversas medidas foram tomadas para evitar a perda de renda dos brasileiros, principalmente das pessoas das camadas mais baixas, como o aumento do salário mínimo concedido pelo governo federal para proteger o poder aquisitivo da população, e no governo de São Paulo, em que governador de São Paulo, José Serra, tomou a mesma providência em relação aos salários no poder público. “Desta forma, não há comprometimento da renda por causa da situação econômica. Além disso, hábitos já adquiridos, como cuidar da pele, dos cabelos e do corpo, em geral, dificilmente são abandonados e as pessoas passam ainda a adquirir outros hábitos”, afirma o presidente da Abihpec.

Outro dado é em relação ao aumento da expectativa de vida dos brasileiros e ao crescimento dos lares chefiados por mulheres, que são cada vez mais presentes na população economicamente ativa. “Um dado interessante é que as mulheres brasileiras são muito vaidosas e gostam de se cuidar, principalmente quando o assunto é o cabelo”, afirma. Além disso, atualmente é possível encontrar no mercado produtos de qualidade a preços acessíveis, diferentemente do que ocorria há algum tempo. “Há dez anos, para se comprar um protetor solar era preciso usar cartão de crédito e hoje já dá para pagar com dinheiro”, completa. E, se por um lado, a brasileira gosta de comprar produtos para os cabelos, por outro, ainda não incorporou completamente o hábito de cuidar e hidratar a pele, o que ocorre com as européias por causa do frio extremo. “O segmento ainda tem muito que crescer e avançar no Brasil. São estes fenômenos que fazem com que a perspectiva do setor seja otimista”, finaliza Basilio.

- Fonte: H&C

quarta-feira, 4 de março de 2009

Petroquímicas religam fábrica para atingir mercado externo


As fabricantes petroquímicas, que produzem as matérias-primas utilizadas pela indústria do plástico, começam a ver uma luz no fim do túnel.
Depois de desativarem fábricas no fim do ano passado, em razão da forte desaceleração econômica, as empresas voltaram a acionar suas unidades e a operar a produção com ocupação acima de 90% de suas capacidades industriais - praticamente o mesmo nível anterior à crise econômica.
"Voltamos a operar normalmente e a retomada pós-dezembro se deveu principalmente à exportação", disse o presidente da Quattor, Vítor Mallmann. Segundo o executivo da segunda maior petroquímica brasileira, a desvalorização do real frente ao dólar deu à companhia maior competitividade, permitindo elevar o volume de exportação. "Logramos êxito em alcançar mercados que antes não estávamos acessando", disse.
A Quattor fez uma parada programada de manutenção entre agosto e novembro, que coincidiu com o advento da crise. Depois paralisou duas fábricas de produção de polipropileno, que voltaram a operar em novembro. Ela aumentou o volume de suas vendas externas para 40% do total produzido, ante um terço antes da crise. A volta da produção além dos 90% da capacidade também está relacionada à decisão estratégica de tornar as fábricas mais competitivas. "Vamos agregar maior valor por tonelada", disse Mallmann.
"Temos conseguido boas oportunidades de colocar nossa produção no exterior, principalmente na Ásia e América Latina", disse Manoel Carnaúba, vice-presidente de petroquímicos básicos da Braskem, maior empresa do setor no país. A petroquímica, que é controlada pelo grupo Odebrecht, tem vendido mais no mercado externo, que hoje já representa mais de 35% do seu volume de produção, ante um quarto antes da crise.
No entanto, em razão da queda brusca no preço do petróleo e seus derivados, que chegou a ser cotado quase a US$ 150 o barril e hoje custa menos de um terço disso, o faturamento obtidos pelas empresas na venda de seus produtos tem sido muito menor.
A demanda pelas resinas plásticas fabricadas tanto por Quattor como Braskem tiveram em outubro do ano passado o melhor resultado do ano, mas a freada brusca da atividade fez do mês de dezembro o pior do ano em consumo do produto. Em toda a cadeia petroquímica, houve redução dos pedidos da indústria e acúmulo de estoques. As petroquímicas decidiram suspender suas fábricas de modo a regularizar a produção na cadeia. A Braskem desligou duas unidades de petroquímicos básicos - uma em Camaçari (BA) e outra em Triunfo (RS) - além de unidade de produção de polietileno. Até o dia 20 de fevereiro, essas unidades tiveram toda a sua produção retomada.
Segundo Carnaúba, a demanda interna voltou, mas ainda é cedo para saber se se trata de um movimento relacionado à regularização dos estoques ou um aumento do consumo. Segundo Mallmann, a expectativa é que o prazo de três meses seja suficiente para a regularização do nível de estoques. "O pior no mercado interno parece ter passado, mas ainda existe muita volatilidade externa", disse

Fonte:Valor online
Autor: André Vieira, de São Paulo02/03/2009

segunda-feira, 2 de março de 2009

Embalado pelo crescimento de 25%, Boticário anuncia investimentos até 2012


A empresa anuncia investimentos de R$ 170 milhões. A injeção de capital será voltada, dentre outros projetos, à construção de um novo Centro de Distribuição, na cidade paulista de Registro

O Boticário fechou 2008 com crescimento de 25%, nove pontos percentuais acima do previsto como meta, há um ano. Com o resultado, o faturamento chegou a R$ 1,044 bilhão, resultado histórico para a marca, informa a empresa. O cenário positivo inclui a abertura de 195 lojas só no ano passado e o anúncio de investimentos de R$ 170 milhões, programados para até 2012.


A injeção de capital será voltada à ampliação da fábrica, localizada em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba PR, e à construção de um novo Centro de Distribuição, na cidade de Registro, no Vale do Ribeira SP. O prédio que abrigará o novo Centro de Distribuição terá, aproximadamente, 30 mil m², dentro de uma área total de 130 mil m² de terreno, com capacidade para suprir todo o fluxo de distribuição. O investimento no novo CD será de R$ 85 milhões até 2012.


Com o início da operação, previsto para a metade do segundo semestre de 2009, serão gerados, imediatamente, cerca de 200 empregos diretos e indiretos. “O Centro de Distribuição de Registro será fundamental para entregas ainda mais eficientes e flexíveis, aumentando a capacidade de abastecimento dos produtos para as mais de 2,6 mil lojas da marca, em 1.520 municípios brasileiros”, destaca o presidente do Boticário, Artur Grynbaum.

Natura cresce 17,7%


(fonte:Cosmetic & Toiletries)

A receita líquida apenas na operação Brasil foi de R$ 3,4 bilhões, um crescimento de 16,3% em relação a 2007

A empresa informa que seu plano de ação, divulgado no ano passado e que contempla investimentos adicionais em marketing de R$400 milhões para o período 2008-2010, já rendeu resultados expressivos no primeiro ano. A receita líquida consolidada da Natura atingiu R$ 3,6 bilhões, 17,7% superior à de 2007. O lucro líquido de R$ 542,2 milhões foi 17,3% maior, enquanto o EBITDA de R$ 859,9 milhões cresceu 22,5%. A empresa fechou 2008 com saldo em caixa de R$ 350,5 milhões; a receita líquida na América Latina cresceu 50% em moeda local ponderada e o número de consultoras aumentou 18,2% em relação a 2007, passando de 719 mil para 850 mil. A receita líquida apenas na operação Brasil foi de R$ 3,4 bilhões, um crescimento de 16,3% em relação a 2007. A participação das operações internacionais na receita total da Natura já representa 5,9%, ante 4,7% do ano anterior. Seguindo a estratégia “Menos é Mais”, a empresa reduziu o número de itens de 930 para 739, concentrando esforços naqueles de maior representatividade. A mesma estratégia foi aplicada no desenvolvimento de novos produtos, de maneira a concentrar forças em projetos capazes de proporcionar impactos comerciais relevantes. No momento, a empresa está focada em ampliar sua presença nos países onde já atua, principalmente, na América Latina. “Nosso principal mercado, o Brasil, deverá ser menos afetado pela crise, temos uma marca que cresce na preferência dos consumidores, a venda direta não depende da concessão de crédito, somos uma empresa com baixo endividamento e capacidade crescente de geração de caixa, e historicamente o desempenho do mercado de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos resistiu às variações da economia”, afirma o diretor-presidente da Natura, Alessandro Carlucci.

Há pessoas do "SIM" e pessoas do "NÃO".

Pessoas do "sim" são aquelas para quem tudo é possível desde que tentado com firmeza. Pessoas do "sim" são aquelas que acreditam em princípio que todas as pessoas são boas e capazes até que seja provado o contrário. Pessoas do "sim" são aqueles funcionários que estão sempre prontos a colaborar, a testar idéias, a comprometer o seu tempo com um novo projeto, a tudo fazer para que as coisas aconteçam. Pessoas do "sim" são pessoas entusiasmadas com o que fazem, com o que são, com as possibilidades de fazer as coisas de forma diferente. Pessoas do "sim" são as bem-humoradas, as com sorriso pronto, aquelas com as quais temos prazer em conviver, conversar, trocar idéias. Pessoas do "sim" são aquelas que fazem tudo e ainda encontram tempo para colaborar, participar, ajudar.

Mas há, também, pessoas do "NÃO".

Pessoas do "não" são aquelas para quem nada é possível. Pessoas do "não" são aquelas que vivem dizendo que já viram esse filme antes... e que tudo é "papo furado". Pessoas do "não" são aquelas azedas, amargas, vivem com uma nuvem negra sobre suas cabeças. Pessoas do "não" são aquelas que não têm tempo para nada. São ocupadíssimas (sic) e nada fazem. Pessoas do "não" são aquelas que vivem isoladas e dizem que "estão cumprindo o seu dever" que é sempre criticar, não-participar, não-colaborar, não-fazer. Pessoas do "não" são aquelas com as quais temos horror em trabalhar.

Sugiro que você fizesse uma auto-análise. Você em qual categoria se encontra? Você é do "sim" e acredita na sua própria capacidade de vencer obstáculos e fazer as coisas acontecerem com entusiasmo ou você é do "não" e vive dizendo-se "realista" e não vive de sonhos e por isso não acredita em nada, em ninguém e nem em você mesmo?

Pense nisso. Cuidado! O mundo de hoje só tem lugar para pessoas do "sim". Sucesso.

(Escrito por Prof. Luiz Marins)

Indústria Cosmética não se abalou com a crise

Vejam o vídeo de uma série de matérias que têm passado no Jornal Nacional da Globo, sobre as indústrias que estão crescendo e investindo mesmo com a temida crise mundial. Nesse exemplo fala sobre a Indústria Cosmética: