sexta-feira, 24 de abril de 2009

Surya Brasil lança Gel Antisséptico para as mãos

O único no Brasil com certificação orgânica Ecocert, produto que permite higienizar mãos em qualquer lugar, de maneira rápida e prática , com formulação rica em ingredientes naturais, contém Aloe Vera, Açaí, Juá e álcool orgânico de cereais, e possui Gel com certificação Ecocert, não contém ingredientes agressivos e não foi testado em animais (cruelty free).

Com rotinas atribuladas e dia-a-dia cada vez mais corrido, precisamos de praticidade para a limpeza das mãos, seja quando estamos fora de casa, no transporte, num restaurante, cuidando das crianças ou realizando outras atividades.

Atenta a essa necessidade de higiene e sintonizada com o crescimento do consumo de produtos orgânicos, a Surya Brasil lança o Gel Antisséptico para as Mãos, com formulação natural e certificação orgânica, que elimina 99,99% dos germes de forma rápida e prática.

Além do benefício de acabar com os germes a qualquer hora e lugar, sem a necessidade de água, o Gel Antisséptico para as Mãos deixa as mãos macias, tem fragrância suave e refrescante de menta e lavanda e não deixa sensação de oleosidade.

Sua formulação, à base de álcool orgânico de cereais, contém Aloe Vera, com alto poder de nutrição, hidratação e emoliência; Açaí, conhecido por suas propriedades hidratantes e antioxidantes; e Juá, que proporciona agradável sensação de limpeza e refrescância. O Gel Antisséptico é dermatologicamente testado, sem química agressiva e não é testado em animais (cruelty free).

Gel Antisséptico para as Mãos possui certificação da Ecocert, uma das mais importantes certificadoras de cosméticos ecológicos e orgânicos no mundo, que verifica, através de critérios rigorosos, a fabricação de produtos com respeito pela natureza em todo o processo de produção. O produto não contém parabenos, derivados de petroquímicos, óleo mineral, fragrância sintética ou corantes artificiais.

O novo gel antisséptico da Surya Brasil será vendido em perfumarias, drogarias e farmácias, em duas versões de embalagens: uma prática bisnaga de 60 ml, ideal para levar na bolsa, e embalagem de 200 ml, para deixar em casa ou no trabalho.

Surya Brasil: Criada em 1995, pela sua presidente Clélia Cecília Angelon, a Surya Brasil (www.suryabrasil.com) começou suas atividades na produção de cosméticos naturais e orgânicos, segmento no qual é uma das pioneiras no país. Hoje, a empresa vem ampliando seus segmentos de atuação, com foco maior em bem-estar, e diversificando a linha de produtos, sempre baseando sua filosofia de atuação no trinômio Natureza, Tecnologia e Ayurveda.

Utilizar as riquezas naturais de modo sustentável, selecionar ingredientes não agressivos à saúde e ao meio ambiente, desenvolver ações que beneficiem a sociedade e incentivar o consumo consciente fazem parte da missão da empresa.

Além da sede, em São Paulo, a empresa possui escritórios nos EUA e na Índia e exporta também para Espanha, Portugal, Arábia Saudita, Canadá, Chile, Inglaterra, França, Grécia, Itália, Japão, México, Taiwan, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Suriname, Austrália e Hong Kong, marcando presença num total de 21 países.

A Surya é líder do mercado de henna no Brasil, e no segmento de colorações à base de henna é a primeira opção do consumidor. A empresa fabrica coloração, na versão Pó e Creme, linha de tratamento capilar, como a Fixação da Cor, além das linhas Frutos da Natureza, Surya Orgânica de Frutas, Amazônia Preciosa, Surya Tattoo (tatuagem temporária) e a linha de tratamento de cabelos e coloração para uso profissional.

A empresa mantém o programa Surya Solidária, que desenvolve projetos de sustentabilidade, defesa e proteção dos animais e de seus direitos, preservação do meio ambiente, desenvolvimento da auto-estima da população, capacitação e geração de renda.

Fonte: Portal Fator Brasil

INDÚSTRIA: Queda de 4,4% da produção confirma recessão

A produção industrial nacional caiu 4,4% no primeiro trimestre, na comparação com igual período de 2008, por causa da queda de 26% nas exportações da indústria de transformação. Os setores de veículos, madeira, petróleo e couro e calçados são os mais prejudicados pela retração das vendas externas. Os dados são do estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Radar: Produção, Tecnologia e Comércio Exterior, divulgado ontem.

Os técnicos do Ipea prevêem que a redução do PIB da indústria deve levar a uma retração do PIB do país neste primeiro trimestre. Por isso, o Ipea já confirma uma recessão "técnica" do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, mesmo sem precisar de quanto seria a queda, já que também houve redução do PIB no último trimestre do ano passado. O resultado é reflexo dos efeitos da crise econômica mundial que derrubou a demanda externa e, consequentemente, as exportações brasileiras.

A perda da produção industrial poderá ser menor este ano se for confirmada a previsão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) de redução das vendas externas de 20% para US$ 160 bilhões este ano, ao invés dos 26% previstos pelo instituto, estimou a coordenadora de Política Industrial do instituto, Fernanda De Negri.

O instituto trabalha com perspectiva de crescimento para o PIB em 2009. O diretor de Estudos Setoriais do Ipea, Márcio Wohlers de Almeida, assegura que a economia nacional terá crescimento entre zero e 1%, apesar de o Fundo Monetário Internacional (FMI) prever queda de 1,3% para o PIB do Brasil. As expectativas do instituto, ligado ao Ministério do Planejamento, são menos otimistas do que a do governo que mantém a previsão de aumento de 2%. Na opinião de Almeida, a previsão do FMI é muito pessimista porque as estimativas do organismo "são muito voláteis" e são alteradas a cada semana.

Almeida afirmou que a economia brasileira começa a mostrar sinais de reaquecimento por causa das medidas anticíclicas adotadas pelo governo. Almeida acrescentou que os dados previstos para a economia brasileira "não são tão alarmante" se comparados com as previsões para o Japão e Coréia, que devem reduzir o PIB em 6% e 4%, respectivamente.

A assessora econômica do Mdic, Joana Mostafa, acredita que o mercado interno poderá absorver a oferta de produtos que seria destinada este ano ao mercado externo. E assim, evitar uma queda de 4,5% da produção industrial este ano. Joana disse também que o País está mais "armado" para o enfrentar a crise do que os parceiros da América Latina, graças aos investimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos empréstimos concedidos ao setor produtivo pelo Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES).

Já o economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca, avaliou que a falta de crédito é um dos principais problemas enfrentados pelo setor exportador, principalmente para as médias e pequenas empresas. Ele lembrou que a crise começou a interferir nos resultados das grandes empresas diante da falta de crédito internacional e pela falta de confiança nos mercados. "Depois que a crise começou a prejudicar as empresas de menor porte", disse o economista.

No boletim, os técnicos do Ipea sublinham que a redução das vendas externas tem tido impactos significativos na produção doméstica, que se agrava com a restrição ao crédito ao setor produtivo. "Mesmo com a desvalorização do real, as expectativas para 2009 não são boas", descrevem. Os técnicos do Ipea sugerem ao governo a manutenção da política de incentivos econômicos para aquecer o mercado interno. Pois a redução da taxa Selic provavelmente surtirá efeito nos investimentos apenas em 2010.

Dentre os 22 setores analisados entre janeiro e março, os mais prejudicados são os que possuem forte correlação com o comércio exterior. O primeiro da lista é o de veículos para o qual o estudo do Ipea mostra queda de 51% nas exportações no primeiro trimestre e recuo de 7,7% sobre igual trimestre do ano passado. Logo em seguida vem o de madeira, que apresenta retração de 48% nas exportações entre janeiro e março e recuo de 16,6% na produção industrial do setor, na comparação com o primeiro trimestre de 2008. O segmento de petróleo e combustíveis ocupa o terceiro lugar da lista ao registrar perda de 41% nos embarques externos e de decréscimo de 9,9% na produção. Depois vem couro e calçados com declínio de 40% nas vendas externas e de 14,3% na produção.

Fonte:Gazeta Mercantil

Setor de tintas e vernizes registra consumo recorde

O setor de tintas e vernizes registraram crescimento de 7% no consumo em 2008 na comparação com o ano de 2007. Este incremento corresponde a um consumo total recorde de 376,2 milhões de galões ou mais de 1,35 bilhão de litros, contra 351,5 milhões e quase 1,3 bilhão de litros, respectivamente, consumidos em 2007. O índice de crescimento também é significativo no que se refere ao faturamento do setor, que aumentou 21%, especialmente estimulado pela desvalorização do dólar frente ao real, chegando a US$ 3,34 bilhões. Os dados são do Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp).

Os resultados confirmaram as expectativas e demonstram o potencial de um setor presente em todas as áreas industriais e no cotidiano das pessoas. Não se desprezam os efeitos da crise mundial, porém a manutenção das atividades industriais na maior parte do ano e a menor vulnerabilidade da economia brasileira contribuíram para o desenvolvimento do setor.

O aquecimento dos negócios ocorreu ainda no mercado internacional. As exportações no período atingiram um faturamento de US$ 167,4 milhões, contra US$ 141,8 milhões alcançados em 2007, o que representa uma elevação de 18% no total das transações. Em volume, as vendas externas totalizaram 61.443 toneladas, 6,38% a mais do que no ano anterior.

No que se refere às importações, os números também apresentaram elevação. Foram apurados negócios na ordem de US$ 230,3 milhões ante US$ 165,5 milhões de 2007, um crescimento de 39,1%. No período foram importadas 40.960 toneladas, 21% a mais do que as 33.957 toneladas adquiridas no ano anterior.

As transações realizadas com os países do Mercosul cresceram 21% em comparação a 2007. Foram exportados US$ 73,4 milhões e importados US$ 13,1 milhões.

Segundo a Sitivesp, com a crise mundial que tem afetado segmentos econômicos, as previsões de desenvolvimento nacional tiveram de ser revistas. Ainda assim, a expectativa é de que o desempenho do setor de tintas e vernizes supere o crescimento do país que, neste ano, deve ficar pouco acima de zero. "Nosso segmento acompanha a evolução da economia em geral, crescendo, no mínimo, nos mesmos patamares de desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB)", explica o assessor do Sitivesp, Airton Aparecido Sicolin.

Segundo ele, as novas medidas voltadas ao segmento de habitação - como o programa Minha Casa, Minha Vida - anunciadas pelo Governo Federal, que poderão proporcionar um novo ânimo ao setor da construção, responsável por 65% das vendas de tintas e vernizes. O setor imobiliário deve manter as obras contratadas nos últimos 18 meses em média, que agora entram em fase de acabamento.

Fonte: Monitor Mercantil

Lucro da Natura cresce 76% no 1o Tri

A Natura apurou lucro líquido de R$ 138,8 milhões no primeiro
trimestre deste ano, montante que equivale a uma expansão de 76,6% sobre o total
auferido de janeiro a março de 2008, de R$ 78,6 milhões.

Na mesma comparação, a receita líquida de vendas da empresa de cosméticos
aumentou 26,5%, para R$ 844,7 milhões. O resultado da empresa medido pelo Ebitda
(lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 183,9
milhões no primeiro trimestre, com avanço de 38,0% sobre igual intervalo do ano
passado. A margem Ebitda, que mede a relação entre o Ebitda e a receita líquida,
ficou em 21,8%, ante 20,0% registrado um ano antes.

Os números incluem as operações no Brasil e também no exterior. Considerando
apenas a atuação no Brasil, a receita líquida da Natura aumentou 24,4% no
trimestre, para R$ 783,4 milhões. O lucro líquido das operações domésticas
aumentou 73,5%, para R$ 166,5 milhões.

Em comunicado, a Natura destaca o histórico de resiliência do setor de higiene
pessoal, perfumaria e cosméticos em momentos de crise, além do seu modelo de
negócio baseado em venda direta não dependente de crédito.

Fonte:Valor Online

Kiva Cosméticos leva para fora do país sua linha de clareadores naturais para peles morenas e negras

Os clareadores de pele, nicho pouco atendido pelo mercado brasileiro de cosméticos, mais afeito a atender a demanda por bronzeadores ou protetores solares, já que os brasileiros adoram tomar sol, ganhou uma marca específica: Kiva Cosméticos. Após 2 anos e meio de estudos e investimentos a marca, sediada em Campinas (SP), colocou no varejo, em outubro de 2008, uma linha completa de produtos clareadores para peles morenas e negras que agora chega ao mercado internacional.

A idéia da linha surgiu a partir da sugestão de um grupo de distribuidores europeus em 2005, ao advogado especializado em joint-ventures, fusões e incorporações Paulo Souza Ramos que levou a idéia adiante. Em parceria com o laboratório Casa Siena, desenvolveu uma linha de produtos clareadores à base de biotecnologia, com ativos da Amazônia, condição favorável às exportações.

A escolha do nicho clareadores de pele deveu-se, a princípio, pelo fato de que peles morenas e negras, normalmente mais espessas, resistentes e elásticas do que as peles brancas são mais suscetíveis ao aparecimento de manchas e áreas esbranquiçadas, propensas a formação de quelóides em cicatrizes.

O empresário também se apoiou no fato de que existe uma tendência de crescimento no segmento de produtos étnicos no Brasil e de que o mercado brasileiro direcionado para este setor já provou ter potencial, segundo dados da Associação Brasileira de Indústria, Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos – Abihpec. Além disso, de acordo com levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em 2008, a população negra foi maioria no Brasil, o que atestou a escolha da Kiva.

A escolha da marca por produtos naturais e com ativos da Amazônia, que não incluíssem ácidos ou hydroquinona, partiu da sugestão dos distribuidores e Paulo, que buscava ainda resultados superiores aos produtos convencionais, encontrou, na biotecnologia, juntamente com o laboratório Casa Siena, uma formula que inclui entre outros ativos, Folha de Uva e de Cassis e Flor de Maracujá, que contêm taninos com propriedades adstringentes, para proteger o sistema de elasticidade da pele; Extrato de Licorice, um clareador com ação antioxidante e adstringente; Arbutin, um glicosídeo encontrado na Uva Ursi, que é um potente clareador; Manteiga de Cupuaçu e Óleo de Buriti e de Açaí, além de Aloe Barbadensisum adstringente que regula a função hidro-lipídica da pele.

A Linha Afro é composta por clareadores de pele (rosto e corpo), gel para os seios, loção hidratante facial, creme de massagem corporal e loção hidratante corporal, com fragrância “natureza”. Mas a Kiva Cosméticos cuja proposta é “despertar o belo que existe em você”, também já tem desenvolvida uma linha de clareadores para Todos os Tipos de Pele que será lançada ao longo de 2009. O primeiro deles é um Protetor Solar FPS 33 com hidratante (Veja em Vitrine), para todos os tipos de pele.

Por enquanto a empresa não vai entrar no segmento de perfumaria “preferimos consolidar a marca nos próximos cinco anos, depois desse período vamos buscar outras inovações em outros segmentos de mercado”, declara Paulo Souza Ramos.

A empresa optou pela distribuição em drogarias e lojas de cosméticos. “Esses segmentos permitem uma divulgação qualificada dos produtos e a manutenção do padrão de qualidade que estabelecemos, inclusive de efeito mercadológico”, explica Paulo, que já começou a exportar produtos clareadores para a Europa, França e Portugal. No Continente Africano também já exporta para Benin, Togo, Mali, Congo Brasevile e África Central. Um último contrato de exportação está sendo firmado com a Costa do Marfim, para distribuir os produtos da marca para outros países africanos. “A África é um mercado em franca expansão”, acredita o diretor da Kiva Cosméticos. A empresa também está em negociações com distribuidores da Índia e Dubai.

Numa segunda fase a Ásia, onde a população cultua a pele alva, está nos planos da empresa, mas tudo a seu tempo: “O mercado asiático é imenso na área de cosméticos, principalmente clareadores. Mas nossa maior preocupação é a de não perder a qualidade em momento algum de nossa caminhada e o fator produção é determinante”, pondera.

Fonte: CosmeticosBR

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Risqué lança Spray Secante com Óleo de Orquídea e Omega 6


Risqué (Hypermarcas) acaba de lançar um Spray Secante cuja fórmula combina os benefícios do Óleo de Orquídea, conhecido por suas propriedades reparadoras e com o Ômega 6, que auxilia na hidratação da cutícula e oferece a sensação de maciez da pele.


A formulação garante a secagem instantânea das unhas, além de protegê-las contra poeira, arranhões e borrões. Forma uma fina película protetora para manter a beleza e o brilho do esmalte por mais tempo. A fragrância é suave e agradável.


Assim como todos os itens da Linha de Tratamento Risqué, o spray tem embalagem em lilás, que remete à delicadeza da orquídea cujo óleo de sua flor está presente nos demais itens da linha. O layout moderno e prático permite fácil manuseio e armazenagem. O Spray Secante Risqué pode ser encontrado em frascos de 400 ml e, em média, rende 110 aplicações.


A Linha de Tratamento Risqué com Óleo de Orquídeas é formada por Spray Secante (preço médio sugerido R$ 14,00); Ultrabrilho; Base Fortalecedora, Amolecedor de cutículas, Base 2 em 1; Óleo Secante; Seda Base; Removedor; Esfoliante para os pés; Creme para pernas e pés; Creme para as Mãos e Acetona em solução

Hinode lança ileg, rool-on para pernas cansadas & tensões diárias


A Hinode Cosméticos lança iLEG, um óleo em gel líquido para pernas cansadas e tensões diárias em roll-on iLEG conta com um complexo de ativos de origem vegetal e marinha, destinado a aliviar a sensação de cansaço e o peso das pernas.
De acordo com a empresa, o produto favorece a circulação e descongestiona as pernas, proporcionando sensação de descanso e bem-estar.Seu principal ativo é a Alga Enteromorpha Compressa, rica em Oligossacarídeo Marinho, Sódio, Potássio e Cálcio que, através da auto-regulação reequilibra a pele.A embalagem 2 em 1 de iLEG massageia enquanto é aplicado, através do sistema Roll-on que adere à anatomia do corpo, permitindo que a massagem seja feita em todas as direções e de maneira prática. O Cartucho tem gravação em Braille para pessoas com deficiência visual.
O produto foi usado e aprovado em testes de uso e eficácia durante três meses.Testes dermatológicos, de eficácia e comprovação de atributos mostraram que em 21 dias de uso foram percebidos conforto e melhora após cada aplicação no ombro, pescoço, diminuição de inchaços ou sensibilizações. iLEG é vendido por R$ 45,00.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Dow finaliza a aquisição da Rohm and Haas

Com a aquisição, a Dow cria uma companhia líder global em químicos de especialidades e materiais avançados através da combinação das tecnologias líderes de ambas as empresa, o que gerará um portfólio de negócios de US$ 14 bilhões

A The Dow Chemical Company anunciou no dia 1º de abril a finalização da aquisição da Rohm and Haas. A aquisição faz parte da estratégia da Dow de expandir seu portfólio de produtos de performance e especialidades a fim de alcançar um crescimento mais uniforme nos lucros. A combinação das tecnologias líderes de ambas as empresas, o amplo alcance geográfico e os sólidos canais de mercado gerarão um portfólio diversificado de negócios de US$ 14 bilhões, que será chamado de divisão de Materiais Avançados da Dow. A divisão tem como objetivo alcançar US$ 3 bilhões em oportunidades de crescimento de valor adicional, além de US$ 1, 3 bilhão em sinergias de custo.

“A conclusão dessa transação faz com que a Dow esteja fortemente posicionada para o futuro ao transformar nosso portfólio de negócios”, destacou Andrew N. Liveris, presidente do conselho e CEO da companhia. “Esta é uma data marcante para todos os stakeholders da Dow, no qual assumimos o compromisso de cumprir um plano claro e mensurável voltado a atender às necessidades de nossos investidores, funcionários, clientes e fornecedores, mesmo no ambiente macroeconômico e desafiador que estamos enfrentando atualmente. Nossa primeira tarefa crítica é assegurar uma integração tranquila da Rohm and Haas capaz de maximizar as sinergias e oportunidades oferecidas por essa transação”.

A Rohm and Haas é o elemento-chave na nova divisão de Materiais Avançados da Dow que inclui revestimentos, construção, materiais de especialidades, adesivos e polímeros funcionais e materiais eletrônicos. Para presidente e CEO da divisão, foi nomeado Pierre Brondeau. A partir desta data, as ações ordinárias da Rohm and Haas deixam de ser negociadas em Bolsa.

Aprovações Regulamentares

Em 23 de janeiro de 2009, a Dow chegou a um acordo com a Comissão Federal de Comércio (FTC) norte-americana que permitiu a conclusão da aquisição, desde que certas ações, voltadas à possíveis efeitos anticoncorrenciais, fossem implementadas no prazo de 240 dias a partir da conclusão da negociação, como a venda da fábrica de ácido acrílico e ésteres em Clear Lake, no Texas, e os negócios relacionados de ácido acrílico glacial, acrilato de butila e acrilato de etila nas Américas do Norte, Central e do Sul; dos negócios de látex de especialidades de Sistemas de Emulsão UCAR na América do Norte e dos negócios de pigmentos plásticos promotores de opacidade na América do Norte (também conhecido como negócios de pigmentos plásticos opacificantes) O acordo também inclui uma Ordem para Hold Separate (“Aguardar em Separado”), que exige que a Dow mantenha a competitividade de seus negócios até que eles sejam vendidos e para assegurar que informações confidenciais não sejam passadas entre esses negócios e outros negócios da empresa.

A companhia já deu início aos procedimentos para atender à decisão da FTC e está buscando ativamente compradores para os negócios impactados. O processo de aquisição já havia recebido a liberação regulatória da Comissão Européia em 08 de janeiro de 2009.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Especialistas em fragrâncias estão de olho no mercado orgânico

Dois dos maiores fornecedores de fragrâncias anunciaram independentemente que estão fazendo progressos na criação de aromas orgânicos. A CPL Aromas desenvolveu o que chama uma linha ‘compreensiva’ de 100% fragrâncias orgânicas que tem sido amplamente creditadas pelo corpo de certificação do Reino Unido The Soil Association.O ceo da empresa, Chris Pickthall, creditou a origem das matérias primas como sendo a parte mais desafiante do processo, declarando: “a paleta global atualmente disponível de materiais orgânicos é crescente mas muito mais restrita do que uma paleta de perfumes padrão.”

Enquanto isso, a Symrise foi premiada, pela USDA com a certificação Orgânica do Programa Orgânico Nacional (NOP) em concordância com os padrões do Departamento americano de Agricultura. “A certificação US nos permite fazer mais do que apenas garantir alta qualidade para nossos clientes, ela também nos permite nos responsabilizarmos pelas fontes que estão em nossos produtos,” comentou Achim Daub, presidente global da Symrise Scent & Care.De acordo com a Symrise, a produção das três primeiras fragrâncias orgânicas poderia começar dentro de um mês em suas duas instalações de produção certificada em Nova Jersey.

Fonte:Cosmeticos.br

Aumenta valor do consumo brasileiro em higiene e beleza

O Latin Panel, que acompanha semanalmente os hábitos de compras de 70 categorias de produtos não duráveis em 8,2 mil domicílios brasileiros, divulgou estudo em que revela que na cesta de higiene pessoal e beleza do consumidor brasileiro os gastos com marcas mais caras passaram de 44% em 2007 para 49% em 2008.

A migração pelo consumidor brasileiro de marcas premium por outras de médio e baixo custo se deu na categoria de produtos de limpeza. Em 2007, 29% do valor de compras de produtos de limpeza era de marcas de baixo preço. Em 2008, essas marcas passaram a representar 35%. A mostra representa 91% do potencial de consumo do país.“São as pequenas indulgências, os gastos que o consumidor se permite fazer para recompensa pessoal”, diz Fátima Merlin, diretora de varejo da LatinPanel e coordenadora do estudo, em entrevista ao portal InfoMoney.

Fonte:Cosmeticos.br

quinta-feira, 2 de abril de 2009

País crescerá 2% em 2009, diz Ipea


A economia brasileira crescerá este ano – ainda que pouco – uma vez que o pior da crise financeira global já passou. É o que diz a Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada hoje, em Brasília.

O instituto prevê que a economia crescerá 2% este ano, com intervalo de 0,5 ponto percentual para cima ou para baixo. "Este resultado é reflexo de uma trajetória de recuperação ao longo do ano, em que o PIB cresceria a taxas mais expressivas a partir do segundo semestre", diz um trecho do documento.
As projeções para o crescimento brasileiro estão baseadas em fatores como o aumento dos investimentos referentes às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o lançamento do programa habitacional do governo, o aumento da renda disponível devido à criação de novas alíquotas do Imposto de Renda Pessoa Física e a mais 1,3 milhão de famílias beneficiadas no programa Bolsa Família.

O Ipea ainda prevê que o déficit em transações correntes ficará entre US$ 25 bilhões e US$ 18 bilhões e que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá ficar entre 3,7% e 4,7% – um pouco abaixo da meta de 4,5% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano.

As próximas Cartas de Conjuntura serão divulgadas em junho, setembro e dezembro.

Yakult encerra atividades na área de cosméticos no Brasil



A Yakult decidiu encerrar as atividades relacionadas à produção e comercialização de cosméticos no Brasil. “A decisão foi tomada por questões estratégicas, uma vez que a Yakult do Brasil pretender concentrar todos os esforços comerciais na área de alimentos, principal negócio da companhia em todo o mundo”, afirma o diretor presidente da empresa Masahiko Sadakata, em nota à imprensa.

A Yakult Cosmetics começou as atividades no Brasil há cerca de 10 anos, com uma linha de produtos importada do Japão, no sistema de venda direta. Apesar da nacionalização da produção ocorrida nos últimos anos – com a unidade em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo – a área deixou de ser interessante para a companhia, por causa da crise econômica e da alta nos custos de importação de matéria-prima, informa a empresa. Apesar da decisão, todos os pedidos existentes em carteira “serão rigorosamente entregues”, diz o comunicado.

Líder no segmento de leite fermentado, a Yakult registrou crescimento global de 10% em 2008, com receita líquida de R$ 272.717 milhões, ante R$ 236.033 em 2007. Não há números específicos para a área de cosméticos. A decisão de fechar a fábrica em São Bernardo do Campo foi tomada no fim de 2008. Segundo o diretor presidente, boa parte dos profissionais que atuavam na divisão foram remanejados para a área de alimentos. “Até mesmo as revendedoras autônomas que atuavam com cosméticos da Yakult poderão passar a comercializar os produtos da linha alimentícia, se quiserem”, afirma Sadakata.

Chega ao mercado a Purangy Cosméticos



Com sede implantada no município de Novo Airão AM, onde realiza um trabalho junto às comunidades ribeirinhas, a empresa acaba de inaugurar seu escritório comercial em Atibaia SP.

Nessa fase inicial, a Purangy conta com um portfólio de 20 produtos – entre itens para cabelos, fragrâncias e maquiagem.

Os produtos são comercializados no sistema de venda direta. “Estamos recrutando consultoras, investindo em treinamento e apresentando o conceito da empresa e dos produtos”, diz a diretora comercial, Mari Takebayashi.

Os lançamentos acontecerão em ciclos de dois meses, informa a diretora, para quem “um momento de crise é também um momento especial para grandes oportunidades”.

Em Novo Airão a empresa desenvolve um projeto junto às comunidades ribeirinhas, com a coleta e processamento de sementes encontradas na natureza. “As comunidades são incentivadas a manter a cultura e costumes locais, porém agregamos novos conhecimentos tecnológicos aos processos de extração e beneficiamento das sementes”, informa a Purangy.

A “primeira empresa de biocosméticos da Amazônia”, como ressalta a empresa, ainda utiliza a tecnologia de logística reversa: um processo de recolhimento e reciclagem das embalagens usadas pelos clientes. Todos os produtos têm embalagem PET, 100% recicláveis.

Kappa lança modelo especial de chuteira para mulheres




No mês em que se comemorou o Dia Internacional da Mulher, e para prestigiar a ala feminina do futebol, que ganha cada vez mais espaço, a Kappa apresenta sua linha exclusiva de chuteiras. Adaptadas aos tamanhos femininos, os calçados possuem cores delicadas como rosa e lilás.

Entre os três modelos de chuteiras, destaque para a Fuoco. Confeccionada em couro sintético, ela é leve e possui acabamento em material metalizado, que dá um toque fashion ao calçado. O solado de borracha natural apresenta pontos de giro e canaletas estrategicamente localizadas nos locais de dobramento, proporcionando mais flexibilidade aos pés. As cores disponíveis são: branco/violeta/prata e branco/roxo.

Para se proteger da crise, brasileiro substitui marcas e reduz consumo




Para ajustar o orçamento doméstico, o consumidor brasileiro está adotando novas atitudes no momento das compras, como a substituição de marcas, produtos e redução no consumo de determinados itens, diz pesquisa realizada pelo instituto LatinPanel.

De acordo com o levantamento, uma das principais mudanças é a migração de marcas premium para outras de médio e baixo custo.

Produtos de limpeza, bebidas e alimentos foram os segmentos nos quais essas mudanças aconteceram com mais intensidade. Entre os produtos que os brasileiros mais abriram mão da marca para gastar menos, estão manteiga, detergente em pó, desodorantes e creme de leite.

Ainda segundo a pesquisa, o volume de compras das famílias brasileiras cresceu com menor intensidade no ano passado (2%), em comparação com o ano imediatamente anterior (4%).

No entanto, mesmo com a diminuição dos gastos, os brasileiros ainda buscam conciliar custo e benefício ou até continuar pagando mais caro em algumas categorias de produtos, diz a LatinPanel. É o caso, por exemplo, dos itens de higiene pessoal e beleza, em que os gastos com marcas premium saltaram de 44%, em 2007, para 49%, em 2008. "São as pequenas indulgências, os gastos que o consumidor se permite fazer para recompensa pessoal", afirmou a coordenadora do estudo e diretora de varejo da empresa, Fátima Merlin, em entrevista ao portal InfoMoney.