quarta-feira, 27 de maio de 2009
Dia quente na FCE 2009
O stand da Dinaco/Lubrizol superou todas as expectativas e teve um movimento intenso durante todo o segundo dia de FCE 2009. Recebemos visitas de inúmeros clientes que vieram conferir as novidades e vários clientes em potencial de várias partes do país. Com um stand moderno e focando em produtos orgânicos e verdes temos mostrado alternativas ao mercado de produtos com preços competitivos e totalmente em linha com as preocupações com meio ambiente e sustentabilidade.


Tendências do mercado de cosméticos
A Dinaco na FCE 2009 vem apresentar 10 tendências do mercado de cosmético e formulações exclusivas usando produtos que a Dinaco representa que exemplificam essa tendência. Tem sido um sucesso muito grande entre os visitantes do nosso stand e o pessoal do Centro de Inovação tem incansavelmente explicado e demonstrado cada uma das novidades.
Stand da Dinaco na FCE 2009
A FCE deste ano vem reforçar a parceria de mais de 60 anos com a Lubrizol Noveon e celebrar recentes representações da Dinaco, como a Schuelke, Setalg e Cabot.
terça-feira, 26 de maio de 2009
FCE 2009
Começa hoje em São Paulo. a FCE, a maior feira de cosméticos da América Latina. Mais uma vez a Dinaco está presente na feira com um stand em parceria com a Lubrizol. Será um quarteirão inteiro de Dinaco/Lubrizol. Nosso tema principal será a Linha Verde. Divulgaremos os produtos vendidos pela Dinaco que são naturais e/ou possuem o selo atestando que são orgânicos. O objetivo é mostrar a preocupação da empresa com o meio ambiente e com a sociedade. O Centro de Inovação (departamento chave desse evento) está preparando tendências diversificadas para apresentar ao público. Muitas surpresas e diversos produtos estão sendo preparados.
Vale à pena conferir: Stand 340
Aproveitando a feira a Dinaco lança também seu novo site http://www.dinaco-sa.com.br redesenhado para dar maior usabilidade e comodidade aos nossos clientes.
Vale à pena conferir: Stand 340
Aproveitando a feira a Dinaco lança também seu novo site http://www.dinaco-sa.com.br redesenhado para dar maior usabilidade e comodidade aos nossos clientes.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Brasileiro é o que mais gasta com cosmético
Os brasileiros são os que mais gastam com cosméticos, se comparados com consumidores de outros países da América do Sul. Enquanto no Brasil a despesa média anual com tais produtos é de US$ 116,20 por pessoa, no Chile o consumo per capita fica em US$ 96,50 e, na Argentina, US$ 74,90. É o que diz o estudo da empresa de consultoria Euromonitor e do jornal chileno Estrategia. O Brasil é também o país que mais gasta com remédios sem receita: US$ 27,20 por pessoa a cada ano.
-Fonte: Jornal Destak
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Novelprint introduz rótulo para decorar bisnagas plásticas
As vantagens, de acordo com a empresa, são: flexibilidade maior na produção dos produtos, já que um único modelo de bisnaga pode ser decorado com diferentes versões de rótulos. “Consequentemente há uma economia na produção, menos itens de estoque e produção de bisnagas rotuladas just-in-time, permitindo prazos menores e assim, maior flexibilidade para o atendimento ao mercado.
“Os fabricantes estão mais acostumados com as embalagens impressas em rotogravura, silk screen ou off-set. A migração para o rótulo é uma questão de tempo”, acredita Osvaldo Belintani, superintendente técnico da Novelprint.
As características técnicas e de acabamento gráfico também são vantajosas: “O material se adapta com facilidade, é resistente ao manuseio e permite o uso de recursos de impressão mais elaborados, como o hot stamping, cromias e degradés”, aponta Belintani.
Fornecidos em bobinas, os rótulos da Novelprint podem ser impressos em até dez cores, com diversas tecnologias de impressão e acabamentos. Além dos autoadesivos, a empresa oferece uma solução completa para rotulagem de bisnagas, como o sistema de aplicação automático e a assistência técnica permanente.
Avon entra no segmento de coloração permanente a partir do Brasil
Atenta as oportunidades de um mercado que movimentou 1,2 bilhão de reais em 2008, segundo dados da Abihpec – Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos –, a Avon desenvolveu um Centro de Excelência em coloração no país para servir de base para o lançamento dos produtos da nova marca em outros países da América Latina, também grandes consumidores de coloração e de modo geral também pouco afetados pela crise.
O lançamento marca a entrada da Avon no segmento de coloração permanente e reforça a continuidade da estratégia da marca. “Nosso objetivo é atrair novas consumidoras e também aumentar as oportunidades de lucro para as mais de um milhão de Revendedoras autônomas da nossa marca, em todo o Brasil”, destaca Luis Felipe Miranda, presidente da Avon no País.
De acordo com ele a nova marca de coloração, primeira em venda direta, deverá ser lançada ao longo de 2009/2010 na América Latina, mas ainda não tem data prevista para o lançamento em outras regiões do mundo. “Estes mercados serão mercados teste decisivos para a marca”, disse Luis Felipe Miranda ao cosméticos br.
Pesquisas apontaram que as mulheres brasileiras além de colorir os cabelos, tendem a realizar os procedimentos de coloração em casa. Por isso a nova marca de coloração - a primeira em venda direta - é destinada principalmente a este público. “O mercado de coloração tem alta penetração no Brasil – de acordo com as pesquisas, a cada 10 mulheres, 8 colorem os cabelos e, dessas, mais da metade, 52%, fazem isso em casa”, conta Elisabete Rodrigues, gerente da categoria de Cuidados dos Cabelos e Pessoais, da Avon no Brasil. Os dados são de pesquisa quantitativa do Instituto Ipsos, com 999 mulheres de 15 a 64 anos, nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Ribeirão Preto. “Esse dado só destaca o potencial do mercado. A Avon entra no segmento de coloração permanente (86% do mercado de coloração) oferecendo às mulheres um produto com alta tecnologia, para que elas tenham em casa, a mesma qualidade oferecida em um salão de beleza”, destaca Elisabete.
Advance Techniques conta com o sistema de tratamento Salon Dual Care, antes, durante e depois da coloração dos cabelos. O tratamento protetor pré-coloração foi desenvolvido para impermeabilizar o fio, evitar o ressecamento e garantir a distribuição uniforme da cor. Foram utilizados micropigmentos cristalizados especiais na coloração para permitir que a cor penetre mais profundamente nos fios, proporcione cor intensa, duradoura e com cobertura de fios brancos. Para manter os cabelos brilhantes, macios e com a cor viva por mais tempo, a fórmula do tratamento pós-coloração inclui o complexo Hidra-Karité, formado por polímeros condicionadores e manteiga de karité. O produto possui ainda Filtro UV. A fórmula é cremosa, não escorre e a remoção do produto é fácil.
Cientistas da Avon América Latina conduziram testes em 720 consumidoras de vários países da América Latina, após análises toxicológicas, microbiológicas e testes clínicos. Foram empreendidas também avaliações por profissionais especializados, em salões de beleza da Argentina, Brasil, México, Venezuela e Colômbia e o teste de auto-aplicação foi feito pelas consumidoras voluntárias. Em todos eles a coloração recebeu aprovação em quesitos como padrão, fidelidade das cores e a efetividade do pré, durante e pós-tratamentos após 15, 30 e 45 dias.
São 28 tonalidades, que variam entre os loiros, castanhos, vermelhos e escuros. A atriz Ana Paula Arósio e o cabeleireiro Marco Antonio de Biaggi vão estrelar a campanha de lançamento da nova marca que contará com anúncios em todas as revistas femininas, merchandising e filme em TV, produzido para toda América Latina. O filme mostra um verdadeiro salão de beleza, com tudo que as mulheres mais gostam, dentro da residência da personagem, o que reforça a proposta do lançamento da Avon: proporcionar as consumidoras os benefícios e resultados dos salões de beleza, em casa.
A atriz também vai figurar, a partir de Junho, nos folhetos da Avon promovendo a nova marca de coloração, que terá preço intermediário de R$ 15,99, e, durante o lançamento o preço promocional de R$12,99. Além disso, um hotsite - www.coloracaoavon.com.br - foi especialmente desenvolvido para esclarecer detalhes sobre o produto e simular a troca de cor dos cabelos dos consumidores.
-Fonte: CosmeticosBR
IPI menor garante vendas da Rhodia
São Paulo, 5 de Maio de 2009 - Com 13% de seu faturamento no Brasil proveniente do segmento de plásticos de engenharia, no qual o grande foco é a indústria automobilística, a Rhodia afirma que desde novembro vem sofrendo com a desaceleração do setor. O presidente da companhia, Marcos Demarchi, porém, afirma que o movimento do primeiro trimestre empatou com o resultado dos últimos três meses de 2008. "Mas enquanto no ano passado tivemos uma queda, neste ano estamos em recuperação, o que no final dá um empate", afirma.
A Rhodia tem uma capacidade de produção de 50 mil toneladas de produtos nesta área por ano, e 11% disso para exportação. O restante fica no mercado brasileiro. Ao todo, a capacidade de produção de poliamidas da companhia chega a 90 mil toneladas/ano. "Projeções agora só de quinze em quinze dias, porque é difícil fazer qualquer estimativa de longo prazo", afirma o diretor da Rhodia Plásticos de Engenharia e Polímeros América Latina, Francisco Weffort.Segundo os executivos, a redução de IPI deu um suporte para manter as vendas no primeiro trimestre e deve permanecer no segundo. O efeito ainda não é sentido nos pedidos do segmento de linha branca.
"No ano passado, chegamos a 105% de nossa capacidade e a partir da crise ficamos em 80%, e devemos continuar nesse patamar nos próximos dois meses", diz Demarchi. Enquanto isso, em regiões como América do Norte e Europa a capacidade não sai de 60%."Brasil e Ásia, certamente, estão saindo da crise um pouco antes de Europa e Estados Unidos. Se isso será sustentável ainda não sabemos".Algumas áreas da Rhodia não foram tão afetadas como têxtil, acetato para filtros de cigarros e produtos químicos voltados para cuidados pessoais.
Do total do faturamento de ? 4,8 bilhões da Rhodia em todo o mundo, o Brasil responde hoje por US$ 1,2 bilhão (precisa converter tudo para a mesma moeda viu). Hoje deste total, a subsidiária local exporta cerca de 30%.O foco do trabalho de plásticos de engenharia, que estão sendo mostrados durante a 12ª Brasilplast, feira do setor de plásticos, em São Paulo, são os produtos que podem tornar os carros cada vez mais leves. "Nosso objetivo é substituir o metal, reduzindo assim o peso e, consequentemente, o consumo de combustível e a emissão de poluentes", afirma Weffort.
Um dos exemplos disso é o novo bico de injeção eletrônica de combustível, o Technyl A 118 V33 LP. Substituindo o aço no revestimento exterior, o produto reduziu em 30% o peso dessa peça, permitindo ganhos ambientais, reduzindo em 18% a emissão de hidrocarbonetos. A Brasilplast, quinta maior feira do setor no mundo, é considerada a grande vitrine da indústria brasileira do plástico, uma vez que 20% do movimento da indústria no ano está relacionado ao evento. Cerca de 75% dela apresenta novidades do setor de máquinas, um dos mais afetados pela falta de crédito. Mas, segundo Wilson Carnevalli, da Abimaq, a queda "não foi tão grande quanto se esperava".
(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 5)(Anna Lucia França)
A Rhodia tem uma capacidade de produção de 50 mil toneladas de produtos nesta área por ano, e 11% disso para exportação. O restante fica no mercado brasileiro. Ao todo, a capacidade de produção de poliamidas da companhia chega a 90 mil toneladas/ano. "Projeções agora só de quinze em quinze dias, porque é difícil fazer qualquer estimativa de longo prazo", afirma o diretor da Rhodia Plásticos de Engenharia e Polímeros América Latina, Francisco Weffort.Segundo os executivos, a redução de IPI deu um suporte para manter as vendas no primeiro trimestre e deve permanecer no segundo. O efeito ainda não é sentido nos pedidos do segmento de linha branca.
"No ano passado, chegamos a 105% de nossa capacidade e a partir da crise ficamos em 80%, e devemos continuar nesse patamar nos próximos dois meses", diz Demarchi. Enquanto isso, em regiões como América do Norte e Europa a capacidade não sai de 60%."Brasil e Ásia, certamente, estão saindo da crise um pouco antes de Europa e Estados Unidos. Se isso será sustentável ainda não sabemos".Algumas áreas da Rhodia não foram tão afetadas como têxtil, acetato para filtros de cigarros e produtos químicos voltados para cuidados pessoais.
Do total do faturamento de ? 4,8 bilhões da Rhodia em todo o mundo, o Brasil responde hoje por US$ 1,2 bilhão (precisa converter tudo para a mesma moeda viu). Hoje deste total, a subsidiária local exporta cerca de 30%.O foco do trabalho de plásticos de engenharia, que estão sendo mostrados durante a 12ª Brasilplast, feira do setor de plásticos, em São Paulo, são os produtos que podem tornar os carros cada vez mais leves. "Nosso objetivo é substituir o metal, reduzindo assim o peso e, consequentemente, o consumo de combustível e a emissão de poluentes", afirma Weffort.
Um dos exemplos disso é o novo bico de injeção eletrônica de combustível, o Technyl A 118 V33 LP. Substituindo o aço no revestimento exterior, o produto reduziu em 30% o peso dessa peça, permitindo ganhos ambientais, reduzindo em 18% a emissão de hidrocarbonetos. A Brasilplast, quinta maior feira do setor no mundo, é considerada a grande vitrine da indústria brasileira do plástico, uma vez que 20% do movimento da indústria no ano está relacionado ao evento. Cerca de 75% dela apresenta novidades do setor de máquinas, um dos mais afetados pela falta de crédito. Mas, segundo Wilson Carnevalli, da Abimaq, a queda "não foi tão grande quanto se esperava".
(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 5)(Anna Lucia França)
Pacote habitacional dá fôlego a construtoras
SÃO PAULO, 13 de maio de 2009 – A construtora Tenda, que atua no segmento popular, encerrou o primeiro trimestre deste ano com uma queda de 37,1% em seu lucro líquido, que chegou a R$ 11,04 milhões. Controlada pela Gafisa desde setembro do ano passado, a empresa está tentando se livrar de despesas administrativas muito pesadas, afirma o diretor de relações com investidores Paulo Mazzali. Com foco no segmento popular, a Tenda criou novo ânimo desde o lançamento, no mês passado, do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.
“Crescemos muito ao longo de 2008 e agora temos dois caminhos a serem seguidos: aumentar a linha de receita e elevar a eficiência na estrutura de vendas”, diz.
As despesas comerciais subiram 25,1%, de R$ 18,8 milhões no primeiro trimestre de 2008 para R$ 23,5 milhões no mesmo período deste ano. As despesas comerciais representaram 9,3% do volume de vendas contratadas do período contra 7,7% de janeiro a março de 2008. “Deixamos a casa relativamente arrumada no começo do ano, mas vamos buscar mais eficiência”, diz Mazzali.
A Tenda, contando com a continuidade na instabilidade econômica no primeiro trimestre, decidiu priorizar a venda de unidades em estoque. Começou o ano com um estoque de R$ 1,1 bilhão e de janeiro a março comercializou R$ 252 milhões. “Lançamento não é o foco agora; deve voltar a ser feito no segundo semestre.”
Para a Tenda, o pacote do governo – que prevê investimentos de mais de R$ 30 bilhões na construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda entre um e 10 salários mínimos – fez ressurgir a demanda. Hoje com produtos para famílias com renda entre três e 10 salários, a empresa quer entrar no segmento de um a três.
Eztec
A Eztec, focada nas classes média, média alta e setor corporativo, começa a sentir benefícios do programa do governo. “Independentemente de lançamentos, com o programa 74% a mais do nosso estoque passou a se encaixar nos novos limites do SFH e do FGTS”, diz o diretor financeiro e de relações com investidores, Emílio Fugazza.
A companhia, que reduziu o ritmo de lançamentos já em março de ano passado, encerrou o primeiro trimestre deste ano com um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de R$ 36,3 milhões, alta de 148,8%. A margem Ebitda subiu 11,1 pontos percentuais para 34,8%. “Passamos a lançar somente o que tinha uma demanda formada (pelo menos 50%)”, afirma Fugazza.
No primeiro trimestre a empresa reduziu em 50,5% os lançamentos, que chegaram a R$ 54,4 milhões. No período lançou um empreendimento comercial que com valor potencial de vendas próprio de R$ 54,4 milhões teve 80% das unidades vendidas na semana de lançamento. Hoje, a Eztec tem 19 empreendimentos em construção e um lançamento programado para sexta-feira. Com valor potencial de R$ 235,4 milhões, será o maior projeto já lançado pela Eztec. No período, a receita líquida da Eztec cresceu 69,4 % para R$ 104,5 milhões e o lucro líquido 71,5% para R$ 39,4 milhões.
(Valéria Serpa Leite – Gazeta Mercantil)
“Crescemos muito ao longo de 2008 e agora temos dois caminhos a serem seguidos: aumentar a linha de receita e elevar a eficiência na estrutura de vendas”, diz.
As despesas comerciais subiram 25,1%, de R$ 18,8 milhões no primeiro trimestre de 2008 para R$ 23,5 milhões no mesmo período deste ano. As despesas comerciais representaram 9,3% do volume de vendas contratadas do período contra 7,7% de janeiro a março de 2008. “Deixamos a casa relativamente arrumada no começo do ano, mas vamos buscar mais eficiência”, diz Mazzali.
A Tenda, contando com a continuidade na instabilidade econômica no primeiro trimestre, decidiu priorizar a venda de unidades em estoque. Começou o ano com um estoque de R$ 1,1 bilhão e de janeiro a março comercializou R$ 252 milhões. “Lançamento não é o foco agora; deve voltar a ser feito no segundo semestre.”
Para a Tenda, o pacote do governo – que prevê investimentos de mais de R$ 30 bilhões na construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda entre um e 10 salários mínimos – fez ressurgir a demanda. Hoje com produtos para famílias com renda entre três e 10 salários, a empresa quer entrar no segmento de um a três.
Eztec
A Eztec, focada nas classes média, média alta e setor corporativo, começa a sentir benefícios do programa do governo. “Independentemente de lançamentos, com o programa 74% a mais do nosso estoque passou a se encaixar nos novos limites do SFH e do FGTS”, diz o diretor financeiro e de relações com investidores, Emílio Fugazza.
A companhia, que reduziu o ritmo de lançamentos já em março de ano passado, encerrou o primeiro trimestre deste ano com um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de R$ 36,3 milhões, alta de 148,8%. A margem Ebitda subiu 11,1 pontos percentuais para 34,8%. “Passamos a lançar somente o que tinha uma demanda formada (pelo menos 50%)”, afirma Fugazza.
No primeiro trimestre a empresa reduziu em 50,5% os lançamentos, que chegaram a R$ 54,4 milhões. No período lançou um empreendimento comercial que com valor potencial de vendas próprio de R$ 54,4 milhões teve 80% das unidades vendidas na semana de lançamento. Hoje, a Eztec tem 19 empreendimentos em construção e um lançamento programado para sexta-feira. Com valor potencial de R$ 235,4 milhões, será o maior projeto já lançado pela Eztec. No período, a receita líquida da Eztec cresceu 69,4 % para R$ 104,5 milhões e o lucro líquido 71,5% para R$ 39,4 milhões.
(Valéria Serpa Leite – Gazeta Mercantil)
Quadrimestre sinaliza ano de vendas estáveis no setor automobilístico
São Paulo, 5 de Maio de 2009 - Com o emplacamento de 902.688 veículos (incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) a indústria automobilística garantiu no quadrimestre o segundo melhor resul-tado de vendas de todos os tempos.
A diferença para 2008 (909.195 unidades) - o melhor ano do setor automotivo - é de 6.507 unidades, o que representa uma redução de apenas 0,72%. Anualizadas, as vendas de maio de 2008 a abril de 2009 somam 2,813 milhões de veículosEm abril, com apenas 19 dias úteis, as vendas superaram as estimativas, ao fechar com 234.426 veículos. O total de veículos vendidos no dia 29 (15.391 unidades) e no dia 30 (17.317 unidades) foram muito acima da média diária, que registra 11 mil unidades.Outro fator positivo é a quantidade de veículos que ficaram estocados nas fábricas e nas concessionárias - 160 mil unidade.
Março fechou com 165 mil veículos no estoque. "Com a explosão nas vendas em março, por causa da expectativa de manter o corte no IPI, não se espera que as vendas superassem 200 mil unidades em abril", comentou analista do mercado.
"Se não fossem os feriados, o resultado seria igual a março, que vendeu 271 mil unidades"."Com a ajuda do IPI, que garantiu redução nos preços, promoções das montadoras e a redução nas taxas de juros, a indústria automobilística está conseguindo enfrentar a turbulência da crise mundial, com vendas estáveis no mercado nacional", afirmou Wilson Rocha, diretor de vendas e engenharia da TRW Automotive.Mercado de caminhõesNo mercado de caminhões, as vendas totalizaram 8.224 unidades em abril, volume 3% menor em relação a março (8.480), segundo dados preliminares do mercado.Mesmo com um volume menor em relação a março o emplacamento de abril foi o segundo melhor da história para o setor de caminhões .
Em relação a 2008 o volume ficou 23% abaixo, porém apresentou ganho de 11% sobre 2007.A Mercedes-Benz emplacou 2.300 caminhões e ficou com 28% de participação. A Volkswagen vendeu 2.298 caminhões e sua fatia foi de 27,9%. A Ford licenciou 1.581 unidades e ficou com 19,2%. A Iveco vendeu 471 unidades e 5,7% do mercado. A Scania 728 unidades e 8,8%.InadimplênciaSegundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), de janeiro a março 53% das vendas de caminhões ocorreram por meio de Finame, 21% por leasing, 12% por CDC, e 3% por meio de consórcio.
Já as vendas de automóveis nos três primeiros meses do ano 59% foram a prazo. A inadimplência geral acima de 90 dias em março permaneceu em alta, chegando a 5,1% Em fevereiro, estava em 4,8%.
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 8)(Sonia Moraes)
A diferença para 2008 (909.195 unidades) - o melhor ano do setor automotivo - é de 6.507 unidades, o que representa uma redução de apenas 0,72%. Anualizadas, as vendas de maio de 2008 a abril de 2009 somam 2,813 milhões de veículosEm abril, com apenas 19 dias úteis, as vendas superaram as estimativas, ao fechar com 234.426 veículos. O total de veículos vendidos no dia 29 (15.391 unidades) e no dia 30 (17.317 unidades) foram muito acima da média diária, que registra 11 mil unidades.Outro fator positivo é a quantidade de veículos que ficaram estocados nas fábricas e nas concessionárias - 160 mil unidade.
Março fechou com 165 mil veículos no estoque. "Com a explosão nas vendas em março, por causa da expectativa de manter o corte no IPI, não se espera que as vendas superassem 200 mil unidades em abril", comentou analista do mercado.
"Se não fossem os feriados, o resultado seria igual a março, que vendeu 271 mil unidades"."Com a ajuda do IPI, que garantiu redução nos preços, promoções das montadoras e a redução nas taxas de juros, a indústria automobilística está conseguindo enfrentar a turbulência da crise mundial, com vendas estáveis no mercado nacional", afirmou Wilson Rocha, diretor de vendas e engenharia da TRW Automotive.Mercado de caminhõesNo mercado de caminhões, as vendas totalizaram 8.224 unidades em abril, volume 3% menor em relação a março (8.480), segundo dados preliminares do mercado.Mesmo com um volume menor em relação a março o emplacamento de abril foi o segundo melhor da história para o setor de caminhões .
Em relação a 2008 o volume ficou 23% abaixo, porém apresentou ganho de 11% sobre 2007.A Mercedes-Benz emplacou 2.300 caminhões e ficou com 28% de participação. A Volkswagen vendeu 2.298 caminhões e sua fatia foi de 27,9%. A Ford licenciou 1.581 unidades e ficou com 19,2%. A Iveco vendeu 471 unidades e 5,7% do mercado. A Scania 728 unidades e 8,8%.InadimplênciaSegundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), de janeiro a março 53% das vendas de caminhões ocorreram por meio de Finame, 21% por leasing, 12% por CDC, e 3% por meio de consórcio.
Já as vendas de automóveis nos três primeiros meses do ano 59% foram a prazo. A inadimplência geral acima de 90 dias em março permaneceu em alta, chegando a 5,1% Em fevereiro, estava em 4,8%.
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 8)(Sonia Moraes)
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