quinta-feira, 29 de abril de 2010

Lucro da Natura aumenta 2% no 1º trimestre

A Natura registrou lucro de R$ 141,6 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2009 (R$ 138,7 milhões). A receita líquida no Brasil aumentou 22,3%, para R$ 942,4 milhões. Nas operações internacionais, o faturamento líquido totalizou R$ 72 milhões, num crescimento de 37%. O aumento de 2% é reflexo, segundo a Natura, do impacto de uma maior alíquota efetiva de imposto de renda em 2010. No primeiro trimestre, a empresa pagou R$ 73,9 milhões em imposto de renda e contribuição sindical, contra R$ 32,8 milhões desembolsados nos primeiros três meses do ano passado. A receita líquida teve elevação de 21,7% (para R$ 1,014 bilhão) e o resultado do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) foi positivo em R$ 243,5 milhões, o equivalente a um aumento de 29,5% em relação ao primeiro trimestre de 2009. O número de consultoras chegou a 885,1 mil, um aumento de 19,3% na comparação anual. De janeiro a março foram lançados 14 produtos. A empresa informa que deverá investir R$ 250 milhões ao longo deste ano no Brasil, com prioridade para capacidade logística e sistemas de informação.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Treinamento Schulke-Dinaco em Sistemas Livres de Parabeno, Triclosan e Conservantes

Ocorreu ontem, 27/04, no auditório do prédio da Dinaco, o treinamento exclusivo para clientes sobre Sistemas Livres de Parabeno, Triclosan e Conservantes oferecido pela Schulke. O palestrante foi Aurélio Granata, diretor da filial Italiana da Schulke, que fez uma apresentação sobre o que existe de mais moderno em sistemas conservantes para cosméticos.



segunda-feira, 26 de abril de 2010

Só três países cresceram no top ten de HPPC em 2009

Para quem ainda duvida do vigor do Brasil no mercado mundial de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, de acordo com o Euromonitor, o país não só ocupa a terceira posição no top ten global, como está entre os três únicos países que registraram resultados positivos em 2009. O crescimento brasileiro de 3,2% só não foi melhor que o da China, 10,4%, e do Japão, 6,6%. Confira o quadro divulgado pela Abihpec. O Brasil é o primeiro mercado em desodorante; segundo em produtos infantis, produtos masculinos, higiene oral, proteção solar, perfumaria e banho; terceiro em produtos para cabelos e maquiagem; sexto em skin care, e oitavo em depilatórios.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Avon diversifica negócios e revê modelo produtivo

Há mais de meio século produzindo a partir de uma única fábrica instalada no bairro de Interlagos, na capital paulista, a Avon Brasil admite estar realizando estudos para a possível abertura de uma segunda unidade industrial no país. A decisão, que ainda não foi acertada, também leva em consideração a expansão dos contratos de terceirização de produção de determinadas linhas de produtos.

Hoje, as tintas de cabelo da marca, comercializadas por um batalhão de 1,2 milhão de revendedoras no país, são fabricadas por um fornecedor externo. “Embora a gente venha fazendo investimentos fortes e constantes no aumento da capacidade e em equipamentos mais eficientes, que aumentam a produtividade e ocupam menos espaço, estamos olhando para o futuro. Para suportar nosso crescimento no país, estudamos investir em uma nova fábrica ou complementar a atual com (mais) terceiros”, afirma Luis Fernando Miranda, presidente da Avon no Brasil.

Paralelamente, a fabricante prepara para o segundo semestre a inauguração de um novo centro de distribuição (CD) no país. Fruto de um investimento de US$ 150 milhões, o CD de Cabreúva, a 80 quilômetros de São Paulo, ocupará uma área de 70 mil metros quadrados em um terreno de 267 mil metros quadrados, cujo excedente visa uma expansão futura. Este será o maior e mais moderno CD da companhia no mundo. Seu tamanho equivalerá a dois campos de futebol e a capacidade permitirá o armazenamento de 34 mil pallets—estrado utilizado para transporte e guarda de produtos. O prédio, garante Miranda, terá muita tecnologia de ponta, como o sistema pick to light — usa displays eletrônicos e dispensadores no lugar de papel — e o mechanical assembler, equipamento que separa produtos mecanicamente.

Com o intuito de atender à crescente demanda do mercado brasileiro, o CD terá a capacidade de entregar 70% de todo o volume de pedidos da empresa no país. “Cabreúva tem uma boa mão de obra e logística, pois fica próxima a quatro importantes mercados para a Avon (São Paulo, Campinas, Jundiaí e Sorocaba), com fácil acesso a importantes rodovias.” O executivo assegura não existir outro mega CD como este entre empresas de venda direta ao redor do globo e diz que a nova estrutura ajudará a Avon a atender as revendedoras e os clientes de forma muito mais rápida. Atualmente, a Avon tem três CDs no país: Bahia (Simões Filho), Ceará (Maracanaú) e São Paulo (Osasco). Coma abertura da unidade de Cabreúva, o de Osasco deverá ser desativado em 2011.

Liderança Todos esses investimentos no Brasil estão diretamente relacionados ao bom desempenho da filial no ranking global da Avon. No 3º trimestre de 2009, pela primeira vez o Brasil passou os Estados Unidos em faturamento. No período, o país cresceu 22% em relação ao mesmo trimestre de 2008, enquanto os EUA decresceram 8%. No quarto trimestre, o país manteve-se na liderança, graças ao avanço de 12% nas vendas em relação ao mesmo período de 2008. Nos últimos cinco anos, o setor apresentou crescimentos consecutivos no país. Isso explica como o Brasil, com cerca de 190 milhões de habitantes, consegue vender mais que os Estados Unidos, com 310 milhões de habitantes e uma renda per capita infinitamente maior. No acumulado de 2009, no entanto, os americanos ainda compraram mais através do tradicional modelo porta a porta da Avon que os brasileiros—US$ 1,864 bilhão contra US$ 1,817 bilhão. Contudo, a inversão de posições no ranking global da Avon no último semestre deverá posicionar o Brasil como o número um no consolidado de 2010.

Fonte: Brasil Econômico - 20/04/2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

LANXESS TRAZ NOVA TECNOLOGIA AMERICANA PARA PRODUZIR PNEUS

Recentemente, alguns dos principais fabricantes de pneus, como Pirelli, Goodyear e Michelin, anunciaram planos de investimentos no Brasil. A alemã Lanxess, maior produtora mundial de borrachas sintéticas, quer aproveitar a deixa para introduzir uma nova tecnologia no país, utilizada apenas em sua unidade em Orange, no Texas (EUA).

A inovação é um composto plástico (masterbatch), unindo em um só produto os dois principais ingredientes do pneu, a borracha de butadieno estireno (ESBR), que a empresa já produz em suas unidades no Brasil, com o negro de fumo, um derivado de petróleo que tem a função de dar maior consistência e resistência, além da coloração preta. A decisão da Lanxess sobre o investimento no novo produto deve sair nas próximas semanas. “Estamos finalizando uma série de consultas aos possíveis clientes e a aceitação está sendo muito boa”, diz Christoph Kalla, vice-presidente global de marketing e pesquisa da área de borrachas. O executivo revela que a produção do masterbatch deverá ser feita na fábrica da empresa em Duque de Caxias (RJ) ou em Triunfo (RS).

Sobre o valor do investimento, Kalla limita-se a dizer “serão alguns milhões de dólares”. O que definirá os recursos necessários será a quantidade de itens oferecidos. A idéia inicial da empresa é trabalhar com apenas um produto padrão. Mas esta decisão poderá inibir a migração de alguns fabricantes de pneus e artefatos de borracha para o sistema, uma vez que estes podem avaliar que ficarão cerceados em sua liberdade de manter uma identidade própria em suas formulações. Para evitar este problema, a Lanxess estuda ofertar ao mercado até três itens diferentes.

Atualmente, a mistura entre borracha e negro de fumo é realizada a seco, em moinhos e equipamentos banbury (misturadores). “Este é hoje um dos principais gargalos dos fabricantes de pneus. Nosso produto eliminará esta etapa da produção e irá gerar redução de custos de capital para nossos clientes”, diz Humberto Lovisi, diretor de marketing para a América Latina da divisão de borrachas. O produto, reconhece Lovisi, deverá despertar maior interesse entre empresas que estão programando investir para ampliar suas capacidades de mistura, mas não terá a mesma receptividade entre aquelas que possuem capacidade ociosa em sua estrutura de produção. Qualidade No masterbatch que será oferecido pela Lanxess, à fusão dos dois ingredientes é realizada quando a borracha encontra- se ainda em um estágio líquido, permitindo uma mistura mais homogênea dos elementos e gerando um melhor desempenho do negro de fumo. “Vamos agregar qualidade ao produto de nossos clientes”, diz Kalla. A Lanxess é a única produtora de ESBR no Brasil desde que comprou a Petroflex, que pertencia à Petrobras. O objetivo da empresa é se diferenciar dos produtos importados pela Korea Kumho, Dow e Petrobras Argentina. Mas, além de investir na nova unidade produtiva, a Lanxess terá de conquistar os fornecedores de negro de fumo. Hoje o insumo é fornecido no Brasil pela Columbian Chemicals, Cabot e Evonik. Empresas que possuem um contato comercial direto com os fabricantes de pneus poderão ter sua atuação comercial limitada à condição de sub fornecedoras.

Fonte: Brasil Econômico - 19/04/2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Lubrizol trará palestra internacional para o Household 2010

Francine Shuster, gerente global de marketing para o segmento de household, industrial e institucional da Lubrizol, estará no Brasil para o Household 2010. Além de conhecer pessoalmente o mercado local, a executiva vai dividir sua experiência de mais de 13 anos no setor, com a palestra “Make it happen: Lubrizol’s rheology modifiers enhance your cleaning experience with improved vertical cling”. Queremos promover a linha de produtos da Noveon Consumer Specialties, subsidiária da Lubrizol para o segmento de household, trazendo novidades e inovações para o mercado brasileiro”, adiantou Juliana Feitosa, analista de marketing.

Fonte: www.freedom.inf.br (publicada em 7 de abril de 2010)

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Tendência em beleza: mulher troca salão por cosméticos usados em casa

Em vez de passar horas e horas nos salões para cuidar do cabelo, das mãos e fazer a maquiagem, a consumidora agora compra produtos de beleza para utilizar em casa. O comportamento é mundial e foi constatado pela consultoria Euromonitor sobre hábitos de consumo em 2009. Fique atento, pois algumas tendências poderão, em breve, chegar ao Brasil.

Por conta dessa migração em vários países, aumentou a procura no varejo por coloração, bronzeadores, depilatórios, transformadores de cabelos e outros produtos que podem ser aplicados pela própria consumidora, além da maior demanda por kits. Também abriu oportunidades para o lançamento de versões para uso em casa de produtos utilizados nos salões de beleza, como cremes anticelulite e produtos para tratamento de pele em geral.

O mesmo aconteceu com itens de cuidados com os cabelos. A Unilever lançou, nos Estados Unidos, sua linha profissional Suave Professional para venda no varejo.

Já as vendas de coloração foram puxadas pelo lançamento das linhas de aplicação rápida, chamadas de “10 minutos”. Grandes fornecedores já atuam nesse segmento. Caso da marca Nice ‘n’ Easy Perfect 10, da Procter & Gamble, e do L’Oreal’s Excell 10.

No caso dos bronzeadores, alguns produtos vêm substituindo métodos artificiais, cada vez menos aceitos devido à propaganda negativa. Ganharam destaque as versões de fácil aplicação, como gel transparente e spray, e as que oferecem um bronzeamento gradual, pois podem ser controlados por quem usa.
O estudo da Euromonitor também apontou um crescimento de 32% em valor no mercado mundial de cuidados pessoais no ano passado – no Brasil, o aumento foi de 14,7%. A alta se deve principalmente pela crise mundial que levou as pessoas a se “mimarem” mais, justamente visando melhorar a aparência como forma de elevar a autoestima.

Também contribuiu para o crescimento desse mercado o fato de que as mulheres, em especial as jovens e adolescentes, cada vez mais são influenciadas pelas celebridades. O levantamento da consultoria constatou que as consumidoras adotam o estilo das estrelas do cinema e da música no cabelo, na maquiagem e nas roupas. Essa é uma tendência que já vem acontecendo há algum tempo, mas que se fortaleceu no último ano.

Outro destaque do levantamento foi a maior preocupação do público masculino com a beleza e a boa forma. Para se ter uma idéia, a Euromonitor aponta que eles representaram 29% dos frequentadores de spas nos Estados Unidos no ano passado.

Fonte: http://www.sm.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=5&infoid=9140 (publicada em 12/04/2010)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Dinaco e Sappi juntas na FIMEC 2010!

Ontem foi o dia de abertura e o stand da Sappi estava super-concorrido. Vários clientes vieram cumprimentar a Sappi e a Dinaco pela nova parceria e aproveitaram para conhecer os lançamentos. Houve muito interesse em tudo que foi visto e percebemos grandes oportunidades de novos negócios a partir de 5 de maio quando se inicia oficialmente a parceria Sappi-Dinaco. Estavam presentes no stand além do presidente da Dinaco, Sr. Alexandre Kaplan, o Sr. Al Vega, Vice-Presidente da Sappi e a diretora de produção da empresa Sra.Donna Cassese, mostrando ao mercado a importância deste novo momento.

Hoje às 18hs haverá coquetel de lançamento oficial com presença confirmada de inúmeros clientes presentes na feira.





sexta-feira, 9 de abril de 2010

Mercado de tintas deve crescer 3,4%

As vendas do produto vão alcançar 1,145 bilhão de litros no Brasil, segundo a entidade que congrega o setor, a Abrafati. Áreas como a indústria automobilística vão impulsionar o comércio.

As vendas de tintas devem crescer 3,4% neste ano no Brasil sobre 2009 e chegar a 1,145 bilhão de litros, de acordo com projeções da Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati). O que deve impulsionar este mercado, segundo a entidade, é a construção imobiliária, a indústria de automóveis e as obras de infraestrutura.

No ano passado, o setor teve uma pequena retração nas vendas, de 2,1% sobre 2008. Mas este foi, de acordo com o presidente executivo da Abrafati, Dilson Ferreira, um ano excepcional. "Se compararmos 2009 com 2007, veremos que as vendas aumentaram 6%", afirma. De acordo com ele, a trajetória crescente continuará nos próximos anos.

"Temos muitos fatores positivos para estimular a venda direta de tintas, assim como a de bens pintados, como o maior acesso ao crédito, as taxas de juros mais baixas, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para alguns produtos, o crescimento do nível de emprego e da renda dos assalariados, além do grande volume de recursos para financiamentos habitacionais", diz Ferreira.

O presidente-executivo da Abrafati acredita, porém, que as empresas com perfil exportador sofrerão alguma dificuldade em 2010. No ano passado foram comercializados, no mercado brasileiro, 1,1 bilhão de litros de tintas. Em 2006, os brasileiros consumiam 968 milhões de litros de tintas.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Cores de cabelo para o inverno

A moda segue a estação, disso todos já sabem, mas para as mulheres, estar por dentro da moda não é só seguir as tendências de roupa, mas também de cores de esmaltes e de cabelos. Por isso, você mulher, precisa ficar por dentro das cores que vão fazer sua cabeça nesta nova estação. O verão já está dando adeus, portanto junto com ele despeça-se das mechas claras e marcadas que foi o grande marco do verão. Para as morenas o inverno pede tons mais fechados e bem uniformes, como marrom natural. Nada de cabelos muito chapados e aposte bastante na luminosidade dos tons. Para as loiras, a grande pedida são os tons de louro dourado e mechas bem fininhas só pra dar um charme.

Pra quem gosta de abusar, o tom champagne, que é bem claro, também vai fazer sucesso nessa estação. Cabelos ruivos e inverno são uma combinação perfeita! Mas dessa vez, a tendência são os ruivos acobreados e menos avermelhados. O ruivo, assim como o loiro, são cores que precisam sempre de uma atenção e cuidado especial, já que desbotam rapidamente, por isso, a manutenção tem que estar em dia. Os tons para o inverno só valem se for pra você sair arrasando com seus belos cabelos! Então, na hora de mudar a cor, leve em consideração o seu tom de pele, pois harmonia entre as cores é fundamental.







quinta-feira, 1 de abril de 2010

ABIHPEC divulga resultados do setor em 2009

A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), divulgou os números fechados do setor para o ano de 2009. As vendas de R$ 24,970 bilhões (valores de saída de fábrica, sem considerar os impostos), representam um incremento de 14,75% em relação aos resultados de 2008 e deixam claro o vigor da indústria cosmética brasileira. Esse é o 14º ano consecutivo de crescimento anual de dois dígitos registrados pelo setor. O volume de produtos comercializados foi 4,5% superior em relação a 2008.

"Acreditamos que é possível uma manutenção deste crescimento na casa dos dois dígitos para os próximos cinco anos", diz o presidente da entidade, João Carlos Basilio da Silva. O dirigente exemplifica o potencial de crescimento tomando por base a categoria de cremes dentais: "Embora esta seja uma categoria de produto com o maior índice de penetração dentro do nosso setor em todas as classes sociais, ela continua vigorante, mostrando que há espaço e enorme potencial para que as outras categorias continuem mostrando índices de crescimento semelhantes ou maiores", comemora Basilio. A categoria de cremes dentais cresceu 17,53% em valor e 8,73% em volume.

Analisando os resultados por segmentos, as vendas de itens de higiene pessoal totalizaram R$ 14,495 bilhões, com crescimento 14,41% em valor e 4,63% em volume. O segmento de perfumaria colaborou com R$ 3,72 bilhões, apresentando crescimento de 15,72% e 3,5% em volume. Produtos cosméticos totalizaram vendas de R$ 6,748 bilhões, resultado 14,95% superior em valor e 3,14 maior em volume comparado com 2008.

Por canal de distribuição, em valor, varejo e atacado somaram 64,72%. As vendas diretas representaram 29,89% enquanto o canal franquia ficou com 5,26%. Em volume, varejo e atacado responderam por 91% dos negócios, enquanto as vendas diretas somaram 8,1% e as franquias menos de 1%.

Fonte:http://www.cosmeticanews.com.br/leitura.php?id=1103 (publicada em 04/03/2010)