Há mais de meio século produzindo a partir de uma única fábrica instalada no bairro de Interlagos, na capital paulista, a Avon Brasil admite estar realizando estudos para a possível abertura de uma segunda unidade industrial no país. A decisão, que ainda não foi acertada, também leva em consideração a expansão dos contratos de terceirização de produção de determinadas linhas de produtos.
Hoje, as tintas de cabelo da marca, comercializadas por um batalhão de 1,2 milhão de revendedoras no país, são fabricadas por um fornecedor externo. “Embora a gente venha fazendo investimentos fortes e constantes no aumento da capacidade e em equipamentos mais eficientes, que aumentam a produtividade e ocupam menos espaço, estamos olhando para o futuro. Para suportar nosso crescimento no país, estudamos investir em uma nova fábrica ou complementar a atual com (mais) terceiros”, afirma Luis Fernando Miranda, presidente da Avon no Brasil.
Paralelamente, a fabricante prepara para o segundo semestre a inauguração de um novo centro de distribuição (CD) no país. Fruto de um investimento de US$ 150 milhões, o CD de Cabreúva, a 80 quilômetros de São Paulo, ocupará uma área de 70 mil metros quadrados em um terreno de 267 mil metros quadrados, cujo excedente visa uma expansão futura. Este será o maior e mais moderno CD da companhia no mundo. Seu tamanho equivalerá a dois campos de futebol e a capacidade permitirá o armazenamento de 34 mil pallets—estrado utilizado para transporte e guarda de produtos. O prédio, garante Miranda, terá muita tecnologia de ponta, como o sistema pick to light — usa displays eletrônicos e dispensadores no lugar de papel — e o mechanical assembler, equipamento que separa produtos mecanicamente.
Com o intuito de atender à crescente demanda do mercado brasileiro, o CD terá a capacidade de entregar 70% de todo o volume de pedidos da empresa no país. “Cabreúva tem uma boa mão de obra e logística, pois fica próxima a quatro importantes mercados para a Avon (São Paulo, Campinas, Jundiaí e Sorocaba), com fácil acesso a importantes rodovias.” O executivo assegura não existir outro mega CD como este entre empresas de venda direta ao redor do globo e diz que a nova estrutura ajudará a Avon a atender as revendedoras e os clientes de forma muito mais rápida. Atualmente, a Avon tem três CDs no país: Bahia (Simões Filho), Ceará (Maracanaú) e São Paulo (Osasco). Coma abertura da unidade de Cabreúva, o de Osasco deverá ser desativado em 2011.
Hoje, as tintas de cabelo da marca, comercializadas por um batalhão de 1,2 milhão de revendedoras no país, são fabricadas por um fornecedor externo. “Embora a gente venha fazendo investimentos fortes e constantes no aumento da capacidade e em equipamentos mais eficientes, que aumentam a produtividade e ocupam menos espaço, estamos olhando para o futuro. Para suportar nosso crescimento no país, estudamos investir em uma nova fábrica ou complementar a atual com (mais) terceiros”, afirma Luis Fernando Miranda, presidente da Avon no Brasil.
Paralelamente, a fabricante prepara para o segundo semestre a inauguração de um novo centro de distribuição (CD) no país. Fruto de um investimento de US$ 150 milhões, o CD de Cabreúva, a 80 quilômetros de São Paulo, ocupará uma área de 70 mil metros quadrados em um terreno de 267 mil metros quadrados, cujo excedente visa uma expansão futura. Este será o maior e mais moderno CD da companhia no mundo. Seu tamanho equivalerá a dois campos de futebol e a capacidade permitirá o armazenamento de 34 mil pallets—estrado utilizado para transporte e guarda de produtos. O prédio, garante Miranda, terá muita tecnologia de ponta, como o sistema pick to light — usa displays eletrônicos e dispensadores no lugar de papel — e o mechanical assembler, equipamento que separa produtos mecanicamente.
Com o intuito de atender à crescente demanda do mercado brasileiro, o CD terá a capacidade de entregar 70% de todo o volume de pedidos da empresa no país. “Cabreúva tem uma boa mão de obra e logística, pois fica próxima a quatro importantes mercados para a Avon (São Paulo, Campinas, Jundiaí e Sorocaba), com fácil acesso a importantes rodovias.” O executivo assegura não existir outro mega CD como este entre empresas de venda direta ao redor do globo e diz que a nova estrutura ajudará a Avon a atender as revendedoras e os clientes de forma muito mais rápida. Atualmente, a Avon tem três CDs no país: Bahia (Simões Filho), Ceará (Maracanaú) e São Paulo (Osasco). Coma abertura da unidade de Cabreúva, o de Osasco deverá ser desativado em 2011.
Liderança Todos esses investimentos no Brasil estão diretamente relacionados ao bom desempenho da filial no ranking global da Avon. No 3º trimestre de 2009, pela primeira vez o Brasil passou os Estados Unidos em faturamento. No período, o país cresceu 22% em relação ao mesmo trimestre de 2008, enquanto os EUA decresceram 8%. No quarto trimestre, o país manteve-se na liderança, graças ao avanço de 12% nas vendas em relação ao mesmo período de 2008. Nos últimos cinco anos, o setor apresentou crescimentos consecutivos no país. Isso explica como o Brasil, com cerca de 190 milhões de habitantes, consegue vender mais que os Estados Unidos, com 310 milhões de habitantes e uma renda per capita infinitamente maior. No acumulado de 2009, no entanto, os americanos ainda compraram mais através do tradicional modelo porta a porta da Avon que os brasileiros—US$ 1,864 bilhão contra US$ 1,817 bilhão. Contudo, a inversão de posições no ranking global da Avon no último semestre deverá posicionar o Brasil como o número um no consolidado de 2010.
Fonte: Brasil Econômico - 20/04/2010

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