O baixo valor e o alto índice de roubos condicionavam os esmaltes a um lugar nada nobre nos supermercados, quase sempre um mísero espaço na seção de higiene e beleza. Pouca inovação dos fabricantes também contribuía para a pequena variedade e a exposição sem destaque no autosserviço. De dois anos para cá, no entanto, a categoria sofreu um boom de consumo fomentado pela mudança nos hábitos das consumidoras. Só para ter uma idéia, segundo a Nielsen, em 2008, os produtos tiveram alta nas vendas em volume de 2%. Em 2009, a variação saltou para 14% e, apenas no primeiro trimestre deste ano, as vendas atingiram crescimento de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. É chegada a hora do autosserviço absorver a mudança.
Pelo menos é o que pensam os principais fabricantes do segmento no País. “Esmalte é a nova tintura de cabelo”, afirma Luciana Marsicano, diretora de marketing da Impala Mundial. Assim como as colorações, o esmalte era um produto tradicionalmente usado em salões de beleza. A shopper da categoria era a manicure, que comprava de maneira planejada em lojas especializadas e perfumarias. “No entanto, estamos observando um consumo direto das mulheres cada vez maior motivado pelas inovações da categoria."
Leia mais em: http://www.sm.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=7&infoid=10807. (publicada em 09/09/2010)

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