"Todos desejam conforto, serviços médicos dignos, ensino de qualidade, lazer, transportes eficientes e tudo o que podemos chamar de qualidade de vida. E o empresariado, além de interferir positivamente e de forma imediata no desenvolvimento, pode influenciar na qualidade de vida da população.
Responsabilidade social e sustentabilidade são temas do momento. Devemos crescer com tecnologias ultrapassadas e poluentes e salários mínimos indecentes? O empresariado deve responder. Afinal, ele vive no mesmo planeta e não é desinformado. Um país subdesenvolvido tem, normalmente, elite empresarial subdesenvolvida, desatenta com sua mão de obra, preocupada com ganhos imediatos e alheia às condições do povo. Mas isso está mudando no Brasil.
Surge geração de empresários preocupada com qualidade da gestão e, em especial, a vida dos empregados. Tal preocupação leva ao debate sobre responsabilidade social e ambiental. Com ele, empresários e trabalhadores se qualificam para competir com outros países.
Responsabilidade social e ambiental é promover redistribuição de renda e pagar salários justos, principalmente à mão de obra ainda não qualificada. A obtenção dos certificados de qualificação e preocupação com treinamento, educação e ambiente de trabalho são outras formas de o empresário mostrar compromisso com a sociedade. Essa conscientização traz melhoras para todos, diminuindo desperdícios e criando produtos recicláveis ou biodegradáveis.
O lucro é importante para a empresa assim como o conhecimento para o indivíduo, as relações humanistas e éticas para a sociedade, a responsabilidade social para a relação entre empresas e sociedade e a sustentabilidade para o planeta. Lucro, conhecimento, humanismo, ética e responsabilidade social podem coexistir. O empresariado brasileiro já está percebendo isso."
Link: www.odia.com.br (Reportagem feito com o Alexandre Kaplan)

Nenhum comentário:
Postar um comentário