quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Procter & Gamble amplia parcerias em busca de inovação

"A Procter & Gamble, maior fabricante de bens de consumo do mundo, é uma companhia reconhecida por sua inovação. Segundo dados da IRI, uma empresa de pesquisa de mercado, a P&G foi responsável por 5 dos 10 maiores lançamentos de produtos não alimentícios nos Estados Unidos em 2009. Mas, ao perseguir a meta de acrescentar outro bilhão de clientes aos estimados 2,5 bilhões que já atende, Bob McDonald, seu CEO, diz que o caminho para mais inovação deverá, cada vez mais, abraçar boas ideias de outras pessoas.

"Precisamos de mais inovações que criem valor", disse McDonald durante a reunião anual deste ano em que são distribuídos prêmios para empresas e instituições de pesquisa que trabalham com P&G. "Nós queremos que vocês venham em primeiro lugar até nós com suas grandes ideias." ..."

Leia mais em www.valoronline.com.br (publicado em 29/12/2010)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

L'Oréal cria esmalte no Rio e exporta a partir de SP

"... Os esmaltes para unhas em tons de amarelo, laranja, azul, verde, roxo, populares entre as brasileiras jovens, e as que assim se sentem, estão sendo exportados pela L'Oréal Brasil. Com cores criadas no laboratório da empresa no Rio de Janeiro, são produzidos na fábrica da Colorama, em São Paulo, uma das duas unidades de produção da empresa no Brasil..."

"...O Brasil é o maior mercado de esmaltes para unhas do mundo, em volume de vendas. Só em setembro foram vendidas 60 milhões de unidades, em grande parte devido à moda das cores fortes, agregando novidade aos usuais tons de vermelho, rosa e a linha em tons de marrom.

A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos(Abihpec) avalia que, mantidas as vendas no volume registrado em setembro, o ano pode fechar com a venda de 720 milhões de vidros de esmaltes para unhas. Em 2009, o total ficou em 360 milhões..."

Leia mais em www.valoronline.com.br (publicada em 22/12/2010)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Bombril, agora para a pele e para o cabelo

"... a Bombril deve registrar faturamento de R$ 1,2 bilhão em 2010. Este ano, estreou em segmentos nos quais ainda não atuava, como o de alvejante sem cloro (da linha Vantage) e o de cera para pisos, móveis e calçados (Q"Brilho). Investiu, ainda, R$ 7 milhões numa linha de produtos ecológicos, a Ecobril, com 24 itens. "A empresa passou a ter no seu portfólio todos os produtos que se possa imaginar no que se refere a limpeza de residência. Só não fazemos vassoura", brinca Ronaldo. Ampliação.

A empresa vai terminar 2010 com 450 produtos em sua lista e a meta para 2011 é chegar a 520. Neste número não estão incluídos os artigos de cuidados para a pele e cabelos, que deverão acrescentar mais 120 itens no guarda-chuva da Bombril a partir do segundo trimestre do ano que vem.

O projeto prevê o lançamento de duas marcas próprias. Mas a Bombril negocia também a aquisição de uma empresa. "Essa aquisição tem dois motivos: o primeiro é que representará uma concorrente a menos no mercado. Além disso, essa empresa poderá trazer seu know-how desse segmento para a Bombril", explica Ronaldo - ressaltando que o negócio será lançado mesmo que a desejada aquisição não se concretize..."

Fonte: O Estado de S. Paulo - 20/12/2010

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Cosmético orgânico entra em limbo legal

Os cosméticos orgânicos produzidos no Brasil entrarão em breve em um limbo legal que poderá acarretar prejuízos significativos ao setor. A partir de 1º de janeiro, os orgânicos de modo geral - alimentos, bebidas, têxteis e cosméticos - deverão apresentar um selo do governo que atesta a sua procedência e permitirá a comercialização dentro dessa categoria de produtos. Mas por uma falta de entendimento do que seja um cosmético orgânico, o setor não terá instrução normativa aprovada a tempo.

Sem o selo, as empresas ficarão proibidas de colocar nas gôndolas cosméticos feitos sem ingredientes sintéticos (petroquímicos). A opção para algumas empresas é focar mais nas exportações, como já ocorre, reformular suas embalagens (retirando do rótulo a palavra orgânico) ou simplesmente voltar ao mercado convencional.

O imbróglio surgiu porque a Anvisa, ligada ao Ministério da Saúde, alega que não existe literatura científica internacional que prove o que é um cosmético orgânico. Por isso, o órgão não quer se comprometer a endossar um produto o qual não tem certeza de que é realmente aquilo que prega. "Na Europa e nos Estados Unidos, quem criou as regras dos cosméticos orgânicos foi o setor privado - as próprias certificadoras. É um erro", diz Joseneire Sallum, gerente-geral de cosméticos da Anvisa.

Leia mais em www.valoronline.com.br (publicada em 16/12/2010)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Boticário fatura 25% mais no ano e testa venda direta

Com a abertura de 160 lojas, investimento de R$ 173 milhões em marketing e lançamento de 402 produtos, o Grupo Boticário deve encerrar 2010 com aumento de 25% no faturamento, que vai passar de R$ 1,5 bilhão. O crescimento foi acima da média dos últimos anos e também superior aos 20% previstos. Enquanto comemora o resultado do exercício, o presidente da empresa, Artur Grynbaum, acompanha o andamento de projeto piloto de venda direta com catálogo que começou em setembro em duas cidades, no Sudeste e no Nordeste do país, e faz mistério sobre os estudos que estão sendo feitos pela controlada GKDS, criada para desenvolver novos negócios.

Leia mais em http://www.valor.com.br/ (publicada em 15/12/2010)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Mantecorp vira alvo de disputa de múltis e nacionais

O laboratório nacional Mantecorp está no centro de uma disputa acirrada que envolve grupos nacionais, estrangeiros e até interesses políticos. O grupo Hypermarcas está jogando pesado para assumir o controle do Mantecorp. A farmacêutica nacional contratou há alguns meses a Inspire Capital, butique especializada em fusões e aquisições, para coordenar essa negociação.

O Valor apurou que o grupo nacional Aché, até então o mais cotado para fechar um acordo com a família Mantegazza, controladora do Mantecorp, enfrenta agora dois concorrentes de peso nessa operação. Além da Hypermarcas, a multinacional inglesa GlaxoSmithKline (GSK), entrou na disputa e contratou o Deutsche Bank para coordenar a transação.

Com faturamento em torno de R$ 700 milhões, a negociação está avaliado em R$ 2,5 bilhões, segundo fontes de mercado. Em seu portfólio estão marcas tradicionais, como o antigripal Coristina, os antialérgicos Polaramine e Celestamine, o antipirético e analgésico Alivium, a linha de proteção solar Episol e de hidratantes Epidrat. Com uma fábrica em Jacarepaguá (RJ), o Mantecorp também tem um braço de medicamentos genéricos, o Brainfarma.

Procurada, a GSK, que possui uma fábrica no Rio de Janeiro, informou que não vai comentar o assunto. A Hypermarcas, por meio de sua assessoria, afirmou que "não comenta rumores de mercado, mas está sempre atenta a boas oportunidades de negócio." O Mantecorp não retornou aos pedidos de entrevista.
Leia mais em www.valoronline.com.br (publicada em 14/12/2010)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Dinaco e Novachem em parceria

A Dinaco fechou parceria com uma nova representada: a empresa argentina Novachem. Dedicada ao desenvolvimento de princípios ativos de origem natural para indústria cosmética, possui Certificado de Identidade Botânica (CIB) em todos os seus ativos. São também livres de Parabenos, Petrolatos, Formol e derivados.

Esperamos excelentes resultados dessa nova parceria!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

CLASSE B DEVE CHEGAR A 15,4% DA POPULAÇÃO EM 2011

Estudo da Ativa Corretora estima que 5,9 milhões de pessoas da classe C avançarão para a classe B até o fim de 2011, na comparação com o início de 2009. Com isso, o grupo - com renda familiar entre R$ 4.807 e R$ 10.375, segundo o levantamento - deve chegar a 15,4% da população brasileira, ou 29,363 milhões de pessoas.

Arthur Carvalho Filho, economista-chefe da Ativa Corretora e um dos autores do estudo, diz que segundo a estimativa, além dos seis milhões que deixarão a classe C em direção à B, outros três milhões sairão da D para a C. “Isso é fruto do forte crescimento econômico do Brasil nos últimos anos e do aumento do trabalho formal e do crédito”, afirma.

O documento mostra ainda que, com o aumento da renda média na classe B, o perfil de consumo tende a se refinar. Com isso, ganham espaço gastos como educação, alimentação fora de casa, transporte, higiene e assistência à saúde. (Fonte: Supermercado Moderno - 06/12/2010)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

VENDA DE CARRO BATE RECORDE PELO 5º ANO SEGUIDO

As medidas de aperto no crédito anunciadas pelo Banco Central na sexta-feira e que entraram em vigor ontem não mudaram as projeções das montadoras para este ano. O setor deve encerrar 2010 com 3,45 milhões de veículos vendidos, 50 mil a mais do que a última projeção feita pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que chega assim em seu quinto ano seguido de recorde. Os números incluem a previsão de vendas de 316,5mil unidades até o fim do mês.

Para 2011, a previsão é de novo crescimento, mais modesto, porém, do que os 9,8% que serão registrados este ano. O presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, projeta vendas de 3,63 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, alta de 5,2% em relação a este ano.

Já a produção, que em 2010 também será recorde, com 3,64 milhões de unidades – 10% acima de 2009 –, crescerá apenas 1,1%, para 3,68 milhões de veículos. O ritmo menor será puxado pela queda das exportações, que devem baixar de 780 mil unidades este ano para 730 mil, por causa dos efeitos da política cambial que, segundo Belini, reduz a competitividade do carro nacional.

Por outro lado, as importações, que este ano atingiram participação recorde de mais de 18% nas vendas totais,também continuarão crescendo e devem representar entre 20% e22%dosnegócios em 2011. Em 2005, essa participação era de 5,1%. “Estamos com o farol amarelo aceso”, diz Belini. Ele ressalta que a balança comercial do setor automotivo, incluindo autopeças, já acumula déficit de quase US$ 5 bilhões (com exportações de US$ 16,3 bilhões e importações de US$ 21,2 bilhões). No ano passado,o déficit ficou em US$ 3 bilhões. (Fonte: O Estado de S. Paulo - 07/12/2010)

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Concorrência aumenta e maquiagem se sofistica

O mercado brasileiro de maquiagem nunca esteve tão bem servido. Já faz tempo que as principais marcas internacionais desembarcaram por aqui. Entre as mais recentes estão a alemã Artdeco e as americanas Nyx e Bodyography. A icônica M.A.C garantiu seu território há mais tempo: tem oito anos de Brasil e mantém 15 lojas. Ainda este mês, a Chanel inaugura uma loja exclusiva de perfumes e maquiagem no shopping Iguatemi, em São Paulo. Diante da concorrência crescente, a indústria nacional investe em sofisticação.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o segmento de batons movimentou 8% mais em 2009 em relação a 2008 - totalizando R$ 554 milhões. A variação em volume foi menor, de 5%. Já a maquiagem para o rosto teve alta de 40% em valores e de 20% em volume.

Esse movimento não se deve apenas à concorrência externa, diz Monica Gregori, diretora de comunicação e marketing da Natura. "A brasileira está descobrindo o prazer de se maquiar. Até dois anos atrás, 43% das mulheres usavam maquiagem. Hoje, esse percentual subiu para 52%", afirma Monica. Segundo a executiva, a mulher brasileira sempre foi mais básica. Contentava-se com um batom e um lápis e nem queria ouvir falar de base - um produto muito associado a prejuízos para pele. "Isso acontecia, em parte, pela cultura e, em parte, porque não havia muitos produtos adequados ao nosso clima." Atualmente, diz Monica, vive-se um momento de culto à identidade e as pessoas querem expressar sua singularidade e seu estado de espírito. E um rosto maquiado ajuda nisso.

Para aproveitar o bom momento, a Natura passou três anos no desenvolvimento do que afirma ser sua linha mais sofisticada até hoje, a Natura Una, lançada há dois meses. A empresa não revela valores, mas diz que esse foi o mais alto investimento feito em maquiagem pela empresa desde 1992, quando entrou no segmento. "Nossa intenção era criar produtos que unissem sustentabilidade com performance e qualidade", afirma Monica. A nova linha tem, por exemplo, produtos livres de talco mineral - "prejudicial à saúde de quem o extrai". Em seu lugar, entrou um talco feito à base de babaçu. Os produtos da Una ajudaram a elevar a receita líquida da companhia em 22% no terceiro trimestre, para R$ 1,28 bilhão.

Leia mais em www.valoronline.com.br (publicada em 03/12/2010)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Vendas de produtos de limpeza crescem 11% e chegam a R$ 13,5 bi

O ritmo acelerado de lançamentos de produtos no país, somado ao aumento recente da demanda, levou a indústria de produtos de limpeza no Brasil a bater recorde histórico. A Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla) irá anunciar hoje que o setor cresceu 11% neste ano em relação a 2009 . É a primeira vez que essa indústria atinge uma expansão de dois dígitos.

A receita bruta deve chegar a R$ 13,5 bilhões no ano, o maior volume da história - o montante cresce de forma constante desde 2003. As contas do ano foram feitas com base na expectativa de venda para dezembro - os pedidos ao varejo já foram fechados.

Existem dois movimentos paralelos: a compra maior de volumes de mercadorias "commodities", até então com vendas mais estáveis, como sabão e detergente; e a demanda mais forte por produtos que ocupavam discreto espaço nas gôndolas dos supermercados. Estas são mercadorias com preços acima da média do setor, e usadas com o propósito de ampliar o bem-estar na casa, como desorizadores de ambiente, vendidos por não menos que R$ 25 a unidade.

Nessas duas situações, há claramente perfis de compra distintos. Enquanto as classes de menor renda buscaram ampliar o volume de itens básicos comprados, o consumidor de maior poder de compra gastou para trazer maior conforto para casa. "Se antes o consumidor com menos recursos comprava o sabão em pó premium só para roupas finas, agora ele compra duas unidades e passa a usá-lo para lavar outras peças de roupas", diz Maria Eugenia Saldanha, presidente-executiva da Abipla. Ceras Johnson e Reckitt Benckiser são líderes desse setor no Brasil.

Há ainda uma outra questão, em decorrência das mudanças no padrão de vida do brasileiro nos últimos anos, que teve peso nesse aumento. A atual escalada nas vendas do setor da construção civil e automotivo acabaram abrindo terreno para uma nova onda de consumo na indústria de produtos para limpeza. "Seja um 'puxadinho' numa casa ou um novo apartamento, o fato é que cada novo ambiente criado eleva a venda de produtos da categoria", afirma a executiva. Entre as maiores altas estão os amaciantes (14%) e os limpadores multiuso (11%).

No caso do setor de automóveis, há um efeito positivo - e não perceptível num primeiro momento - com a boa fase do mercado. A recente disparada na venda de carros, com a redução no IPI , fez com que a nova classe média emergente trocasse de automóvel. E para reduzir gastos, visto que já é preciso arcar com o pagamento do novo bem, os consumidores acabam economizando ao fazer a limpeza do carro em casa.

Um dos efeitos mais evidentes desse crescimento é a expectativa de redução no consumo de produtos de limpeza caseiros ou "piratas", que chegaram a representar até 50% das vendas de alguns produtos há uma década. Segundo estimativa da Abipla, a informalidade caiu - a taxa mais alta está na água sanitária (42% das vendas), seguida pelo desinfetante (30%).
Os ganhos da indústria não refletiram-se em aumento expressivo de preços, segundo dados do IPCA, a inflação oficial medida pelo IBGE. O IPCA mostra que os produtos de limpeza registraram alta de apenas 1,09% de janeiro a outubro de 2010, abaixo do índice geral de 4,38% no período.

(fonte: www.valoronline.com.br publicada em 03/12/2010)