quarta-feira, 29 de setembro de 2010

EXPORTAÇÕES DE CALÇADOS E COUROS SEGUEM POSITIVAS

Em agosto, as exportações brasileiras de couros e calçados mantiveram a trajetória e seguiram em crescimento. A exemplo do que ocorreu nos demais meses de 2010, no oitavo mês do ano, o setor de calçados vem mantendo um crescimento na ordem de 10% mês a mês. Já para os curtumes, após um 2009 negativo, o ano é de recuperação, na ordem dos 70%.

Os dados preliminares foram elaborados pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Secex/MDIC). As indústrias de calçados acumularam como receita dos embarques ao exterior, em agosto, US$ 122 milhões. No mesmo mês do ano passado, essa estatística foi de US$ 111 milhões. Os números apontam o crescimento de 10% na comparação dos dois períodos. No acumulado do ano, as exportações de calçados contabilizam US$ 1,02 bilhão como receita. Já na soma dos oito primeiros meses de 2009, essa estatística foi de US$ 926 milhões. O crescimento, no período, é de 10,4%. Os curtumes brasileiros alcançaram em agosto como resultado das vendas ao exterior o montante de US$ 154,1 milhões. Esse valor é 59% maior que em igual período do ano anterior, quando foram registrados US$ 97 milhões com as exportações de peles. No acumulado do ano, as exportações de couros somam US$ 1,15 bilhão. Já no mesmo período do ano passado, esse valor foi de US$ 686 milhões. O crescimento na comparação entre dois períodos é de 68,5 %. Entretanto, mesmo evidenciando um crescimento nas exportações do setor coureiro-calçadista em 2010 sobre 2009, quando analisadas em relação a 2008 – período anterior ao início da crise econômica mundial – as vendas do setor ao exterior ainda se mantêm abaixo dos resultados obtidos naquele período. As exportações de calçados nos oito primeiros meses de 2008 somaram US$ 1,30 bilhão – US$ 280 milhões a mais que em 2010. Já as vendas dos curtumes somaram, de janeiro a agosto de 2008, US$ 1,35 bilhão - US$ 175 milhões a mais que no mesmo período desse ano. (Fonte: ABRE Notícias - 27/09/2010)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Lucro com compromisso

"Todos desejam conforto, serviços médicos dignos, ensino de qualidade, lazer, transportes eficientes e tudo o que podemos chamar de qualidade de vida. E o empresariado, além de interferir positivamente e de forma imediata no desenvolvimento, pode influenciar na qualidade de vida da população.

Responsabilidade social e sustentabilidade são temas do momento. Devemos crescer com tecnologias ultrapassadas e poluentes e salários mínimos indecentes? O empresariado deve responder. Afinal, ele vive no mesmo planeta e não é desinformado. Um país subdesenvolvido tem, normalmente, elite empresarial subdesenvolvida, desatenta com sua mão de obra, preocupada com ganhos imediatos e alheia às condições do povo. Mas isso está mudando no Brasil.

Surge geração de empresários preocupada com qualidade da gestão e, em especial, a vida dos empregados. Tal preocupação leva ao debate sobre responsabilidade social e ambiental. Com ele, empresários e trabalhadores se qualificam para competir com outros países.
Responsabilidade social e ambiental é promover redistribuição de renda e pagar salários justos, principalmente à mão de obra ainda não qualificada. A obtenção dos certificados de qualificação e preocupação com treinamento, educação e ambiente de trabalho são outras formas de o empresário mostrar compromisso com a sociedade. Essa conscientização traz melhoras para todos, diminuindo desperdícios e criando produtos recicláveis ou biodegradáveis.

O lucro é importante para a empresa assim como o conhecimento para o indivíduo, as relações humanistas e éticas para a sociedade, a responsabilidade social para a relação entre empresas e sociedade e a sustentabilidade para o planeta. Lucro, conhecimento, humanismo, ética e responsabilidade social podem coexistir. O empresariado brasileiro já está percebendo isso."

Link: www.odia.com.br (Reportagem feito com o Alexandre Kaplan)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Esmaltes: está pintando uma nova categoria

O baixo valor e o alto índice de roubos condicionavam os esmaltes a um lugar nada nobre nos supermercados, quase sempre um mísero espaço na seção de higiene e beleza. Pouca inovação dos fabricantes também contribuía para a pequena variedade e a exposição sem destaque no autosserviço. De dois anos para cá, no entanto, a categoria sofreu um boom de consumo fomentado pela mudança nos hábitos das consumidoras. Só para ter uma idéia, segundo a Nielsen, em 2008, os produtos tiveram alta nas vendas em volume de 2%. Em 2009, a variação saltou para 14% e, apenas no primeiro trimestre deste ano, as vendas atingiram crescimento de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. É chegada a hora do autosserviço absorver a mudança.

Pelo menos é o que pensam os principais fabricantes do segmento no País. “Esmalte é a nova tintura de cabelo”, afirma Luciana Marsicano, diretora de marketing da Impala Mundial. Assim como as colorações, o esmalte era um produto tradicionalmente usado em salões de beleza. A shopper da categoria era a manicure, que comprava de maneira planejada em lojas especializadas e perfumarias. “No entanto, estamos observando um consumo direto das mulheres cada vez maior motivado pelas inovações da categoria."

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

BAIXA RENDA VAI PUXAR VENDA DE VEÍCULO ZERO

As revendas de carros zero quilômetro devem ter um bom Natal, apesar do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o receio, que rondava o setor, de que o consumidor tivesse antecipado compras e esgotado a capacidade de se endividar.

Pesquisa da M.Santos, agência de varejo automotivo, com mil pessoas na cidade de SãoPaulo, feita na segunda quinzena de agosto, revela que 13,3% dos entrevistados pretendem comprar um veículo zero quilômetro nos próximos três meses. O resultado dos que pretendem ir às compras é pouco significativo em termos porcentuais, já que mais da metade dos entrevistados (62,3%) informou que não planeja adquirir um veículo zero-quilômetro e 21,4% se declararam ainda indecisos. Mas, segundo o economista Ayrton Fontes, responsável pela pesquisa, os dados são significativos em termos de unidades que poderão ser vendidas nos próximos meses. Considerando que a População Economicamente Ativa da cidade de São Paulo, isto é, o grupo de pessoas que trabalham e têm capacidade de compra, é de cerca de 6 milhões, o economista calcula que perto de 800 mil veículos novos serão vendidos até o fim do ano só na capital paulista. “É o equivalente a três meses de vendas nacionais.” Também equivale a quase um quarto do total de veículos produzidos nos últimos 12 meses até maio,com base nos dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Dia mundial sem carro


No dia 22 de setembro, quarta-feira, teremos o Dia Mundial Sem Carro. A Dinaco apoiará esta campanha!


Pedimos a todos os funcionários que deixem seus carros na garagem e utilizem os meios de transportes coletivos. Para nossa equipe de vendas pedimos que evitem visitas e que façam home-office.


Participe você também desta campanha!


Veja mais informações no site: http://www.worldcarfree.net/wcfd/

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Lucro da Avon dispara 100% no 2º trimestre

A Avon anunciou ter reportado lucro líquido de US$ 169,2 milhões no segundo trimestre deste ano, com expansão de 100% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando os ganhos totalizaram US$ 84,6 milhões. Na mesma base de comparação, o rendimento por ação avançou de US$0,19, para US$0,39.

De abril a junho deste ano, a receita líquida do grupo totalizou US$ 2,644 bilhões, contra US$ 2,445 bilhões um ano antes, com alta de 8%.

Fonte: http://indexet.investimentosenoticias.com.br/arquivo/2010/07/29/479/PRODUTOS-DE-CONSUMO-Lucro-da-Avon-dispara-100-no-2-trimestre.html (publicada em 29 de julho de 2010).

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O MERCADO DE COSMÉTICO CRESCE CADA VEZ MAIS

O Brasil, atualmente é o terceiro país que mais consome produtos cosméticos em todo o mundo e especialistas já apontam a acirrada disputa com o Japão em busca da segunda colocação.

As empresas injetam investimentos como nunca antes, tanto nos setores de pesquisa e produção quanto em estratégias de publicidade e internacionalização. O desenvolvimento do mercado alavanca outros setores da economia brasileira gerando empregos e investimento em pesquisas, posicionamento de marcas nacionais com nível de qualidade internacional. O setor é responsável pela geração de 3,6 milhões de empregos no país e lançou na economia brasileira, somente em 2009, uma receita de R$ 24,97 bi, com um crescimento recorde de 14,7%.

No resto do mundo, o mercado cosmético teve um recesso e não atingiu o mesmo crescimento que o Brasil devido às crises. Investidores de todo o mundo olham o Brasil como uma potência, mas quem está no mercado há algum tempo, principalmente no segmento de cosmético capilar, percebe as oportunidades de expansão e desenvolvimento de novas tecnologias para atender uma onda de consumidores mais críticos, responsáveis e com poder de decisão sobre marcas, produtos e procedência.

Fonte: ABRE Notícias - 30/08/2010