quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Boticário espera Natal forte e salto de 20% em 2012

O Boticário investe R$ 58 milhões no período, o maior aporte dos últimos cinco anos.


O Natal, período que responde por 25% a 28% do faturamento anual das três mil lojas da rede O Boticário, deve ser gordo no que depender da estratégia da companhia, que destinou R$ 58 milhões em pesquisa e desenvolvimento de produtos, no maior aporte pré-Natalino feito pela companhia nos últimos cinco anos.

Deste montante, R$ 36 milhões são voltados a uma campanha publicitária que acaba de entrar no ar, valor 30% superior ao mesmo período de 2010.

Este mês vai ser importante para O Boticário fechar 2011 com vendas de R$ 1,4 bilhão (parte da indústria) e R$ 5,5 bilhões (lojas), desempenho que deve representar uma evolução de 20% sobre os resultados alcançados em 2010.

"Tivemos um desempenho extremamente positivo no ano. Vamos crescer, acima da média do setor, que avança por volta de 12%", afirma Andrea Mota, diretora-executiva de vendas e marketing da rede.

O avanço acima do mercado tem ligação direta com os investimentos em inovação - 400 produtos foram lançados de uma linha total de 700 - e a rede abriu 200 lojas no ano.

"Uma das regiões de destaque foi o Rio de Janeiro, que ganhou 16 lojas neste ano e cresceu mais de 30%. O Rio tem um grande potencial, o que nos levou a acelerar a estratégia de crescimento no estado, onde chegamos a 203 lojas, sendo 80 na capital."

Previsão 2012

Embora a previsão de aumento do PIB para 2012 não ultrapasse a casa dos 5%, Andrea acredita que O Boticário tem condições de manter, em 2012, o mesmo ritmo de crescimento alcançado neste ano, de 20%.

"Estou aqui há 15 anos e digo que nossa visão em relação a 2012 é de otimismo. Em 2008, quando a crise mundial era muito maior do que esta, nós investimos perto de R$ 50 milhões em publicidade naquele momento catastrófico, no qual muitas empresas recuaram", lembra Andrea.

Para o próximo ano, ela prevê investimentos grandes não só em produtos e campanhas, mas também na expansão da rede de lojas.

"Embora o Brasil tenha 5 mil municípios, nós estamos presentes em 1640 cidades que representam 88% do PIB nacional. A gente já é muito pulverizado. Estamos em shoppings e hipermercados e, além de avançarmos para municípios onde não estamos, vamos acompanhar o movimento de crescimento dos shoppings, o que inclui a abertura de uma segunda loja em um mesmo shopping", explica.

Produção

O crescimento dos negócios neste ano levou o Grupo Boticário a anunciar o maior pacote de investimentos desde que a organização foi criada, em março de 2010.

Cerca de R$ 355 milhões serão aplicados no estado da Bahia, na construção de uma fábrica de cosméticos e de um centro de distribuição que atenderão O Boticário e Eudora no Norte e Nordeste. A previsão é a de que a planta entre em operação em 2013. (Fonte:
www.brasileconomico.com.br, publicado em 07/12)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Boticário espera um crescimento acima de 20% em 2011

O faturamento da fábrica deve ficar em torno de R$ 2 bilhões, enquanto o de toda a rede atingirá perto de R$ 5,6 bilhões O Boticário, indústria de perfumes e cosméticos instalada em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, no Paraná, estima um crescimento superior a 20% neste ano, sobre 2010. Se concretizada, a expansão ficará acima da média nacional do setor, estimada em 10% pelo presidente do grupo, Arthur Grymbaum. O faturamento da fábrica deve ficar em torno de R$ 2 bilhões, enquanto o de toda a rede atingirá perto de R$ 5,6 bilhões.

Os diretores esperam que as vendas de Natal ultrapassem em 20% as registradas no ano passado. Para isso foram investidos R$ 36 milhões em marketing. Grymbaum estimou que, no próximo ano, o crescimento será "mais comedido", ficando em torno de 15%. Segundo ele, os investimentos de R$ 355 milhões em uma nova fábrica na Bahia devem ser feitos a partir do final do primeiro semestre de 2012.

Também estão previstas ampliações na unidade paranaense e no centro de distribuição de Registro, interior de São Paulo. Segundo o presidente, ainda não estão determinados os valores a serem investidos aqui. O Boticário encerra o ano com 3.220 lojas no Brasil, das quais 200 foram instaladas em 2011.

Portugal Grymbaum ressaltou que, em Portugal, onde O Boticário está há 25 anos, e onde atualmente tem 49 lojas, tem verificado um "bom desempenho", apesar da crise financeira do país nos últimos três anos. Recentemente, vários diretores da empresa estiveram no Brasil. "Fomos para oferecer otimismo", disse o presidente. Essa é a maior operação de O Boticário no exterior. A marca também está presente na Venezuela, no Paraguai, no Japão, em Angola, Moçambique, nos Estados Unidos e na Arábia Saudita. Ao todo, são 65 lojas exclusivas.

O diretor-executivo da Eudora, segmento de O Boticário de venda direta, Cláudio Fazzinga Oporto, disse que há mais de 250 produtos no guia, entre perfumes e cosméticos. No entanto, ele preferiu não citar números de venda, alegando que isso acontecerá somente após um ano de atividade, nem quantos representantes estão nas ruas para divulgar e vender os produtos. Revelou apenas que já tem 14 lojas em sete Estados. A Eudora foi apresentada ao mercado em fevereiro deste ano. (Fonte: Exame - 06/12/2011)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Natura quer formar joint venture para ir além da América Latina

SÃO PAULO - A brasileira Natura busca parceiros locais para expandir seus negócios em países como Reino Unido, EUA e Rússia, segundo o presidente da empresa, Alessandro Carlucci, disse ao jornal Financial Times.


O executivo afirma que a empresa abandonou o plano original, de abrir suas próprias operações fora da América Latina, e procura empresas interessadas em formar joint ventures. “Percebemos que há coisas que não sabemos sobre a cultura de outros países”, disse Carlucci ao FT.

A preferência é por companhias menores, especialmente em mercados onde a venda direta já é popular. Uma condição é que a parceira esteja disposta a aderir aos valores da Natura, direcionados para a sustentabilidade.


Fora da América Latina a Natura está hoje apenas na França, onde tem loja própria, diferentemente da operação brasileira, que funciona por meio das consultoras e venda on-line, com intermédio do Submarino.



Fonte: www.valoronline.com.br (publicada em 05/12/2011)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

LUCRO DA ALPARGATAS, FABRICANTE DA HAVAIANAS, SOBE 7,6%

A Alpargatas, fabricante de calçados das marcas Havaianas e Topper, entre outras, informou nesta quarta-feira que registrou lucro líquido de R$ 87,5 milhões no terceiro trimestre, com aumento de 7,6% em relação a igual período de 2010. A receita líquida cresceu 18,4%, segundo comunicado da empresa, chegando a R$ 687,5 milhões entre julho e setembro deste ano.

Se considerados os primeiros nove meses do ano, a receita líquida ficou em R$ 1,9 bilhão. "Neste ano, a Alpargatas está enfrentando um ambiente macroeconômico mais adverso que o do ano passado, com alta da inflação, com efeito em custos e despesas. O aumento do custo do algodão e da borracha tem sido o fator que mais tem impactado o resultado da companhia", informou em nota.

A Alpargatas acrescentou que "por meio de processos que estão trazendo mais produtividade fabril e de ações de responsabilidade ambiental, a Alpargatas tem conseguido minimizar o impacto do aumento da borracha e assegurar sua rentabilidade". A companhia divulgou, ainda, que "o preço médio em dólar da borracha já caiu 17% em relação ao de setembro, sinalizando uma tendência de queda que deverá beneficiar a lucratividade da Alpargatas no médio prazo".

Neste ano, até setembro, "commodities mais caras" e "investimentos estratégicos e despesas operacionais mais elevadas, necessárias para suportar o crescimento da companhia, impactaram o Ebtida", informou. A margem do Ebtida foi de 15,8% no trimestre, e de 16,8%, no acumulado em nove meses. (Fonte: Folha de S. Paulo - 16/11/2011)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Para Procter & Gamble, crise não oferece riscos aos seus negócios

Em tempos de incerteza na economia internacional, o presidente da Procter & Gamble no Brasil, Tarek Farahat, não vê risco de desaceleração no consumo dos produtos que a empresa vende no país. "O Brasil tem uma estrutura boa, não deve nada a ninguém, tem uma classe C que é a base da economia e um sistema de crédito bem controlado", disse o executivo ontem no HSM ExpoManagement, evento de gestão realizado em São Paulo.


Farahat não vê risco para o setor de higiene pessoal, no qual atua a multinacional. "Durante uma crise ninguém vai parar de tomar banho ou escovar o dente", afirmou o executivo.
A P&G pode lançar mais marcas no país em 2012, segundo Farahat. "Ainda temos muito market share para ganhar", disse. Este ano a empresa trouxe ao país a marca Downy. Em 2010 chegaram Head & Shoulders, Olay, Naturella e Febreze. As marcas da P&G que mais vendem no país são Gillette e Pampers.


O presidente da P& G no Brasil destacou ontem a preocupação da filial brasileira em atender às necessidades de consumo do público de menor renda. Para atender às classes C, D e E, Farahat afirma que já entrou na rotina da empresa no Brasil a chamada inovação reversa, que é aprovada no próprio país emergente, em vez de vir pronta da matriz.


A P&G fez inovação reversa no Brasil com a fralda Pampers, um dos produtos mais vendidos no país. Há pouco mais de dez anos, a empresa percebeu que a marca tinha uma boa imagem no mercado, mas que muitas pessoas não compravam os produtos porque eram caros.


"Percebemos que o que as famílias queriam uma fralda com muita absorção, e não bonita. Fizemos o projeto, o preço caiu e passamos de 5% para 27% de participação no mercado", afirma o executivo. "É uma prova de que é possível inovar para as massas", completou.


Um processo semelhante foi feito com a marca Oral B, que criou escovas mais baratas, vendidas por cerca de R$ 2 em mercados de bairro, somente no Brasil e na Índia. Elas são oferecidas em várias cores diferentes, porque a empresa percebeu que muitas casas de classe baixa tinham somente um banheiro. Era preciso diferenciar as escovas de cada morador, já que elas dividiam o mesmo recipiente.


Para a estratégia dar certo não adianta perder muito em qualidade, segundo Farahat. "Vemos uma classe C muito consciente de valor", afirma.

De um ano e meio para cá, a P&G decidiu tirar a palavra "básico" de suas linhas mais baratas. As Pampers chamadas de básicas, por exemplo, viraram "Super sec", evitando a associação com baixo valor agregado.


Fonte: valoronline (10/11/2011)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O Mercado da Beleza

O mercado da Beleza é um dos mais aquecidos e prósperos dos últimos tempos, com isso as marcas deste setor vêm se desenvolvendo cada vez mais, investindo em novas tecnologias e estudos que aperfeiçoam o processo e a qualidade de seus produtos.

As grandes empresas do setor de cosméticos estão se tornando cada vez mais poderosas, devido o aquecimento deste mercado, os investimentos retornam gradativamente em lucros e mais lucros.

A tendência de busca incansável pela beleza é o combustível para o crescimento de cada umas delas, as mulheres da atualidade gastam cerca de 1/3 de seu salário em investimentos para beleza pessoal, como maquiagens, perfumes, roupas, sapatos, bolsas, joias entre outras coisas.

Com o crescimento das buscas por cosméticos e itens de beleza em geral, as indústrias também crescem para dar conta da procura, isso traz ainda mais crescimento no setor e na economia mundial, pois atua como efeito dominó gerando empregos, oportunidade de carreira, aumento de produção, aumento de lucros, dentre outros benefícios.

Hoje é possível encontrar diversas marcas que produzem opções de cosméticos, Perfumes, Bolsas, Roupas e entre outras.

As marcas de cosméticos renomados no mercado

Hoje é possível encontrar diversas marcas renomadas no mercado, como a Natura, Oboticário e AVON entre as nacionais, e as Internacionais como a MAC, Lancôme, SACKS, entre muitas outras.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

P&G investe em novas fábricas para aumentar a produção no Brasil

A Procter & Gamble vai dobrar a área construída de sua fábrica de Manaus (AM), que fornece os produtos das marcas Gillette e Oral-B para todo o Brasil e atualmente conta com 137 mil metros quadrados de área. A fabricante comprou um centro de distribuição da Samsung próximo à unidade atual, e vai aproveitar parte da estrutura existente para fabricar somente aparelhos de barbear Gillette. As obras de adaptação terão início em janeiro de 2012 e a operação está prevista para começar em dezembro.


Segundo Gabriela Onofre, diretora de assuntos corporativos da empresa, a fábrica atual já está perto do limite. Caso a demanda cresça 20%, a unidade não terá como suprí-la. Já a nova área será capaz de absorver o volume de Gillette pelos próximos dez anos. Segundo informações do Jornal Valor Econômico, o investimento na antiga fábrica da Samsung chegou a R$ 100 milhões.


A P&G também pretende expandir a fábrica de Louveira (SP), na qual são produzidas as fraldas Pampers, os absorventes Always, a pomada Hipoglós e o xarope Vick. A empresa comprou seis terrenos, antigas chácaras e áreas industriais adjacentes à unidade. Outro investimento da companhia neste ano foi a construção de uma fábrica em Seropédica, no Rio de Janeiro, anunciada no mês de março. Trata-se de uma antiga fazenda, de 1 milhão de metros quadrados.


A empresa chegou ao Brasil em 1998, quase 70 anos depois de sua principal concorrente, a europeia Unilever. A postura recente mais agressiva no País responde aos anseios dos investidores, que têm cobrado um deslocamento do centro de gravidade da P&G para os mercados emergentes, principalmente diante do crescimento mais contido em países desenvolvidos.



Fonte: Valor Econômico (publicada em 04/11/11)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Diretamente da telinha para o seu banho!



Após fechar negócio com uma das maiores empresas de comunicação do Brasil, a Biotropic lança cosméticos direcionados ao público juvenil e adulto masculino durante a 7ª Beauty Fair com o personagem João Sorrisão

Nos campos de futebol, os jogadores realizaram divertidas comemorações inspiradas nos movimentos do João Sorrisão, que surgiu no programa “Esporte Espetacular”, da TV Globo, para alegrar a galera. Hoje, o atleta ganha um exemplar do boneco, quando é escolhido pela comemoração mais criativa da rodada.

Diante deste sucesso, marcado pela irreverência e bom-humor, a Biotropic Cosmética Licensing acaba de firmar uma parceria com a Globo Marcas para o lançamento de dois kits de produtos de higiene pessoal voltados aos públicos juvenil e adulto, que trazem a forma e as cores de João Sorrisão.


São duas versões oferecidas aos fãs do personagem: um kit traz a imagem de uma TV estampada na embalagem e contém um shampoo e um condicionador; a segunda versão apresenta uma trave de gol desenhada e conta com shampoo 2 em 1 e sabonete líquido.


Para manter a identidade com João Sorrisão, os frascos têm design no formato alongado do personagem e, claro, um pouco do balanço característico do personagem. As embalagens dos kits são verdes e com ícones do futebol. Todos os produtos possuem Extrato de Maçã Verde na formulação, que confere brilho aos fios e sensação de limpeza.


“É com grande satisfação que a Biotropic estabelece esse contrato com a Globo Marcas, pois temos a oportunidade de trabalhar em conjunto com uma empresa líder e referência na TV brasileira ”, destaca o diretor geral da Biotropic, Marconi Arruda Leal.Kit João Sorrisão (sh + cond) – TV Kit João Sorrisão (sh 2 em 1 + Sab Líquido) – Gol Preços sob consulta.


Conheça os produtos: Shampoo João Sorrisão (350 ml) O Shampoo João Sorrisão, com fórmula sem sal e Extrato de Maçã Verde, proporciona limpeza suave e brilho aos fios. Deixa os cabelos com um perfume delicioso e refrescante. Condicionador João Sorrisão (350 ml).


O Condicionador João Sorrisão cuida dos cabelos com suavidade. Com Extrato de Maçã Verde, o produto proporciona condicionamento, hidratação e facilita o pentear dos fios. Deixa os cabelos macios, brilhosos e com perfume delicioso e refrescante. Pode ser usado diariamente.


Shampoo 2 em 1 João Sorrisão (350 ml) O Shampoo 2 em 1 João Sorrisão, com fórmula sem sal e Extrato de Maçã Verde, higieniza com suavidade ao mesmo tempo em que condiciona e facilita o pentear dos fios. Deixa os cabelos macios, brilhosos e com perfume delicioso e refrescante. Pode ser usado diariamente.

Sabonete Líquido João Sorrisão (350 ml)- O Sabonete Líquido João Sorrisão higieniza o corpo e as mãos com suavidade. Com Extrato de Maçã Verde, sua formulação proporciona limpeza refrescante, com ação hidratante. Auxilia na proteção das agressões externas de microorganismos presentes no ar. Deixa a pele macia e com deliciosa fragrância. Pode ser usado diariamente. [SAC Biotropic Cosmética Licensing: 0800 702 1701 http://www.biotropic.com.br/].
Biotropic-Fundada em 2005, a Biotropic Cosmética é uma empresa nacional no segmento de higiene e beleza localizada na Grande Vitória (ES), com representantes em todas as regiões brasileiras. A empresa surgiu a partir de um projeto do casal Marconi Arruda Leal e Waleska Zanelato, após uma análise detalhada do potencial do mercado de cosméticos e produtos de beleza no Brasil.

Diante das excelentes perspectivas e números promissores, afinal o País está entre os três principais mercados consumidores de produtos de beleza no mundo, eles adquiriram um parque industrial na cidade de Serra (ES) onde, hoje, localiza-se a Fábrica (AKLA Indústria de Cosméticos) e o Prédio Administrativo (Biotropic Cosmética e Biotropic Licensing), juntamente com o CTB (Centro Técnico Biotropic de Pesquisa).

Além de linhas de produtos licenciados, com as marcas Barbie, Hot Wheels, Backyardigans, Bob Esponja, Shrek, Spider-Man, Carros 2 e Baby Pooh, a empresa possui as marcas próprias TUT HAIR (relançada recentemente com novas embalagens, novas fórmulas e novas linhas para todos os tipos de cabelos), Phytonatural (produtos para o corpo e cabelos com ativos naturais) e agora a Bebê Natureza (cosméticos para bebês com ingredientes suaves e seguros). Atualmente, seu portfólio reúne um mix de aproximadamente 200 itens. [ SAC Biotropic Cosmética: 0800 702 1701 http://www.biotropic.com.br/].

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Fábrica em Montes Claros faz parte da estratégia de expansão da companhia

A Alpargatas iniciou o terceiro trimestre com a construção de uma fábrica em Montes Claros, região norte de Minas Gerais. Segundo Marcio Utsch é mais um passo da companhia na direção de consolidar sua posição de liderança no setor e assegurar a conquista de mercados no exterior.

Com a previsão de iniciar as atividades no início de 2012, a unidade vai colaborar com o aumento de 30% na produção atual de sandálias Havaianas, além de servir como centro de distribuição para a comercialização dos produtos. O investimento da companhia na nova unidade é de R$ 177 milhões nos próximos quatro anos e serão gerados mais de 2,2 mil empregos diretos e 3 mil indiretos.

Em sua capacidade total, a nova unidade industrial vai fabricar cerca de 100 milhões de pares de calçados por ano, o que corresponde a um aumento de 30% em relação à atual produção. Segundo Utsch, a escolha de Montes Claros foi feita por conta de sua proximidade com grandes centros consumidores das regiões Sul e Sudeste, e da presença de mão de obra qualificada. (Fonte: Brasil Econômico - 27/09/2011)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Consumidoras das classes D e E puxam vendas de tinturas

Enquanto a venda de tinturas no varejo teve um crescimento total de 3% em volume em 2010, as consumidoras das classes D e E compraram 13% mais caixinhas do produto que em 2009. A parcela das famílias de baixa renda que colocou o item no carrinho pelo menos uma vez no ano também foi a que mais subiu, de 49% para 54%. "O crescimento da categoria tintura tem sido puxado pelas classes D e E", afirma o analista da consultoria Nielsen, Arthur Oliveira.

A expansão não se deu via redução de preços. O avanço das vendas em valor, de 28%, foi maior do que em volume nessas faixas de renda. No mesmo período, o faturamento do mercado como um todo cresceu 9,4%, para R$ 1,43 bilhão. É um sinal de que a consumidora de baixa renda tem dado preferência a itens de maior valor agregado.

De olho nesse movimento, as fabricantes de tinturas reforçam as ações para conquistar as clientes menos endinheiradas. É o caso da Procter & Gamble, que leva às gôndolas em outubro o Pró-Vital. Essa deve ser a coloração permanente mais barata do mercado, ao preço sugerido de R$ 12,50, mas sua divulgação não prioriza o valor e sim a promessa de proteção aos fios. "O produto é voltado para aquela consumidora que judia mais do cabelo, com química e chapinha", diz Juliana Azevedo, diretora de marketing de beleza da P&G, dona de Koleston, Wellaton e Soft Color.

Segundo a executiva, a empresa já aprendeu que a mulher de baixa renda não pensa só em preço. "Ela pode até pagar R$ 2 ou R$ 3 a mais por um produto, mas é melhor que ele funcione, porque esse dinheiro para ela vale muito mais do que para uma consumidora de renda alta".

Em outra frente, no segmento profissional, a P&G traz para o Brasil neste mês a linha Clairol, com tinturas pelo menos 30% mais baratas do que as das marcas Wella e Sebastian Professional. "A Clairol vai para um salão de beleza pequeno, de bairro", explica Gonzalo Turueno, diretor geral da linha profissional da P&G. A marca também vai prometer qualidade, com o slogan "luxo acessível".

A Embelleze - dona das marcas Maxton, Natucor e Fleury - que já tem uma estratégia voltada para os salões de pequeno porte, decidiu intensificá-la. A empresa tem 260 escolas que oferecem cursos de cabeleireiro com mensalidade próxima de R$ 200. "Vamos dobrar a rede nos próximos três anos", afirma o vice-presidente da empresa, Jomar Beltrame. O plano agora é chegar às cidades de menos de 100 mil habitantes.

A Embelleze também estuda lançar produtos direcionados para a população do Norte e do Nordeste, como tons diferentes e embalagens menores, que se encaixem no orçamento. Nos últimos dois anos, segundo a Nielsen, os nordestinos foram os que mais consumiram colorações, um total de 50 milhões de unidades, ou R$ 439 milhões.

A necessidade de agregar valor ao produto foi a principal conclusão da Hypermarcas depois de fazer uma extensa pesquisa de mercado no ano passado. Foi por isso que a empresa relançou a marca Biocolor com um kit de coloração mais completo, com sachês de tratamento que duram quatro semanas e gel protetor que isola a pele do rosto.

A Hypermarcas também mudou o material das luvas, para aumentar a sensibilidade no momento da aplicação. Isso porque a consumidora cobrou facilidade para tingir os cabelos em casa. "Esse mercado no Brasil é das classes C, D e E. As classes A e B vão ao salão colorir os cabelos", diz Gabriela Garcia, diretora executiva da empresa.

Até mesmo a francesa L'Oréal, que já tem uma marca de posicionamento mais popular, a Garnier, decidiu que também precisa ampliar o alcance de sua linha premium, L'Oréal Paris.

A dona de Imédia Excellence e Casting, que por muito tempo foi divulgada por meio de anúncios dublados com atrizes estrangeiras na TV, já deu um passo em direção à população de menor renda. "Até o meio do ano passado nos posicionávamos como um produto para as classes A e B. Hoje acreditamos que é muito importante ampliar para a classe C", afirma Bianca Pi, diretora de marketing da L'Oréal Paris.

Foi de olho nesse público que a L'Oréal Paris passou a vender kits em que, na compra da tintura, a cliente ganha um shampoo que promete conservar a cor. Assim, sem perder o glamour que tanto atrai as consumidoras de baixa renda, quis agregar valor à caixinha que costuma custar R$ 10 a mais do que as concorrentes. (Fonte: valor online, publicada em 21/09/2011)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Ingleza lança linha automotiva com nanotecnologia

Líder do mercado brasileiro de ceras para pisos, a Ingleza está investindo alto para disputar também o mercado de produtos para cuidados com os veículos, com o lançamento da linha Fórmula Max, que tem como carro-chefe a cera automotiva Fórmula Max Nanotech, com nanotecnologia desenvolvida pelo P&D da Ingleza.

Rogério Furtado, diretor comercial, acredita que a tradição da empresa, a força de distribuição e a inovação dos produtos dão poder de fogo à linha para disputar com as líderes do mercado. "Embora as grandes redes de supermercado sejam um canal importante, o grande potencial está fora do eixo Rio-São Paulo e no pequeno varejo. Por isso, vamos apostar especialmente nos distribuidores e atacadistas e também buscar novas oportunidades, como os distribuidores de lubrificantes e outros produtos automotivos".

A nanotecnologia também foi aplicada no lava-auto, no lava auto 2 em 1 e no limpa vidros. A linha conta ainda com cera líquida preta para superfícies de borracha, limpa vinil, limpa couros, eliminador de odores e odorizante. (Fonte: Revista H&C - 14/09/2011 - Ano XII - Edição nº 569)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Esmaltes com cheiro

Uma novidade muito legal são os esmaltes com cheiro. Abaixo a linha da esmaltes nacional da Fina Flor tem cheirinho de doces. Mais abaixo a linha Scented da Revlon tem cheiro de fruta!




terça-feira, 23 de agosto de 2011

Novas cores impulsionam as vendas de esmaltes

A venda de esmaltes no país cresceu 90% nos últimos dois anos. Em 2010, o setor faturou R$ 500 milhões, segundo a Abihpec (associação da indústria de higiene, perfumaria e cosméticos).

O crescimento deve-se ao aumento de produtos, segundo João Carlos Basilio, presidente da Abihpec. A Niasi tinha 72 cores de esmalte em 2008. Hoje, sob comando da Hypermarcas, o número dobrou. A Colorama passou de 128 cores para 160. "A indústria ousou ao oferecer novas cores e foram surpreendidas por um boom", afirma Basilio.

No ano passado, as empresas precisaram importar para atender a demanda. Nos dois primeiros meses deste ano, o setor teve alta de 22% no volume vendido. (Fonte: Abras - 25/07/2011)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Para crescer no Brasil, Nivea vai reforçar distribuição e marketing

O Brasil é o mercado que mais cresce entre os 160 países onde a companhia atua. Os emergentes, que vêm recebendo especial atenção da matriz, já representam 19,75% das vendas anuais da Beiersdorf, grupo alemão que tem a marca Nivea como carro-chefe.

Segundo Nicholas Fischer, presidente da fabricante de cosméticos e produtos de higiene pessoal BDF Nivea no Brasil, o desafio agora é dobrar o faturamento até 2015. Para isso, a empresa pretende focar investimentos em segmentos nos quais é possível ser líder. Também vai centralizar a produção na fábrica de Itatiba (SP) e importar parte do mix das coligadas do México e do Chile. Outra iniciativa será dar um toque local a certos produtos e reforçar a distribuição por meio de acordos especiais com atacadistas.

A empresa passou a oferecer margens melhores a esse canal, além de material de merchandising e treinamento. Isso foi feito em 17 Estados, que respondem por 85% do consumo nacional. "Esses distribuidores, que eram 1% de nossas vendas, agora são 15%", comenta Fischer.

Foco no que vende mais

Segundo o executivo, em um País tão grande quanto o Brasil, não adianta chutar a bola para todo lado. “Precisamos focar nas categorias que têm potencial de crescimento", diz . Uma delas é a de protetores solares: só 40% dos consumidores compram o produto regularmente. Esse mercado, hoje, movimenta mais de R$ 750 milhões ao ano.

Fórmulas nacionais

Outra estratégia é continuar apostando na "nacionalização" de fórmulas. Antes de 2005, todos os produtos e formulações eram definidos na Alemanha. Mas naquele ano, com a decisão de focar mais em mercados emergentes, a companhia percebeu que era preciso atender melhor o consumidor local. Foi aí que a companhia começou a criar mais produtos com a cara do brasileiro.

Visitas a casas de consumidores são frequentes. Em uma delas, Fischer, sem se identificar, conta que ouviu uma consumidora dizer que gosta de cremes com alta absorção e pouca fragrância para ser usado nos dias de semana, quando ela aplica um perfume e vai trabalhar. Nos fins de semana, a preferência é outra: cremes que hidratam e perfumam mais, mesmo que a absorção não seja rápida. "No fim de semana ela gosta de tomar um banho sem pressa e usar os produtos. É um momento de indulgência", diz. A empresa, segundo ele, tem que atuar nessas duas pontas. "Quem fica no meio, perde mercado", avalia.

Fonte: www.valoreconomico.com.br (18/08/2011)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

TJ suspende lei que veta distribuição de sacolas plásticas em SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu, em caráter liminar, a lei municipal que veta a distribuição de sacolas plásticas aos consumidores por supermercados e outros estabelecimentos comerciais. A liminar foi concedida pelo desembargador Luiz Pantaleão na quarta-feira (29). A decisão foi publicada no Diário da Justiça nesta quinta-feira (30).


Em sua decisão, o desembargador concede 30 dias para que a presidência da Câmara Municipal de São Paulo e a Prefeitura apresentem mais informações sobre a lei de nº 15.374, aprovada em 18 de maio de 2011 e que prevê um prazo até 31 de dezembro deste ano para os estabelecimentos comerciais se adequarem.


A ação está sendo movida pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo contra a Câmara Municipal e a Prefeitura da capital e de outras 20 cidades que aprovaram leis semelhantes. Órgão especial do TJ-SP ainda julgará a ação. Procurada pelo G1, a Prefeitura de São Paulo ainda não se pronunciou sobre o assunto.


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Bombril lança linha de cosméticos até 2012

Depois da compra de 75% da empresa de cosméticos Ecologie, a Bombril vai deixar de ser sinônimo de esponjas de aço para se firmar também como uma das grandes competidoras em cosméticos. A empresa criará a Bril Cosméticos até outubro deste ano, e terá no ano que vem o total de 240 produtos, sendo 120 da Ecologie e a outra metade de duas marcas que a empresa lançará em 2012.

Os nomes das outras marcas ainda não foram divulgados, mas uma delas será direcionada a mulheres de 20 a 30 anos, com lançamento previsto para o mês de março, e a outra para as mulheres acima dos 40 anos, que deve chegar às lojas no segundo semestre de 2012. As marcas também receberão investimentos de aproximadamente R$ 9 milhões, e lançarão produtos para cabelo e corpo.A entrada da Bombril no setor é explicada por bons números, já que o mercado brasileiro de higiene pessoal e cosméticos é o terceiro maior do mundo, com faturamento de US$ 37,4 bilhões em 2010.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Grupo Silvio Santos avalia venda da Jequiti para o Boticário

Nesta segunda-feira foi veiculado na imprensa que o Boticário estaria interessado em comprar 100% da Jequiti,empresa de cosméticos do Grupo Silvio Santos. A aquisição, avaliada em R$ 1 bilhão, envolveria a marca Jequiti, a formulação dos produtos e uma rede de 160 mil revendedoras, já que a produção da marca é terceirizada.


Silvio parece que vai se aposentar e a compra faz todo o sentido para o Boticário, dado que a empresa recentemente estreou no segmento de venda direta de cosméticos populares com a marca Eudora. Agora vou ensinar um negócio para vocês: quando uma empresa quer fazer um IPO, ou seja, abrir o capital em bolsa a empresa busca ficar mais robusta para captar mais dinheiro dos investidores.


Quem deve sofrer com a abertura do Boticário são as ações da Natura, enfim um concorrente na bolsa brasileira.


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Alpargatas anuncia fábrica em Minas

Maior empresa de calçados da América Latina, a Alpargatas S.A. deve anunciar hoje a construção de uma nova fábrica na cidade de Montes Claros, no norte de Minas Gerais. A empresa pretende investir R$ 177 milhões nos próximos quatro anos na unidade mineira, e espera gerar cerca de 2,2 mil empregos diretos e mais de 3 mil indiretos.

O principal item das novas linhas de produção serão as sandálias Havaianas, tradicional marca da companhia controlada pelo grupo Camargo Corrêa. A nova planta, que começa a ser construída em agosto e deve entrar em operação no segundo semestre do ano que vem, vai fabricar cerca de 100 milhões de pares de calçados por ano, o que representa um aumento de 35% na produção atual.

A empresa fabricou e vendeu no ano passado 244 milhões de unidades de calçados, vestuário e acessórios."Optamos por gerar empregos no Brasil. Temos condições competitivas de fabricar nosso produto localmente", diz Márcio Utsch, presidente da Alpargatas S.A. Made in Brazil. A afirmação pode soar como uma provocação à principal rival da empresa no País. Em abril deste ano, a Vulcabrás/Azaleia comprou uma fábrica na Índia, com a intenção de transferir para o país asiático a parte mais intensiva em mão de obra da sua produção de tênis. O valor da aquisição não foi divulgado, mas, incluindo os investimentos que serão feitos nos primeiros dois anos, a companhia do empresário Pedro Grendene anunciou que vai aplicar US$ 50 milhões em sua operação indiana.

A decisão da Vulcabrás foi motivada justamente pela redução da competitividade no Brasil (por conta do real forte) e pela concorrência dos importados. Para Utsch, da Alpargatas, o "made in Brazil" tem uma importância estratégica para as marcas da companhia. "A produção brasileira faz diferença, gera valor para o nosso produto, principalmente lá fora", afirma o executivo. Questionado sobre o câmbio, Utsch diz que, se por um lado o real valorizado inibe as exportações, por outro permite a importação de matérias-primas a preços mais camaradas. Antidumping. Sobre a concorrência dos importados, o executivo não acredita nas medidas antidumping. "Elas protegem por cinco anos. Para nós, é melhor enfrentar os concorrentes agora do que esperar para investir em tecnologia, gerar escala e conhecimento", acrescenta.

Em setembro de 2009, o governo brasileiro adotou uma tarifa antidumping (que hoje está em US$ 13,85 por par) contra o calçado chinês, com o objetivo de proteger o mercado local. Para os empresários do setor, a medida não adiantou porque os chineses começaram a praticar "triangulação" e as importações vindas de Vietnã, Malásia e Paraguai aumentaram significativamente.

De acordo com a Abicalçados (associação do setor), as importações de calçados de outros países asiáticos que não da China quase dobraram no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2010.

Parte dos fabricantes pede agora uma extensão da sobretaxa para outros países. Localização. Como as grandes fábricas da Alpargatas estão no Nordeste, a escolha de Montes Claros foi motivada pelo fato de a cidade estar mais próxima de grandes centros consumidores, principalmente nas regiões Sudeste e Sul. A Alpargatas tem fábrica de sandálias em Carpina (PE) e em Campina Grande (PB). Também estão na Paraíba as duas unidades de artigos esportivos da companhia. Há ainda oito fábricas na Argentina (cinco de produtos esportivos e três têxteis).

A decisão de construir uma nova fábrica no Brasil faz parte do plano da Alpargatas para chegar a 2014 com uma receita bruta de R$ 5,5 bilhões. Em 2010, a receita bruta da empresa foi de R$ 2,6 bilhões. Presente em 85 países, a Alpargatas trabalha, além de Havaianas, com as marcas Dupé, Rainha, Topper, Mizuno, Timberland e Meggashop. (Fonte: O Estado de S. Paulo - 07/07/2011)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Boticário terá fábrica no Nordeste

O grupo Boticário vai construir uma nova fábrica e um novo centro de distribuição no Nordeste, com investimentos, segundo informações de mercado, que podem chegar a R$ 350 milhões. Ontem, representantes da empresa estiveram reunidos com o governador da Bahia, Jaques Wagner, para apresentar o projeto de expansão. A intenção é erguer o complexo industrial e de logística em Camaçari, na região de Salvador, onde já estão empresas como Ford, Continental Pneus e a rival Avon, que tem um centro de distribuição no município.

O Boticário não concedeu entrevista. A assessoria de imprensa do grupo enviou comunicado em que a companhia afirma que o grupo está em fase de definição do local para os dois empreendimentos. Segundo a nota, foram iniciadas negociações com o governo da Bahia. “Estamos avaliando todas as possibilidades para mais um importante passo de consolidação do grupo como uma das principais organizações do segmento de beleza no mundo. Vale ressaltar que o Brasil está prestes a ocupar o segundo lugar no ranking mundial do setor e estamos preparados para acompanhar essa evolução”, afirmou na nota o presidente do Grupo Boticário, Artur Grynbaum.

Leia mais em http://revistadecosmetologia.com/detalhes_noticias.php?id=1298

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Hypermarcas investe para centralizar operações

A Hypermarcas está investindo R$ 250 milhões para ampliação de suas unidades produtivas de medicamentos, cosméticos e fraldas descartáveis, além de centros de logística em Goiás - onde vai centralizar sua operação.

Com esse investimento, a Hypermarcas confirma sua estratégia de atuar exclusivamente nos segmentos de saúde e bem-estar. O grupo está vendendo a empresa de molho de tomate e conservas Etti e os negócios de produtos de limpeza, que tem como marcas principais a Assim e a Assolan, conforme antecipou o Valor em maio.

"Estamos consolidando nossa estratégia de focar nessas três áreas e nos desfazer de alimentos e limpeza", disse Claudio Bergamo, presidente da Hypermarcas. "Escolhemos setores que têm maior potencial de crescimento, que proporcionam uma rentabilidade que permite investir em inovação e marketing", complementou o executivo que anuncia hoje ao mercado o investimento em Goiás. Os segmentos de alimentos e produtos de limpeza hoje representam menos de 10% da receita do grupo.

Dos R$ 250 milhões, 30% são provenientes do caixa da companhia e os outros 70% são do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste, que destina recursos do governo federal para empresas que investem nessa região do país. "Além dos incentivos fiscais, escolhemos Goiás por causa da infraestrutura, mão de obra e proximidade com mercados de consumo. Um fator que pesou na escolha foi o Financiamento do Centro-Oeste, que tem juros baixos e longo prazo, algo difícil de conseguir no Brasil", explicou o executivo.


Lei mais em www.valoronline.com.br (publicado em 29/06/2011)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

FDA bane uso dos termos 'bloqueador solar' e 'à prova d'água' em protetores

Os Estados Unidos adotaram novas regras para os protetores solares que serão vendidos a partir de junho de 2012, mas já anteciparam alertas aos consumidores para este verão, que começa, no Hemisfério Norte, no próximo dia 21.

A vigilância sanitária americana (FDA) decidiu banir as expressões "bloqueador solar", "à prova d"água" e "à prova de suor" das embalagens, por considerá-las como enganadoras. Somente serão considerados como protetores solares os que apresentarem em sua fórmula no mínimo o fator de proteção 15 e também substâncias capazes de qualificá-los como um produto de "amplo espectro" (mais informações nesta página).

De acordo com relatório da FDA, o fator de proteção solar (FPS) somente é capaz de diminuir a absorção de raios ultravioletas de ondas médias, os UVB, causadores de vermelhidão na pele exposta ao sol. Porém, o FPS 15 ou superior não são capazes de oferecer proteção contra os UVA, raios de ondas longas. Daí a exigência do FDA da presença dos ingredientes de "amplo espectro" nos protetores solares a partir do ano que vem.

A mudança nos padrões da fórmula e das embalagens de protetores solares se deve ao elevado risco de a exposição ao sol provocar câncer e envelhecimento da pele. Nos EUA, esse é o tipo mais comum de câncer. A cada ano, 2 milhões de novos casos de câncer de pele, excluídos os de melanoma, são registrados no país. Mais agressivo, o melanoma foi detectado em mais de 68 mil casos de doenças de pele no ano passado, segundo dados da Sociedade Americana de Câncer.

"Muitos casos de câncer de pele são causados pela exposição ao sol. O FDA estimula os consumidores a se proteger. Eles não devem apenas aplicar e reaplicar o protetor solar, mas também limitar sua exposição ao sol", afirmou Janet Woodcock, diretora do Centro para Avaliação de Drogas e de Pesquisa do FDA.

Ao banir a expressão "bloqueador solar", o FDA emitiu um sério alerta sobre a incapacidade de qualquer produto à venda no mercado americano de proteger integralmente o consumidor dos efeitos nocivos dos raios UVA e UVB. No máximo, esses produtos são capazes de proteger a pele se forem usados de maneira correta.

O FDA recomendou fortemente o uso de chapéu e de roupas apropriadas em situações de exposição direta ao sol e também a reutilização do protetor solar a cada 40 minutos ou 80 minutos, dependendo da qualificação. A reaplicação deve ser feita depois de cada banho - em piscina ou no mar - e durante a prática de esportes ao ar livre, porque o contato com a água e com o suor diminui a ação dos protetores.

Segundo Janet Woodcock, as novas regras foram adotadas como resultado de uma avaliação de dados de protetores solares, de requisitos para as embalagens e de testes de desenvolvimento dessas substâncias.

Na lógica do FDA, a iniciativa implicará em esforço de modernização da informação oferecida pela indústria aos consumidores sobre os benefícios de seus produtos.

"Essas mudanças nas embalagens são importantes para ajudar os consumidores a ter as informações que precisam para escolher corretamente a proteção solar", afirmou Janet.


quinta-feira, 16 de junho de 2011

Fernando Torquatto faz o primeiro desfile só de maquiagens na SPFW

A roupa era só um detalhe no desfile de quarta-feira (15) na São Paulo Fashion Week. Todo mundo estava de olho na maquiagem das modelos. Porque foi exatamente um desfile de maquiagem, o primeiro na são Paulo Fashion Week. As modelos exibiram as cores que vão ser destaques no próximo verão. O maquiador Fernando Torquatto explicou os detalhes e deu dicas preciosas.

No dia-a-dia é fácil. “Só passo rímel, batom e já estou pronta”, brinca a advogada Lorena Diaz. Mas na hora de caprichar fica difícil. “Eu acho que eu faço tudo errado”, lamenta a vendedora Cláudia Alves Vianna.
Nada como uma ajuda profissional. “Estou vendo a mágica acontecer”, explica a atriz Talita Kissmann.


Em qualquer desfile, a maquiagem é complemento da roupa, que é a grande estrela da passarela. Essa é a primeira vez que a São Paulo Fashion Week faz um desfile em que a protagonista é a maquiagem. Na passarela o colorido que deverá fazer a cabeça da mulher moderna nas próximas estações. Um visual quente, típico do verão e quase livre de regras, segundo o autor desse desfile inusitado.

“Acho que a maquiagem como a moda traz uma liberdade muito diferente do passado, quando você tinha que seguir regras muito específicas. Hoje em dia, eu acho que tudo é feito para mulher se descobrir e se reinventar a cada dia”, afirma o maquiador Fernando Torquatto.

O importante é se sentir bem, e para isso, a maquiagem tem que estar de acordo com a personalidade de cada um. “Durante a manhã, por exemplo, se você usa um batom laranja, vermelho, faz um olho mais marrom, em um tom discreto. Se você quer usar uma sombra levemente esverdeada, um lápis verde de manhã e um lábio claro, um gloss transparente, perfeito. À noite, sinceramente, acho que não tem limite”, explica o maquiador.

As cores vem com tudo, para dar opções na hora de se produzir. “Azuis em profusão, vários tons de azul, verde, lilás, blushes alaranjados, também rosados. A mulher vai poder pensar o que combina com a personalidade dela, combinar entre si algumas cores e sair por aí pra ficar mais bonita. Uma mascara pra cílios poderosa, é fundamental. Duas a três camadas, eu acho que faz o olho brilhar e a mulher fica muito mais bonita. Para boca, acho que tem uma infinidade de gloss, com muitos brilhos muitas cores e aí batons coloridos”, diz Torquatto.

O poder da maquiagem ajuda a confundir os olhos. Quase não dá pra perceber que a modelo, na verdade é o modelo australiano Andrei Pejic. Ele também adorou o resultado.Elas têm certeza: uma maquiagem bem feita sempre faz a diferença. “Eu acho que a gente fica com outra cara. Rejuvenesce, muda o visual”, completa a vendedora Graziela Rangel Pestana.


terça-feira, 31 de maio de 2011

Produto 'biodegradável' é vilão se descartado de forma errada, diz artigo

Cientistas da Universidade Estadual da Carolina do Norte, dos Estados Unidos, divulgaram pesquisa nesta terça-feira (31) apontando que o descarte inadequado de produtos chamados ‘biodegradáveis’ pode ser prejudicial ao meio ambiente.

A justificativa é que a decomposição de copos descartáveis e outros utensílios com esta denominação libera gás metano, causador do efeito estufa. A preocupação dos pesquisadores é que se este tipo de lixo for colocado em aterros sanitários que não capturam ou queimam o gás, o metano será liberado para a atmosfera e poderá contribuir para as emissões de poluentes.

“O metano pode ser uma valiosa fonte de energia quando capturado, mas é um gás de efeito estufa se lançado na atmosfera”, afirmou Morton Barlaz, co-autor da pesquisa e professor da universidade. “Em outras palavras, os produtos biodegradáveis podem não respeitar tanto o meio ambiente quando descartado em aterros inadequados”, complementou.

Segundo a Agência de Proteção Ambiental norte-americana, 35% dos resíduos sólidos urbanos do país vão para locais que capturam o metano e o transformam em energia.Outros 34% vão para aterros que queimam o gás (usinas de biogás). Entretanto, 31% do lixo urbano dos Estados Unidos vai para ambientes sem tratamento e que permitem liberar o gás de efeito estufa na atmosfera.

O alerta sobre o assunto foi dado também porque os produtos ‘biodegradáveis’ sofrem processo rápido de decomposição. De acordo com a pesquisa, ‘se os materiais degradam e liberam metano rapidamente, significaria menos combustível potencial para uso de energia e mais emissões de gases de efeito estufa'.

“Se queremos maximizar os benefícios ambientais dos produtos biodegradáveis em aterro, nós precisamos ampliar a coleta do metano e modificar o design desses produtos para que eles se decomponham mais lentamente”, disse.


segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ingrediente multifuncional

Fritz Steurer (Dinaco Especialidades Químicas) ministra a palestra “Ingrediente Cosmético Multifuncional Ethylhexylglycerin – Sensiva SC 50”. Steurer destaca que, em razão da polêmica a respeito da segurança dos conservantes em cosméticos e da conseqüente restrição no número de princípios ativos permitidos, formuladores procuram novas técnicas inovadoras para manter seus produtos microbiologicamente estáveis sem utilizar os sistemas conservantes tradicionais.

A linha Sensiva, como ressalta a apresentação de Steurer, possui a propriedade de potencializar a eficácia antimicrobiana dos sistemas conservantes tradicionais, permitindo a redução da carga de princípio ativo conservante nas formulações cosméticas. No que se refere a aspectos negativos no sensorial dos produtos, como pegajosidade, oleosidade e absorção, testes de avaliação sensorial demonstraram que o aditivo multifuncional Sensiva SC 50 “supera essas desvantagens bem conhecidas e contribui atendendo a outras necessidades das formulações cosméticas”, destaca o estudo.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Faturamento da indústria do plástico cresceu 35% em 2010

No ano passado, o faturamento da indústria brasileira de transformação do plástico, estimulado pelo consumo interno, cresceu 35% em relação a 2009, saltando de R$ 35 bilhões para R$ 41 bilhões no ano passado. Foram R$ 6 bilhões a mais.

Os dados são da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Segundo a entidade, foram transformadas 5,9 milhões de toneladas de resinas termoplásticas no período, ante 4,9 milhões em 2009, significando expansão de 20%. O consumo aparente (vendas internas mais importações), por sua vez, totalizou 6,2 milhões de toneladas de transformados plásticos, uma alta de 20% frente a 2009.

Os setores que mais impulsionaram a demanda foram o alimentício, a construção civil e embalagens diversas. Do total consumido no País, cerca de 10% foram supridos pelas importações, que continuam a crescer e pesar sobre a balança comercial do setor.

Em 2010, enquanto o mercado importou 616 mil toneladas de transformados plásticos, as exportações somaram apenas 310 mil toneladas. O resultado refletiu em um aumento do déficit da balança comercial, que passou de 189 mil toneladas para 306 mil toneladas no ano passado. A indústria tem enfrentado o alto custo das matérias-primas. Segundo a Abiplast, esse é um dos principais desafios do setor. A indústria está se descapitalizando. As matérias-primas em alta e a competição dos importados têm estado no centro das atenções, afirmou o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho.

Projeções para 2011 Apesar dos desafios, as perspectivas para o setor são positivas em 2011. O consumo aparente em 2011 será de 6,4 milhões toneladas. O faturamento deve recuar um pouco. A projeção da Abiplast aponta para um pouco mais de R$ 35 bilhões. As importações também deverão continuar crescendo, podendo ficar no patamar de 700 mil toneladas neste ano. Assim que os empresários perceberem uma melhora da situação do câmbio e um cenário mais estável, os investimentos vão crescer mais no setor de plásticos, prevê o presidente da Abiplast. A expectativa do setor de plásticos este ano e no próximo é de crescimento. Segundo Roriz, a produção em 2011 e 2012 deve crescer 6% e 5%, respectivamente.

A projeção para o consumo aparente de transformados plásticos é de 6,4 milhões em 2011 e 6,9 milhões de toneladas no ano que vem. Para Roriz, a demanda interna aquecida também contribuirá para inflar o percentual de importações no setor. No ano passado, o mercado nacional foi responsável por transformar mais de 5,9 milhões de toneladas de resinas termoplásticas, o que resultou em um crescimento médio de 9% e faturamento de R$ 41 bilhões. "A balança comercial continuará deficitária, isso por conta do atual cenário da economia, como a valorização do real, custo Brasil e carga tributária.

As importações mais que dobraram nos últimos cinco anos", diz. Além das importações, que no ano passado somaram mais de US$ 2,8 bilhões contra aproximadamente de US$ 1,4 bilhão de exportação de transformados plásticos, outra grande preocupação do segmento é quanto aos custos da sua principal matéria-prima: o petróleo. "A alta do preço do petróleo encarece a resina e o produto final. Com a pressão nos custos, perdemos rentabilidade, pois não conseguimos repassar todo o valor, isso para manter a competitividade frente aos produtos importados", afirma Roriz. (Fonte: ABRE Online news - 16/05/2011)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Bombril entra em cosméticos com aquisição

A Bombril anunciou ontem novos passos para ampliar sua musculatura no país. Existem, no entanto, questões de ordem financeira que ainda a impedem de andar mais rápido nesse projeto. O grupo anunciou ontem a compra de 75% da Ecologie Cosméticos, empresa de médio porte de R$ 20 milhões de faturamento anual, e informou ainda o plano de criar duas novas marcas nesse mesmo segmento, para o mercado de produtos de higiene pessoal infantil e adulto. Com expansão média anual de 15% ao ano, esse mercado cresce mais rapidamente que o de limpeza, cuja liderança é da Bombril em algumas categorias. No entanto, com dívidas totais (fiscais e bancárias) de cerca de R$ 350 milhões e caixa em R$ 50 milhões em 2010, a companhia busca ampliar a sua atuação dentro de uma estrutura com recursos limitados.

A empresa está recorrendo ao mercado financeiro para arcar com o pagamento dos R$ 15 milhões pela compra da Ecologie. Os recursos para a quitação da compra já anunciada estão em negociação com três bancos. "Com um deles a gente fecha", disse ontem Marco Aurélio Guerreiro de Souza, diretor-presidente da Bombril. Pelo acordo na mesa dos bancos, o pagamento do financiamento se dará em até cinco anos e o dinheiro para isso deve sair dos resultados do novo negócio. "Não seria possível arcar com esse investimento agora. Mas não tem erro", afirmou Souza. No fim de 2010, a empresa somava R$ 75 milhões em financiamentos com instituições financeiras, cerca de 10% acima do apurado no ano anterior.

Com Ronaldo Ferreira Sampaio (o filho do fundador, Roberto Sampaio) no Conselho de Administração da Bombril, a companhia foi alvo de disputas judiciais na década passada e enfrentou um processo de reestruturação de linhas comandado por Ronaldo cerca de três anos atrás. A Bombril reduziu seu endividamento, retomou o crescimento (cresceu 25% no acumulado de 2007 a 2010) e quer faturar R$ 1,5 bilhão este ano, disse ontem o diretor Marcos Scaldelai. Mas percebeu que precisa ser maior se quiser reforçar o caixa e se expandir de forma mais veloz.

A criação de um novo braço focado em higiene pessoal, a Bril Cosméticos, que inclui as marcas da Ecologie, é parte desse plano. E acabou sendo um caminho tomado entre alguns discutidos anteriormente. Em 2009, a companhia chegou a sondar a Bertin Higiene e Beleza para uma fusão, apurou o Valor. O negócio não avançou.

Sobre a aquisição da Ecologie, a Bombril diz que "faz todo o sentido para o grupo". "Vamos unir nossas estruturas comerciais e de venda com a Ecologie e ampliar a distribuição da marca nos lugares onde a Bombril já está", diz Souza. No grande varejo, o foco deve ser a marca Ecologie Raízes, que tem xampus e condicionadores na faixa de R$ 7 a R$ 8, abaixo do preço da marca OX, da Bertin, e da linha Éh, da Hypermarcas.


Fonte: www.valoronline.com.br (publicada em 10/05/2011)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Pesquisa revela relação da mulher com o cabelo

As brasileiras acreditam que o cabelo é uma das características físicas que formam as primeiras impressões sobre alguém. É o que mostrou uma pesquisa feita pelo Instituto Synovate a pedido da área de produtos para cuidados pessoais da Dow Brasil.

Segundo o estudo, a forma como cuidam de seus cabelos, sugere características como valores pessoais, prioridades, estilo de vida e até mesmo classe social. Em relação à preferência por tratamentos de cabelos, elas buscam produtos que tenham perfumes agradáveis, texturas cremosas, vitaminas, proteínas e ingredientes naturais. Protetores para os fios (contra sol, calor, sal e cloro) e produtos sem sal são também grandes atrativos, além de formulações com novas e avançadas tecnologias que tornem o tratamento dos fios mais prático e eficiente.

Para a gerente de marketing da área, Tatiana Ciocci, a pesquisa sinaliza aos fabricantes alguns caminhos: “Existe uma grande oportunidade de investimento em pesquisa de novas soluções no Brasil, já que a mulher brasileira está em busca de produtos práticos, que tragam resultado imediato, principalmente quando se fala em alisamento e redução do volume”.


terça-feira, 12 de abril de 2011

Indústria de tintas seguirá crescendo em ritmo forte

As vendas do setor aumentaram mais de 10% no ano passado, chegando muito próximo dos 1,4 bilhões de litros. A previsão é de que se mantenham em alta neste e nos próximos anos. Todos os segmentos da indústria de tintas devem ter bons índices de crescimento em 2011, de acordo com as previsões da ABRAFATI. Com isso, as vendas totais podem atingir a marca recorde de 1,5 bilhões de litros em um ano, consolidando o Brasil como o quarto maior produtor mundial de tintas.


No fórum ABRAFATI, no final do ano passado, foi anunciada a expectativa de expansão de 6,7% nas vendas, que continua válida e pode até ser considerada conservadora. A demanda por tintas imobiliárias em 2011 continuará muito forte, estimulada por uma confortável situação econômica do país, com aumento de renda e emprego, pelos programas habitacionais governamentais, como, por exemplo, o programa Minha Casa, Minha Vida, pela facilidade para obter crédito e pela manutenção da redução do IPI (imposto sobre produtos industrializados) para materiais de construção.


As tintas automotivas – tanto para uso em veículos novos quanto na repintura de usados - também seguirão com forte procura, em função do maior poder de compra da população e do nível de confiança em relação ao futuro, que estimulam a compra à vista e o financiamento. Estes mesmos fatores têm aumentado a demanda por todo tipo de bens de consumo, repercutindo nas vendas de tintas para a indústria, que terão desempenho favorável graças a isso e, especialmente pelo impulso representado pelos investimentos nas áreas de energia e transportes, juntamente com a revitalização da indústria naval e a firme retomada da manutenção industrial. O volume de tintas vendidas em 2010 no Brasil aumentou mais de 10% superando o índice de crescimento do PIB e as previsões iniciais do setor, sendo o melhor resultado da história confirmando a forte retomada dos negócios.


Acompanhando o bom crescimento da construção civil, as tintas imobiliárias superaram pela primeira vez a marca de 1 bilhão de litros em um só ano, com crescimento de dois dígitos em relação a 2009. A indústria automobilística também teve um ano excelente, refletido em vendas substancialmente maiores para as tintas automotivas originais, assim como para as de repintura.


O fortalecimento do mercado interno garantiu um bom volume de produção, minimizando o impacto da queda nas exportações do setor. O crescimento das vendas de tintas industriais, superior a 10%, ocorreu graças a uma significativa reação dos muitos subsegmentos usuários do produto. Como exemplo, vinculado ao forte impulso da construção e venda de moradias, pode-se mencionar o bom desempenho de eletrodomésticos e móveis. Como essas, diversas indústrias vivenciaram expansão significativa em suas vendas, das embalagens aos aviões, passando por máquinas, embarcações, autopeças e muitas outras.
Fonte: ABRE Online news - 11/04/2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

Tigre eleva capacidade de produção e lucro sobe 23%

O aquecimento da demanda por materiais de construção no varejo trouxe impulso aos negócios da fabricante de tubos e conexões em PVC Tigre, cujo lucro cresceu 23,3% em 2010.

A empresa acumulou lucro líquido de R$ 165 milhões no ano passado, enquanto seu faturamento líquido somou R$ 2,1 bilhões, com alta de 18%. "Aproveitamos o momento favorável do setor de construção", afirmou, ao Valor, o presidente da Tigre, Evaldo Dreher. "Não veio de uma base baixa em 2009, pois mantivemos os resultados naquele ano", completou o executivo. Em 2009, o lucro líquido totalizava R$ 134 milhões.

Dreher destaca que todos os segmentos onde a companhia atua (predial, indústria, construtoras e irrigação) apresentaram bom desempenho. Para acompanhar a demanda, os investimentos da Tigre no ano passado somaram R$ 217 milhões, direcionados para lançamentos de cerca de 300 produtos, aumento da capacidade das unidades já existentes - em 25% - e marketing. Cerca de 700 funcionários foram contratados.

O ano de 2011 tende a ser marcado por alguns desafios, como a elevação dos custos das matérias-primas e o arrefecimento do consumo no país. "É uma preocupação, mas janeiro já mostrou um avanço dos volumes de vendas", ponderou o executivo. Neste ano, a empresa prevê um crescimento de 10% no faturamento frente a 2010. Os desembolsos, por sua vez, devem totalizar R$ 250 milhões.

Oportunidades em novos países, onde a Tigre ainda não atua, também estão sendo analisadas. A empresa tem 12 fábricas no exterior, e segundo Dreher, a entrada em novos mercados deve se dar via aquisições. Países da América Latina e a África estão em seu radar.
Fonte:www.valoronline.com.br (publicada em 23/03/2011)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Lucro líquido da Alpargatas cresce 14% no trimestre e 147% no ano

O lucro líquido da Alpargatas somou R$ 69,48 milhões no último trimestre de 2010, um aumento de 14% com relação ao mesmo período de 2009. A empresa vendeu, no trimestre, 52,9 milhões de sandálias Havaianas e Dupé.

A receita líquida com as vendas ficou em R$ 618,57 milhões,14% mais alta na mesma base de comparação.O resultado operacional medido pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 2%, para R$ 87,8 milhões, na comparação com o último trimestre de 2009.Em todo o ano de 2010, o lucro líquido aumentou 147%, para R$ 303,1 milhões, o maior da história da companhia. A receita líquida atingiu R$ 2,24 bilhões, valor 16,2% maior do que em 2009. A margem Ebitda passou de 15% para 18%.

Ao longo do ano passado, a Alpargatas vendeu 244 milhões de pares de calçados, peças de vestuário e acessórios, no Brasil e no exterior, volume 11,5% superior ao do ano anterior.

Fonte: www.valoronline.com.br (publicada em 18/03/2011)

segunda-feira, 14 de março de 2011

P&G quer disputar 10 novos mercados no Brasil até 2015

Um projeto mais agressivo de expansão da Procter & Gamble no mundo foi apresentado para um grupo de analistas estrangeiros há cerca de 15 dias - e o Brasil está incluído nessa nova análise. Num encontro fechado, ocorrido na cidade de Boca Raton, na Flórida, EUA, a companhia elevou o número de segmentos em que pretende atuar nos países emergentes até 2015. Essa soma passou de 19 para 24 categorias, e deve incluir segmentos em que estão as "global billion brands" da P&G - linhas de produtos que vendem mais de US$ 1 bilhão ao ano no mundo.

A companhia é fabricante do Pantene, Ariel, Always e Gillete, num total de 300 marcas.
Dos mais de 180 países onde a companhia atua, ela mencionou no relatório apenas 12 países, e entre eles o Brasil. De acordo com os dados, a presença da empresa em categorias no país teria que passar dos atuais 14 para 24 num intervalo de cinco anos.

Essa soma de 14 segmentos em operação hoje é menor do que a existente em cinco países emergentes, como China e Rússia. Mas é maior do que o verificado na Índia, Egito e Indonésia.
Esse salto de 14 para 24 categorias no Brasil até 2015 equivale, portanto, a uma média de duas novas categorias de atuação por ano - em 2010, em menos de três meses, a P&G no país lançou três novas marcas e entrou na área de cosméticos com a marca Olay.

Ao se analisar a lista de produtos vendidos pela P&G no mundo, com faturamento bilionário, e aquela presente no país, é possível ter um ideia dos próximos passos da companhia por aqui - algo que o grupo mantém sob total sigilo.

A P&G tem em seu portfólio produtos com forte presença global, como os amaciantes Bounce, o papel higiênico Charmin e a marca de cosméticos CoverGirl. Ainda nessa cesta de marcas com alta aceitação lá fora, está o desodorizador de ar Febreze. O produto até já começou a ser vendido no Brasil em 2010, mas em algumas poucas redes varejistas, numa espécie de projeto piloto para testar a força da linha no mercado local.

Ainda há outro segmento, de produtos para cuidados masculinos, em que P&G teria alto potencial de crescimento no país. A marca Old Spice, com 80 itens como sabonete líquido e perfume para homens, não está à venda no país, mas há informações no mercado de que a P&G já estaria pensando em trazer a linha para cá em 2011. Além desse setor, a P&G teria interesse em entrar com a marca CoverGirl na área de cosméticos em até três anos. A P&G não confirma.
Em três desses quatro segmentos acima citados, a concorrência não é das maiores. Duas ou três multinacionais atuam na área de amaciantes e papel higiênico no Brasil. Mas são fabricantes de peso, como Unilever e Kimberly-Clark, que reagem a qualquer movimentação ampliando investimentos.

A P&G não dá detalhes sobre suas próximas apostas. Gabriela Onofre, diretora de assuntos corporativos da P&G Brasil, comenta que "a intenção é entrar, de forma cada vez mais consistente, com as grandes marcas da P&G nos principais mercados pelo mundo", diz. "A companhia possui marcas globais com enorme potencial e enxerga muitas oportunidades no mercado brasileiro nos próximos anos", completa. Na reunião dos analistas em Boca Raton, um animado Bob McDonald, o presidente mundial da P&G, passou sinais claros de confiança ao mercado sobre os planos do grupo. "Nós precisamos tocar mais e melhorar a vida das pessoas. Temos o programa de inovação mais forte de que me recordo em 30 anos de empresa".
Fonte: www.valoronline.com.br (publicada em 14/03/2011)

sexta-feira, 11 de março de 2011

Procter & Gamble pode criar 600 empregos diretos no estado

A Procter & Gamble do Brasil, empresa de limpeza, perfumaria, cosméticos e medicamentos, pretende expandir as atividades pelo País. Para tanto, vai investir pesado no Estado do Rio, onde já conta com duas fábricas.

Pelo menos, R$ 150 milhões serão aplicados na construção de uma nova unidade industrial, a ser instalada em Seropédica, na Região Metropolitana do Rio. A ampliação da capacidade de outras duas unidades, localizadas nos municípios de Itatiaia e de Queimados, também está nos planos da multinacional. Ao todo, serão gerados 600 empregos diretos no estado.

A Procter & Gamble do Brasil ainda não tem detalhes de quando a fábrica da empresa em Seropédica estará pronta. A companhia ainda estuda qual será o perfil dos funcionários que vão compor a nova unidade para, então, divulgar a abertura de novo processo seletivo.

De acordo com a avaliação do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico,Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno, a P&G decidiu investir no Rio não apenas pelos incentivos tributários e fiscais concedidos — como o ICMS, que ficará entre 5% e 6% — mas também pelo mercado interno e pela logística disponível no Estado do Rio.Com a nova fábrica em Seropédica, a estimativa é de que o faturamento da empresa no estado passe de R$ 1 bilhão para R$ 1,5 bilhão.

Fonte: O dia online (publicada em 5/03/2011)

quinta-feira, 10 de março de 2011

JEQUITI QUER CRESCER 40%

A unidade de cosméticos do Grupo Silvio Santos fechou 2010 com faturamento de R$ 360 milhões, um crescimento de 88% sobre 2009. Para 2011, a expectativa é chegar aos 500 milhões de reais, 40% acima do volume de vendas do ano passado. Para isso, de acordo com Lásaro do Carmo Jr., CEO da Jequiti e VP do Grupo SS, haverá um incremento de 15% nos investimentos. "O Brasil hoje caminha para o segundo lugar do mundo em cosméticos, e já é o segundo lugar em perfumaria. Seria um contra-senso não apostar no segmento. Os recursos virão do próprio Grupo Silvio Santos e do mercado. Nossa área de inovação, pesquisa e desenvolvimento deverá receber mais de R$ 15 milhões em investimentos", afirma. (Fonte: Revista H&C - 09/03/2011 - Ano XII - Edição nº 542)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O Grupo Boticário está com mais uma empresa

O Grupo Boticário é uma companhia forte e que realiza mais. Pioneirismo, empreendedorismo, sustentabilidade, inovação e postura ética fazem parte da trajetória deste expressivo grupo empresarial, instituído a partir da notável história do Boticário, empresa com participação ativa no desenvolvimento da indústria de beleza no Brasil. Acreditamos em relações amistosas e de confiança, que impulsionam benefícios mútuos e potencializam a capacidade de realização do Grupo Boticário.

Com atuação nacional e internacional no segmento de beleza, nossos negócios são conduzidos por uma equipe ousada e comprometida, formada por 2.500 colaboradores diretos e outras 16 mil pessoas que atuam direta ou indiretamente na rede Boticário.

O mesmo desejo de transformação que fez a pequena farmácia de manipulação se transformar na maior rede de franquias em perfumaria e cosméticos do mundo está presente hoje no Grupo Boticário e nos inspira e impulsiona a ir além. Até o final do primeiro trimestre deste ano Eudora – a nova empresa do Grupo Boticário – inicia sua operação.

Em sua configuração atual, o Grupo Boticário conta com duas empresas: O Boticário e Eudora – ambas concebidas para a comercialização de fragrâncias e cosméticos, porém focadas em propostas de portfólio, consumidores e canal de vendas distintos.
O Boticário, sediado em São José dos Pinhais/PR e com 34 anos de atuação, está consolidado no mercado brasileiro pelo sistema de franchising e tem presença também no exterior. Eudora, com sede em São Paulo, chega ao mercado com uma proposta diferenciada e inaugura um novo modelo de comercialização dentro do Grupo, por meio de uma estratégia multicanal que inclui venda direta, social commerce e flagship stores.
Negócio multicanal com foco na venda direta

Eudora nasce como a primeira empresa nacional no segmento a atuar por meio de uma estratégia multicanal. Os produtos da marca - cerca de 300 itens distribuídos em perfumaria, maquiagem, corpo e banho, além de acessórios - serão comercializados até o final de março deste ano.

Eudora tem a inspiração da sensualidade, modernidade, urbanidade, características que são marcantes no perfil da mulher contemporânea do século 21. Distribuído nas submarcas Aflorá, Soul, Eudora e S., contemplará quatro momentos do estado de espírito dessas mulheres. O primeiro é o Casual, em que a mulher é despretensiosa, sutil e delicada. Já o momento Descolada é aquele mais divertido, espontâneo e único, em que a sensualidade se manifesta no colorido fashion das roupas e maquiagens ou no sorriso malicioso. Quando a mulher está no momento Poderosa, Eudora entende que ela está em seu papel de pessoa marcante, decidida e usando o poder de atração e magnetismo para conquistar tudo o que deseja. Finalmente, o momento Entre 4 Paredes resume a mulher quando quer ser sedutora e ousada. Para saber mais sobre Eudora, a nova empresa do Grupo Boticário, acesse www.eudora.com.br.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Natura eleva preços de seus produtos em 5% neste mês

A fabricante de cosméticos Natura planeja reajustar seus preços em 5% neste mês, seguindo a prática da empresa de realizar um aumento a cada ano. No ano passado, o reajuste aplicado foi de 6%. "O setor de cosméticos tem a característica de que as mulheres não deixam de comprar mesmo quando há aumento de preços", diz o diretor-presidente da Natura, Alessandro Carlucci. De acordo com ele, mesmo as classes C e D não deixarão de comprar. (Fonte: Folha de S.Paulo/ Abras - 25/02/2011)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Lucro da Natura cresce 17,6% no final de 2010

A Natura teve lucro líquido de R$ 219,3 milhões no último trimestre de 2010, um crescimento de 17,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A empresa registrou receita líquida de R$ 5,1 bilhões no ano passado, alta de 21,1% sobre 2009. A análise isolada do quarto trimestre do ano passado revela que a receita cresceu 18,1% na comparação anual, chegando a aproximadamente R$ 1,6 bilhão.

A companhia teve um aumento de 18% no total de consultoras. Já o custo de produtos vendidos diminuiu de 31,6% da receita líquida no último trimestre de 2009 para 30,9% ao final do ano passado. A geração de caixa, medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), totalizou R$ 357,9 milhões nos últimos três meses de 2010, resultou que superou em 21,4% o valor registrado no mesmo período de 2009. A margem Ebitda trimestral foi de 23%, 0,6 ponto percentual acima dos três últimos meses de 2009. No ano, o Ebitda se aproximou de R$ 1,3 bilhão, um aumento de 24,6%. A participação das operações internacionais na receita líquida consolidada da empresa foi de 7,2% em 2010.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

PIB do Nordeste é maior do que o do Chile

Em um estudo da Nielsen sobre o avanço das marcas regionais, resultado da elevação da renda das famílias da Região Nordeste, o instituto destacou que se a região fosse um país independente, ocuparia a 39ª posição no ranking das maiores economias mundiais, com um PIB de 206 bilhões, à frente do Chile por exemplo.

Outro ponto ressaltado é que a taxa de crescimento do consumo no Nordeste é de 8%, enquanto que a média nacional é de 6%. Em sintonia com essa tendência, dois importantes eventos serão realizados em Natal/RN: o 29º ABISA - Congresso e Exposição para as empresas de produtos de limpeza e o 2° Seminário ABC de Tecnologia em Cosméticos, ambos com organização da Freedom Comunicações.

Fonte: http://www.freedom.inf.br/notas-pib-do-nordeste-e-maior-do-que-o-do-chile-3193.asp (publicada em 16 de fevereiro de 2011).

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Indústria da beleza prevê crescimento de 13,2% para 2011

A expectativa é de um faturamento de R$ 31,1 bilhões para este ano, com a venda de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosmético. O anúncio foi feito ontem (16) por João Carlos Basílio, presidente da ABIHPEC – Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, na apresentação do balanço da indústria e do anuário 2010.

No ano passado, o setor teve faturamento ex-factory de R$ 27,5 bilhões nominais, um crescimento de 12,6% em relação ao resultado de 2009. Em volume, a indústria registrou a venda de 1.663 mil toneladas, quantia que deve ser superada em 6,3% este ano, segundo estimativa da ABIHPEC, atingindo 1.767 mil toneladas de produtos comercializados em 2011.

Basílio credita o bom desempenho do setor à melhoria de renda das classes D e E, que de acordo com dados da associação, duplicou o consumo de protetores solares e ampliou em mais de 1000% a compra de enxaguatórios bucais. O presidente da ABIHPEC prevê que os itens de cuidados com a pele e maquiagem vão ser o carro chefe do crescimento da indústria em 2011, que deve registrar alto número de lançamentos este ano. “Apesar de ser um mercado moderado, com o fortalecimento da economia, está em expansão. A estimativa é que a venda de protetores solares cresça 24,4%, enquanto a de maquiagem registre alta acima de 19%”, comentou Basílio. (Fonte: Supermercado Moderno - 17/02/2011)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Mercado de tintas projeta crescimento de 8,2% para este ano

"O aquecimento na economia impulsionou diversos mercados em 2010. Os setores como a construção civil e da indústria automotiva ganharam espaço no ano passado e já estão consolidados. Agora, a expectativa de expansão é por parte dos setores petrolífero, portuário e rodoviário. O mercado de tintas, fornecedor de relevância para estes segmentos, prevê crescimento de 8,2% para 2011. Segundo dados da Abrafati, associação dos fabricantes de tintas, de janeiro a novembro de 2010 foram fabricados 1,4 bilhão de litros de tinta, um número recorde para o segmento. “O ano passado foi o melhor da história da indústria de tintas do Brasil”, afirma o presidente executivo da Abrafati, Dílson Ferreira.

As tintas específicas para manutenção industrial, como instalações de exploração, produção, refino e transporte de petróleo e gás, representam 15% do volume produzido e 25% do faturamento. Estes números são relativamente altos e só perdem para o setor de tintas imobiliárias. Os investimentos só tendem a aumentar e isso mostra que o mercado está cada vez mais exigente e necessita de produtos para cada etapa do processo."

Leia mais em http://jornale.com.br/mirian/?p=12737 (24/01/2011)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

BRASIL JÁ É O SEGUNDO MAIOR MERCADO MUNDIAL DE ESMALTES

O País perde apenas para os Estados Unidos quando o assunto é a compra de esmaltes para unhas. Segundo dados Nielsen, entre janeiro e junho de 2010, a categoria faturou R$ 213 milhões.

Para entender melhor os hábitos de quem consome esse produto cujo mercado está em franca evolução, a fabricante Mundial/Impala realizou pesquisa com jovens consumidoras e constatou que elas preferem cores fortes, como azul e amarelo.

Todas as semanas, 56% das mulheres brasileiras cuidam das unhas. Desse total, 86% afirmam ter o hábito de aplicar esmaltes. Ainda segundo o estudo, 29% das mulheres utilizam esmalte duas vezes por semana e 40% gostam de combinar a cor das unhas com a das roupas.

No mercado total – e não apenas entre as mulheres jovens –, tonalidades claras e transparentes são preferidas por 34% das consumidoras. Em segundo lugar aparecem os tons de vermelho, indispensáveis para 26% das entrevistadas. (Fonte: Supermercado Moderno - 14/02/2011)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ibope: Mercado de moda aquecido para 2011

O varejo de moda deve movimentar R$ 136 bilhões com um ticket médio de R$ 700, de acordo com a ferramenta Pyxis do Ibope.

O segmento de vestuário feminino, masculino e infantil deve alcançar R$ 95 bilhões enquanto calçados e acessórios devem vender R$ 40,6 bilhões.

A classe B, com renda familiar entre R$ 3.000 e R$ 12.000 deve corresponder por 42% do consumo enquanto a classe C, deve corresponder a 39%.

Leia mais em http://networkedblogs.com/e8nYx

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

PREÇO É MENOS IMPORTANTE NA COMPRA DE COSMÉTICOS

Apenas 31% das mulheres se importam com o desembolso que fazem para adquirir produtos de higiene e beleza. É o fator menos importante na hora de definir a compra desses itens, segundo pesquisa da consultoria Around Research, feita com exclusividade para Supermercado Moderno.

Participaram do levantamento 250 mulheres de todo o País, que responderam a questionários pela internet. O fator mais importante para que as consumidoras levem um produto de beleza para casa é a qualidade, citado por 81% das respondentes. Na sequência, destaca-se a presença de benefícios diferenciados – como evitar manchas na pele e tratar cabelos secos – apontada por 50%. Outro fator avaliado por 44% das mulheres é a característica do produto, que se traduz na cor, textura ou fragrância daquilo que ela deseja comprar.

Para Daniela Casabona, coordenadora de atendimento da Around Research, o supermercado precisa divulgar os atributos dos produtos que vende às consumidoras. É possível, por exemplo, colocar uma funcionária falando da qualidade de um creme, dos benefícios que seu uso traz e das versões mais indicadas para a cliente, de acordo com seu tipo de cabelo ou cor de pele.

O estudo também aponta que a maioria das mulheres – 69% – frequenta mais de uma loja para comprar produtos de higiene e beleza. Desse total, 44% vão a dois estabelecimentos, 19% a mais de três e 6% a três. As consumidoras que utilizam apenas uma loja somam 31% das respondentes. (Fonte: Supermercado Moderno - 28/01/2011)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Grupo Boticário vai lançar segunda marca

O Grupo Boticário vai ter uma nova marca, Eudora, que deverá começar a ser vendida por catálogos até o fim de março. Os produtos já começaram a ser feitos na fábrica de São José dos Pinhais (PR), de onde saem também os itens da marca O Boticário, e vão usar o centro de distribuição da empresa localizado em Registro (SP).

A marca Eudora, que terá atuação nacional, é parte do segredo que vinha sendo mantido pelo Boticário nos últimos meses. Com ela, o grupo estreia em venda porta a porta, algo esperado pelo mercado desde o fim de 2009, quando os sócios da empresa, Miguel Krigsner e Artur Grynbaum, criaram a GKDS, para buscar oportunidades de negócios.

No comando da GKDS, que tem sede em São Paulo, estava Claudio Oporto, ex-executivo da Natura. O Valor apurou que agora ele deixará a posição para assumir o cargo de diretor de marketing e vendas da Eudora, que passa a ser uma unidade de negócios do grupo e também vai atuar em perfumaria e cosméticos. A GKDS continua a existir, com a função de identificar outras possibilidades de atuação.

Consultado sobre o assunto, Grynbaum, que é presidente do grupo, não deu detalhes sobre a operação, mas informou, por meio da assessoria, que vai atender outro perfil de consumidor em um novo canal de vendas. "Eudora vem para ocupar um espaço que ainda não exploramos", disse, em nota. "A formação do Grupo Boticário nos possibilitou dar passos mais firmes e ousados para nos consolidarmos em um mercado em que já atuamos fortemente com a marca O Boticário." O catálogo da Eudora terá apenas produtos da marca e, no primeiro momento, só cosméticos, mas não está descartada a entrada de outros itens no futuro. Em outra frente, o piloto de venda direta iniciado em setembro com a marca O Boticário deve continuar em cidades do interior de São Paulo e do Nordeste.
Leia mais em www.valoronline.com.br (publicada em 24/01/2011)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Lubrizol lança novo polímero de grau alimentício

A Noveon Consumer Specialties, divisão da Lubrizol, apresenta ao mercado o novo polímero Carbopol Aqua SF-2, modificador reológico desenvolvido para sistemas tensoativos de alta claridade em baixo pH (faixa de 4 a 6) para uso de conservantes de grau alimentício. De acordo com a empresa, agora os formuladores podem apresentar fórmulas com suspensão de microesferas coloridas, pérolas cintilantes e esfoliantes enquanto atendem apelos como “sem parabeno”, “sem formaldeído”, “sem conservantes” e até “pH natural da pele”. O novo polímero é indicado para xampus e sabonetes líquidos transparentes e perolados, esfoliantes com microesferas suspensas, produtos de limpeza facial antiacne com ácido salicílico e outras aplicações.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

SETOR CALÇADISTA RETOMA CRESCIMENTO E ATINGE RECORDE DE VENDAS EM 2010

"Nem a desvalorização cambial, nem a concorrência asiática, impediram a recuperação do setor calçadista brasileiro no ano passado: impulsionadas pelo aquecido mercado interno, as vendas de sapatos registraram em 2010 o melhor resultado da década, e contribuíram para a retomada do crescimento do ramo, segundo levantamento das associações que representam as indústrias e o varejo.

Ao longo do ano passado, o comércio brasileiro vendeu 744 milhões de pares de calçados, um crescimento de 6% em relação a 2009, quando 702 milhões foram comercializados.

Em 2008, ano marcado pela crise financeira mundial, o consumo subiu, mas em menor proporção: 3%, com 669 milhões de pares vendidos. Em 2010, em termos de valores, o setor contabilizou a venda de R$ 37,7 bilhões, contra R$ 33,5 bilhões em 2009 – avanço de 12,5%.

Os números fechados de 2010 pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac) devem ser apresentados nesta semana, em São Paulo, durante a 38ª Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro (Couromoda)..." (Fonte: Varejista - 17/01/2011)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Chinesa Bluestar compra ativos da norueguesa Elkem por US$ 2 bilhões

SÃO PAULO - A chinesa do setor químico Bluestar vai ficar com ativos da Elkem por US$ 2 bilhões, anunciou o grupo Orkla, controlador da companhia norueguesa. A transação envolve a Elkem Silicon Materials, Elkem Foundry Products, Elkem Carbon e Elkem Solar.

A previsão é de que o negócio seja concluído até o fim deste semestre, após aprovação de autoridades chinesas e norueguesas. A Orkla observou que vai continuar dona das ações na Elkem Energi AS.

“Todas as áreas de atuação da Elkem são importantes no plano de expansão da economia chinesa e vão ajudar o país a alcançar suas metas climáticas globais”, manifestou a Orkla em nota. A operação não deve gerar mudanças drásticas na estrutura operacional da companhia norueguesa.

O comunicado destaca que, com a compra, a Bluestar, com 80% em poder da estatal chinesa ChemChina e 20% com a empresa americana de private equity Blackstone Group, se tornará mais competitiva na indústria de silício e vai fortalecer sua presença em mercados adjacentes.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Para faturar mais, Niely ampliará fábrica

Ao todo, a fabricante de tinturas e produtos para cabelos injetará R$ 50 milhões para aumentar uma de suas fábricas em Nova Iguaçu (RJ), em um terreno de 530 mil metros quadrados. Com a nova estrutura, a Niely pretende alcançar o faturamento de R$ 1 bilhão até 2015.

A empresa tem duas fábricas em Nova Iguaçu. A de cosméticos, com instalações de 20 mil metros quadrados, e a de embalagens, com parque de 5 mil metros quadrados. "Também acabamos de inaugurar, em setembro de 2010, o depósito de expedição com 20 mil metros quadrados. O investimento foi de R$ 20 milhões”, conta Daniel de Jesus, presidente da empresa.

Hoje, a Niely é líder na venda de coloração com Cor & Ton, de acordo com dados da Nielsen (set/out 2010). No ano passado, a marca faturou R$ 150 milhões. "Com todas as linhas, temos crescido anualmente cerca de 20% nos últimos anos. Estamos em um bom momento porque o mercado nacional está comprador", diz Jesus. O Grupo Niely começou em maio de 1981 como fabricante de produtos químicos para limpeza industrial. Os cosméticos surgiram em 1986, já com o nome Niely, e mudaram o perfil da empresa. (Fonte: Supermercado Moderno - 07/01/2011)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

ATÉ 2014, 60% DOS BRASILEIROS SERÃO DA CLASSE C

Três em cada cinco brasileiros serão da classe C, grupo com renda familiar entre quatro e dez salários mínimos – a classificação muda conforme a metodologia –, até 2014. Essa nova classe média registra a maior expansão da pirâmide social brasileira. Enquanto isso, a classe A permanece estagnada e a B em crescimento moderado.

Segundo levantamento da consultoria Data Popular, além de maioria absoluta na população, o crescimento da classe C resultará na quase extinção da classe E. "Já ficou claro até aqui que as empresas que ignorarem a nova classe média não sobreviverão", reforça Renato Meirelles, diretor da Data Popular.

Hoje, a classe C movimenta R$ 881,2 bilhões por ano somando-se salários, benefícios e crédito. Entre 2003 e 2009, os rendimentos individuais do brasileiro cresceram, em média, 3,8% ao ano. No mesmo período, os mais pobres tiveram alta de renda duas vezes maior do que a média. As classes de menor poder aquisitivo também aumentaram o tempo de estudo em 5,19%, enquanto o número de anos dedicados à educação cresceu menos de 1% entre os mais ricos.

Paralelamente, as horas de trabalho dos integrantes das classes C e D diminuíram, o que mostra que os brasileiros da base da pirâmide estão ganhando mais sem ampliar a carga horária de trabalho. Isso significa que o índice de emprego e a qualificação melhoraram. Se a classe C recebeu nos últimos anos o reforço de mais de 30 milhões de consumidores, a classe B receberá, até o final de 2012, mais seis milhões de integrantes. Para o economista chefe da consultoria Ativa, o número reforça a percepção de que o País terá uma classe média mais refinada em termos de consumo. Segundo ele, o crescimento médio da renda fará com que, dentro de cinco anos, a classe C tenha o mesmo padrão de consumo da classe B de 2008. (Fonte: Supermercado Moderno - 03/01/2011)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

RENDA MAIOR E VAIDADE SUSTENTAM ALTA NO SEGMENTO

Mais marcas, mais lançamentos e novos consumidores na praça. O setor de higiene, beleza e cosméticos vendeu volumes maiores neste ano, com destaque àqueles itens com valor agregado maior - e isso deve levar o setor a atingir um crescimento real de até 12% na receita líquida (livre de impostos) em 2010. Análise inicial da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) apontava para uma expansão entre 10% a 12% (taxa deflacionada) na receita do segmento. Agora, empresas e entidades do setor acreditam que o crescimento deve ficar próximo ao teto esperado para o ano.

Numa análise de resultados de grandes companhias do setor, os dados podem ser até mais animadores. De janeiro a setembro, a Natura cresceu 22,5% em receita e fez 75 lançamentos. A Hypermarcas teve um crescimento orgânico (sem incluir aquisições) de 29% de janeiro a setembro nas áreas de higiene pessoal e beleza. O Boticário lançou 402 produtos em 2010 e espera ampliar a receita em 25% no ano.

Para a Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC), o índice de crescimento deve ser pouco superior a 10%. A Abihpec espera que o próximo ano mantenha, pelo menos, a taxa anual de 10,5%, a mesma verificada na média dos últimos 14 anos. Em 2009, o segmento atingiu vendas líquidas de R$ 24,9 bilhões após crescer 9,8% (taxa deflacionada). Ao se considerar a inflação, a expansão foi de quase 15%.

Leia mais em http://www.valoronline.com.br/ (publicada em 29/12/2010)