segunda-feira, 21 de novembro de 2011

LUCRO DA ALPARGATAS, FABRICANTE DA HAVAIANAS, SOBE 7,6%

A Alpargatas, fabricante de calçados das marcas Havaianas e Topper, entre outras, informou nesta quarta-feira que registrou lucro líquido de R$ 87,5 milhões no terceiro trimestre, com aumento de 7,6% em relação a igual período de 2010. A receita líquida cresceu 18,4%, segundo comunicado da empresa, chegando a R$ 687,5 milhões entre julho e setembro deste ano.

Se considerados os primeiros nove meses do ano, a receita líquida ficou em R$ 1,9 bilhão. "Neste ano, a Alpargatas está enfrentando um ambiente macroeconômico mais adverso que o do ano passado, com alta da inflação, com efeito em custos e despesas. O aumento do custo do algodão e da borracha tem sido o fator que mais tem impactado o resultado da companhia", informou em nota.

A Alpargatas acrescentou que "por meio de processos que estão trazendo mais produtividade fabril e de ações de responsabilidade ambiental, a Alpargatas tem conseguido minimizar o impacto do aumento da borracha e assegurar sua rentabilidade". A companhia divulgou, ainda, que "o preço médio em dólar da borracha já caiu 17% em relação ao de setembro, sinalizando uma tendência de queda que deverá beneficiar a lucratividade da Alpargatas no médio prazo".

Neste ano, até setembro, "commodities mais caras" e "investimentos estratégicos e despesas operacionais mais elevadas, necessárias para suportar o crescimento da companhia, impactaram o Ebtida", informou. A margem do Ebtida foi de 15,8% no trimestre, e de 16,8%, no acumulado em nove meses. (Fonte: Folha de S. Paulo - 16/11/2011)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Para Procter & Gamble, crise não oferece riscos aos seus negócios

Em tempos de incerteza na economia internacional, o presidente da Procter & Gamble no Brasil, Tarek Farahat, não vê risco de desaceleração no consumo dos produtos que a empresa vende no país. "O Brasil tem uma estrutura boa, não deve nada a ninguém, tem uma classe C que é a base da economia e um sistema de crédito bem controlado", disse o executivo ontem no HSM ExpoManagement, evento de gestão realizado em São Paulo.


Farahat não vê risco para o setor de higiene pessoal, no qual atua a multinacional. "Durante uma crise ninguém vai parar de tomar banho ou escovar o dente", afirmou o executivo.
A P&G pode lançar mais marcas no país em 2012, segundo Farahat. "Ainda temos muito market share para ganhar", disse. Este ano a empresa trouxe ao país a marca Downy. Em 2010 chegaram Head & Shoulders, Olay, Naturella e Febreze. As marcas da P&G que mais vendem no país são Gillette e Pampers.


O presidente da P& G no Brasil destacou ontem a preocupação da filial brasileira em atender às necessidades de consumo do público de menor renda. Para atender às classes C, D e E, Farahat afirma que já entrou na rotina da empresa no Brasil a chamada inovação reversa, que é aprovada no próprio país emergente, em vez de vir pronta da matriz.


A P&G fez inovação reversa no Brasil com a fralda Pampers, um dos produtos mais vendidos no país. Há pouco mais de dez anos, a empresa percebeu que a marca tinha uma boa imagem no mercado, mas que muitas pessoas não compravam os produtos porque eram caros.


"Percebemos que o que as famílias queriam uma fralda com muita absorção, e não bonita. Fizemos o projeto, o preço caiu e passamos de 5% para 27% de participação no mercado", afirma o executivo. "É uma prova de que é possível inovar para as massas", completou.


Um processo semelhante foi feito com a marca Oral B, que criou escovas mais baratas, vendidas por cerca de R$ 2 em mercados de bairro, somente no Brasil e na Índia. Elas são oferecidas em várias cores diferentes, porque a empresa percebeu que muitas casas de classe baixa tinham somente um banheiro. Era preciso diferenciar as escovas de cada morador, já que elas dividiam o mesmo recipiente.


Para a estratégia dar certo não adianta perder muito em qualidade, segundo Farahat. "Vemos uma classe C muito consciente de valor", afirma.

De um ano e meio para cá, a P&G decidiu tirar a palavra "básico" de suas linhas mais baratas. As Pampers chamadas de básicas, por exemplo, viraram "Super sec", evitando a associação com baixo valor agregado.


Fonte: valoronline (10/11/2011)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O Mercado da Beleza

O mercado da Beleza é um dos mais aquecidos e prósperos dos últimos tempos, com isso as marcas deste setor vêm se desenvolvendo cada vez mais, investindo em novas tecnologias e estudos que aperfeiçoam o processo e a qualidade de seus produtos.

As grandes empresas do setor de cosméticos estão se tornando cada vez mais poderosas, devido o aquecimento deste mercado, os investimentos retornam gradativamente em lucros e mais lucros.

A tendência de busca incansável pela beleza é o combustível para o crescimento de cada umas delas, as mulheres da atualidade gastam cerca de 1/3 de seu salário em investimentos para beleza pessoal, como maquiagens, perfumes, roupas, sapatos, bolsas, joias entre outras coisas.

Com o crescimento das buscas por cosméticos e itens de beleza em geral, as indústrias também crescem para dar conta da procura, isso traz ainda mais crescimento no setor e na economia mundial, pois atua como efeito dominó gerando empregos, oportunidade de carreira, aumento de produção, aumento de lucros, dentre outros benefícios.

Hoje é possível encontrar diversas marcas que produzem opções de cosméticos, Perfumes, Bolsas, Roupas e entre outras.

As marcas de cosméticos renomados no mercado

Hoje é possível encontrar diversas marcas renomadas no mercado, como a Natura, Oboticário e AVON entre as nacionais, e as Internacionais como a MAC, Lancôme, SACKS, entre muitas outras.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

P&G investe em novas fábricas para aumentar a produção no Brasil

A Procter & Gamble vai dobrar a área construída de sua fábrica de Manaus (AM), que fornece os produtos das marcas Gillette e Oral-B para todo o Brasil e atualmente conta com 137 mil metros quadrados de área. A fabricante comprou um centro de distribuição da Samsung próximo à unidade atual, e vai aproveitar parte da estrutura existente para fabricar somente aparelhos de barbear Gillette. As obras de adaptação terão início em janeiro de 2012 e a operação está prevista para começar em dezembro.


Segundo Gabriela Onofre, diretora de assuntos corporativos da empresa, a fábrica atual já está perto do limite. Caso a demanda cresça 20%, a unidade não terá como suprí-la. Já a nova área será capaz de absorver o volume de Gillette pelos próximos dez anos. Segundo informações do Jornal Valor Econômico, o investimento na antiga fábrica da Samsung chegou a R$ 100 milhões.


A P&G também pretende expandir a fábrica de Louveira (SP), na qual são produzidas as fraldas Pampers, os absorventes Always, a pomada Hipoglós e o xarope Vick. A empresa comprou seis terrenos, antigas chácaras e áreas industriais adjacentes à unidade. Outro investimento da companhia neste ano foi a construção de uma fábrica em Seropédica, no Rio de Janeiro, anunciada no mês de março. Trata-se de uma antiga fazenda, de 1 milhão de metros quadrados.


A empresa chegou ao Brasil em 1998, quase 70 anos depois de sua principal concorrente, a europeia Unilever. A postura recente mais agressiva no País responde aos anseios dos investidores, que têm cobrado um deslocamento do centro de gravidade da P&G para os mercados emergentes, principalmente diante do crescimento mais contido em países desenvolvidos.



Fonte: Valor Econômico (publicada em 04/11/11)